Irmãos Jones
a C
aneca de café, enquanto Julia, minha melhor amiga e companheira de apartamento, folheav
ainha
sempre, no seu terno sob medida. Ele me abraçou r
como ordem do que pedido. - Tenho uma reunião importante com investidores para
boa ideia - comecei, ten
puxando o cartão de crédito da carteira e c
ça da revista com u
e eu pensasse em recusar. Ela praticamente
até que Julia parou diante de uma vitri
perfeito
ue abraçava as curvas de forma elegante. Nada
as ela já estava dentro da loja e e
es de escolher para si um vesti
elos arrumados, maquiagem impecável. Voltamos para
dor abriu, e Olive
indo o ar antes mesmo que eu pudesse processar o que estava vendo. Os o
rave, a voz carregada de a
espondi, num to
o ele entrou no elevador, ela deu um passo na minha frente...
colidiu
orar o calor que percorreu minha pele qu
pela mão e saímos do elevador, ele apenas assentiu, antes de apertar o botão do
a no corredor - Você e o Dout
ei, mas a verdade é
á-lo novamente naquela noite, tal
*
mente decoradas com arranjos de flores brancas, ocupavam todo o espaço, enquanto
cada curva, destacando tudo que eu geralmente tentava esconder. Lindo, sim. Mas
or, meus olhos foram atraí
estava próximo ao bar, segurando um copo de uísque, como se fosse extensão da própria mão. E, m
echas antes que eu pudesse evi
Doutor Jones está te
itada. Antes que eu pudesse fugi
ão e me guiou até um senhor de postura firme, cabelos grisalhos perfeit
po gelo
rtando minha mão com firmeza. - Então você é a filha do R
i comp
bro que sua família comanda o hospi
a minha cabeça: Por favor, Deus... que Edward Jones não se
u, cumprimentando Edward com um breve aceno
dele. - Você é o investidor interessado no projeto
Já conversamos com sua equipe financ
de Oliver. Não era apenas profissionalism
liver manteve a mão firme na de meu pai, mas seu
m autoritário de semp
bem da filha do Ri
o calor subir para o rosto. -
. Eu acompanho todos os feedbacks dos seus professores e orient
ulia, percebendo a tensão, se a
. Meu pai, Edward, Oliver e eu. Quatro pessoas, mas a te
nunca deixava de me observar. O perfume dele misturava-se ao aroma amadeirado do uísque, e cada vez que
ia do que havia acontecido entre nós, percebi
*
ensaiadas. Eu permanecia à mesa com meu pai e Edward Jones, trocando comentários educa
ha outro peso. Um peso que
er J
a que, vez ou outra, seu joelho roçasse no meu sob a toalha da mesa para que um calor
r uma bebida e ainda não tinha voltado. Quando a encontrei, estava encostada nu
ara frente, rindo de forma íntima, a mão tocando o braço daquele desconhecido com
er roçou nas minhas costas, num toque que não parecia acid
uieta. - A voz dele, grave,
- tentei responde
seguiram minha linha de visão e se p
- Um sorriso dem
as era tarde demais. Ele
uvido, o hálito quent
o falar
bre
ão
eber quando nos levantamos. Oliver guiou-me pelo salão com a mão firme
dava para uma varanda afastada. A brisa fria da noite bate
tando soar no controle. - Vai me
lo meu vestido vermelho. - Digamos que... eu precisa
O
- O olhar percorreu minhas pernas antes de voltar aos meus olhos. - Porqu
, Dr. Jones! - Meu peito
m dele era quase
meu corpo. A mão dele pousou na minha cintura, subindo lentamente pelas minhas cost
se abriu. Um casal que estava evidentemente alterado e aos beijos nos interrompeu, eles apenas sorriram quando
*
enviado uma mensagem dizendo que ia pra casa do Caio, pois o jantar estava muito chato, me deixando com uma po
de Oliver durante toda a noite ainda queimava na minha pele. Era como se
com a mão estendida. - Jorge Thompson, das Empresas T
u pai olhou o r
Eu te espero
lado, como se tivesse esperado exat
ela firmeza natural, quase autor
tel depois dessa conversa - m
rtamos - falei automaticamente, por mais que
de leve, como quem já estava decidido.
bem - a
com o investidor, deixando-
alor que sua presença provocava. Ele estava parado junto ao carro, impecável
ntou para o carro c
scuti.
nso, quase palpável. A cada troca de marcha, o braço dele roçava no meu, e meu corpo reagia
r. As portas se fecharam e o espaço estre
r distância, mas ele estava perto demais, eman
estino, pela segunda vez estávamos presos no elevador e o meu coração
osto até ficar na altura do meu. Sua
ulmões. Ele não recuou. Ao contrário. Uma das mãos subiu a
aíram para seus lábios. Eu tin
eij
gem sem paciência para recuos. Minhas mãos subiram até sua nuca, puxando-o para mais perto,
s como estávamos, os lábios ainda colados, passos apressad
nstante não havia espaço para dúvidas ou arrepe
er J
bar naquela madrugada. Cada passo até minha cobertura era um exercício inútil de c
ressionei contra a parede. Não havia espaço para palavras, apenas r
ra a curva do seu pescoço, minha voz gr
ficiente para me encarar, seus olhos estavam carregados de algo que eu nã
o - falei contra sua pele, m
para? - provocou,
ro - sorri, um sorr
rro. - Só... vamos matar isso hoje. Só essa noite
ingenuidade de pensar que eu seria capaz de esquecê-la dep
i, encarando seus lá
isso. Mas, naquele momento, precisava
bio inferior antes que eu a beijasse novamente, profundo, faminto. Minhas mãos explor
fundo. Pressionei ela contra ele, o vento frio entrando pela por
a centímetro dela. Não importava quantas vezes eu repetisse
eu ao toque, abrindo-se como se fosse feito para cair aos meus pés. Afastei-me alguns centímetros, apenas
ante em que a brisa fria da varanda invadiu o espaço, faze
alcinha. Quando ergui os olhos de volta para o rosto dela, suas bochechas
minha voz saiu baixa, rouca, como
estido - respondeu num sussurro
meus dedos, antes de tomar seus lábios em um beijo profundo, faminto. Suas mãos
pressa, quase com raiva, como se tivesse esperado por aquilo mais do que estava disposta a admitir. Eu a aju
rei-a pela cintura, puxando contra mim, e senti o arrepio que
escapou no mesmo instante em que a ergui, fazendo com que suas pernas
O contraste entre o vento gelado e o calor que emanava de nó
dos seios, deixando marcas que eu sabia que ela sentiria pela manhã. A cada gemido baixo, eu sentia
que já me aguardava. Emma arqueou as costas, pressionando-se
oz grave, carregada de ameaça e promessa ao mesmo tempo. - Que depo
am, mas a respiração a
r o desejo... só uma vez - tent
osnou, enquanto minha mão apertava sua cintura c
do parapeito. O vento frio arrepiou cada centímetro de sua
rregado de prazer e rendição. Beijei-a com mais violência, minha lí
do, enquanto roçava meu sexo duro contra ela. Emma ge
noite - declarei, qu
instintivamente, os seios nus se oferecendo para minhas mãos. Passei o polegar sobre s
m? - minha voz saiu b
esejo. Ali soube que não havia mais volta. Isso foi o s
a soltar um gemido carregado de frustração e expectativa.
, Emma. Quero que lembre exatam
dela de uma vez só. Seu corpo me recebeu quente
meçava a me mover, lento no início
bros, enterrando as
u, a voz entrecor
orça, fazendo seu corpo balançar contra o parapeito. A cada estocada, eu sentia
to, misturando nosso fôlego. Uma das minhas mãos desceu até seu clitóris,
, Emma - ordenei contra s
tei ainda mais a pressão dos dedos e, segundos depois, ela explodiu,
s. Segurei sua nuca, encostei minha testa na dela e, com algumas estocadas mais profunda
s, respirando pesadamente, o mund
em suas bochechas, os lábios inchados pelos beijos
a matar o desejo - ela su
suficiente - acariciei seu rosto
curva da sua cintura até encontrar o ponto mais sensível entre suas pernas. Emma arfou, tentando
da noite contrastava com o calor que emanava dela. Inclinei a cabeça e passei a líng
rro saiu trêmulo, quase
ábios e suguei com firmeza, alternando com movimentos de língua que a fizer
suas coxas, mantendo-a exatamente onde eu queria, enquanto mergulhava a lí
i contra sua pele, a voz abafada p
uanto seu corpo tremia. E então, ela explodiu novamente, soltand
uanto lambia os lábios, provando-a. Ela parecia em
ê - murmurei, segurand
idro frio contra sua pele nua arrancou-lhe um suspiro. Segurei seus quadris e a penetrei de novo, des
tia por desejar tanto aquela mulher, que eu não deveria tocar. Ela se agarrava ao vidro, o
ijando seu ombro, depois
suficiente - minha voz soava como u
longe de acabar