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Irmãos Jones

Capítulo 5 Doutor Gostoso - Emma Carter

Palavras: 4198    |    Lançado em: 11/01/2026

a C

aneca de café, enquanto Julia, minha melhor amiga e companheira de apartamento, folheav

ainha

sempre, no seu terno sob medida. Ele me abraçou r

como ordem do que pedido. - Tenho uma reunião importante com investidores para

boa ideia - comecei, ten

puxando o cartão de crédito da carteira e c

ça da revista com u

e eu pensasse em recusar. Ela praticamente

até que Julia parou diante de uma vitri

perfeito

ue abraçava as curvas de forma elegante. Nada

as ela já estava dentro da loja e e

es de escolher para si um vesti

elos arrumados, maquiagem impecável. Voltamos para

dor abriu, e Olive

indo o ar antes mesmo que eu pudesse processar o que estava vendo. Os o

rave, a voz carregada de a

espondi, num to

o ele entrou no elevador, ela deu um passo na minha frente...

colidiu

orar o calor que percorreu minha pele qu

pela mão e saímos do elevador, ele apenas assentiu, antes de apertar o botão do

a no corredor - Você e o Dout

ei, mas a verdade é

á-lo novamente naquela noite, tal

*

mente decoradas com arranjos de flores brancas, ocupavam todo o espaço, enquanto

cada curva, destacando tudo que eu geralmente tentava esconder. Lindo, sim. Mas

or, meus olhos foram atraí

estava próximo ao bar, segurando um copo de uísque, como se fosse extensão da própria mão. E, m

echas antes que eu pudesse evi

Doutor Jones está te

itada. Antes que eu pudesse fugi

ão e me guiou até um senhor de postura firme, cabelos grisalhos perfeit

po gelo

rtando minha mão com firmeza. - Então você é a filha do R

i comp

bro que sua família comanda o hospi

a minha cabeça: Por favor, Deus... que Edward Jones não se

u, cumprimentando Edward com um breve aceno

dele. - Você é o investidor interessado no projeto

Já conversamos com sua equipe financ

de Oliver. Não era apenas profissionalism

liver manteve a mão firme na de meu pai, mas seu

m autoritário de semp

bem da filha do Ri

o calor subir para o rosto. -

. Eu acompanho todos os feedbacks dos seus professores e orient

ulia, percebendo a tensão, se a

. Meu pai, Edward, Oliver e eu. Quatro pessoas, mas a te

nunca deixava de me observar. O perfume dele misturava-se ao aroma amadeirado do uísque, e cada vez que

ia do que havia acontecido entre nós, percebi

*

ensaiadas. Eu permanecia à mesa com meu pai e Edward Jones, trocando comentários educa

ha outro peso. Um peso que

er J

a que, vez ou outra, seu joelho roçasse no meu sob a toalha da mesa para que um calor

r uma bebida e ainda não tinha voltado. Quando a encontrei, estava encostada nu

ara frente, rindo de forma íntima, a mão tocando o braço daquele desconhecido com

er roçou nas minhas costas, num toque que não parecia acid

uieta. - A voz dele, grave,

- tentei responde

seguiram minha linha de visão e se p

- Um sorriso dem

as era tarde demais. Ele

uvido, o hálito quent

o falar

bre

ão

eber quando nos levantamos. Oliver guiou-me pelo salão com a mão firme

dava para uma varanda afastada. A brisa fria da noite bate

tando soar no controle. - Vai me

lo meu vestido vermelho. - Digamos que... eu precisa

O

- O olhar percorreu minhas pernas antes de voltar aos meus olhos. - Porqu

, Dr. Jones! - Meu peito

m dele era quase

meu corpo. A mão dele pousou na minha cintura, subindo lentamente pelas minhas cost

se abriu. Um casal que estava evidentemente alterado e aos beijos nos interrompeu, eles apenas sorriram quando

*

enviado uma mensagem dizendo que ia pra casa do Caio, pois o jantar estava muito chato, me deixando com uma po

de Oliver durante toda a noite ainda queimava na minha pele. Era como se

com a mão estendida. - Jorge Thompson, das Empresas T

u pai olhou o r

Eu te espero

lado, como se tivesse esperado exat

ela firmeza natural, quase autor

tel depois dessa conversa - m

rtamos - falei automaticamente, por mais que

de leve, como quem já estava decidido.

bem - a

com o investidor, deixando-

alor que sua presença provocava. Ele estava parado junto ao carro, impecável

ntou para o carro c

scuti.

nso, quase palpável. A cada troca de marcha, o braço dele roçava no meu, e meu corpo reagia

r. As portas se fecharam e o espaço estre

r distância, mas ele estava perto demais, eman

estino, pela segunda vez estávamos presos no elevador e o meu coração

osto até ficar na altura do meu. Sua

ulmões. Ele não recuou. Ao contrário. Uma das mãos subiu a

aíram para seus lábios. Eu tin

eij

gem sem paciência para recuos. Minhas mãos subiram até sua nuca, puxando-o para mais perto,

s como estávamos, os lábios ainda colados, passos apressad

nstante não havia espaço para dúvidas ou arrepe

er J

bar naquela madrugada. Cada passo até minha cobertura era um exercício inútil de c

ressionei contra a parede. Não havia espaço para palavras, apenas r

ra a curva do seu pescoço, minha voz gr

ficiente para me encarar, seus olhos estavam carregados de algo que eu nã

o - falei contra sua pele, m

para? - provocou,

ro - sorri, um sorr

rro. - Só... vamos matar isso hoje. Só essa noite

ingenuidade de pensar que eu seria capaz de esquecê-la dep

i, encarando seus lá

isso. Mas, naquele momento, precisava

bio inferior antes que eu a beijasse novamente, profundo, faminto. Minhas mãos explor

fundo. Pressionei ela contra ele, o vento frio entrando pela por

a centímetro dela. Não importava quantas vezes eu repetisse

eu ao toque, abrindo-se como se fosse feito para cair aos meus pés. Afastei-me alguns centímetros, apenas

ante em que a brisa fria da varanda invadiu o espaço, faze

alcinha. Quando ergui os olhos de volta para o rosto dela, suas bochechas

minha voz saiu baixa, rouca, como

estido - respondeu num sussurro

meus dedos, antes de tomar seus lábios em um beijo profundo, faminto. Suas mãos

pressa, quase com raiva, como se tivesse esperado por aquilo mais do que estava disposta a admitir. Eu a aju

rei-a pela cintura, puxando contra mim, e senti o arrepio que

escapou no mesmo instante em que a ergui, fazendo com que suas pernas

O contraste entre o vento gelado e o calor que emanava de nó

dos seios, deixando marcas que eu sabia que ela sentiria pela manhã. A cada gemido baixo, eu sentia

que já me aguardava. Emma arqueou as costas, pressionando-se

oz grave, carregada de ameaça e promessa ao mesmo tempo. - Que depo

am, mas a respiração a

r o desejo... só uma vez - tent

osnou, enquanto minha mão apertava sua cintura c

do parapeito. O vento frio arrepiou cada centímetro de sua

rregado de prazer e rendição. Beijei-a com mais violência, minha lí

do, enquanto roçava meu sexo duro contra ela. Emma ge

noite - declarei, qu

instintivamente, os seios nus se oferecendo para minhas mãos. Passei o polegar sobre s

m? - minha voz saiu b

esejo. Ali soube que não havia mais volta. Isso foi o s

a soltar um gemido carregado de frustração e expectativa.

, Emma. Quero que lembre exatam

dela de uma vez só. Seu corpo me recebeu quente

meçava a me mover, lento no início

bros, enterrando as

u, a voz entrecor

orça, fazendo seu corpo balançar contra o parapeito. A cada estocada, eu sentia

to, misturando nosso fôlego. Uma das minhas mãos desceu até seu clitóris,

, Emma - ordenei contra s

tei ainda mais a pressão dos dedos e, segundos depois, ela explodiu,

s. Segurei sua nuca, encostei minha testa na dela e, com algumas estocadas mais profunda

s, respirando pesadamente, o mund

em suas bochechas, os lábios inchados pelos beijos

a matar o desejo - ela su

suficiente - acariciei seu rosto

curva da sua cintura até encontrar o ponto mais sensível entre suas pernas. Emma arfou, tentando

da noite contrastava com o calor que emanava dela. Inclinei a cabeça e passei a líng

rro saiu trêmulo, quase

ábios e suguei com firmeza, alternando com movimentos de língua que a fizer

suas coxas, mantendo-a exatamente onde eu queria, enquanto mergulhava a lí

i contra sua pele, a voz abafada p

uanto seu corpo tremia. E então, ela explodiu novamente, soltand

uanto lambia os lábios, provando-a. Ela parecia em

ê - murmurei, segurand

idro frio contra sua pele nua arrancou-lhe um suspiro. Segurei seus quadris e a penetrei de novo, des

tia por desejar tanto aquela mulher, que eu não deveria tocar. Ela se agarrava ao vidro, o

ijando seu ombro, depois

suficiente - minha voz soava como u

longe de acabar

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1 Capítulo 1 Doutor Gostoso - Oliver Jones2 Capítulo 2 Doutor Gostoso - Oliver Jones3 Capítulo 3 Doutor Gostoso - Emma Carter4 Capítulo 4 Doutor Gostoso - Oliver Jones5 Capítulo 5 Doutor Gostoso - Emma Carter6 Capítulo 6 Doutor Gostoso - Emma Carter7 Capítulo 7 Doutor Gostoso - Emma Carter8 Capítulo 8 Doutor Gostoso - Oliver Jones9 Capítulo 9 Doutor Gostoso - Emma Carter10 Capítulo 10 Doutor Gostoso - Emma Carter11 Capítulo 11 Doutor Gostoso - Oliver Jones12 Capítulo 12 Doutor Gostoso - Emma Carter13 Capítulo 13 Doutor Gostoso - Emma Carter14 Capítulo 14 Doutor Gostoso - Emma Carter15 Capítulo 15 Doutor Gostoso - Emma Carter16 Capítulo 16 Doutor Gostoso - Emma Carter17 Capítulo 17 Doutor Gostoso - Emma Carter18 Capítulo 18 Doutor Gostoso - Epílogo - Emma Carter19 Capítulo 19 Juiz Gostoso - Prólogo - Clara Bennett20 Capítulo 20 Juiz Gostoso - Thomas Jones21 Capítulo 21 Juiz Gostoso - Thomas Jones22 Capítulo 22 Juiz Gostoso - Thomas Jones23 Capítulo 23 Juiz Gostoso - Clara Bennett24 Capítulo 24 Juiz Gostoso - Clara Bennett25 Capítulo 25 Juiz Gostoso - Clara Bennett26 Capítulo 26 Juiz Gostoso - Clara Bennett27 Capítulo 27 Juiz Gostoso - Clara Bennett28 Capítulo 28 Juiz Gostoso - Clara Bennett29 Capítulo 29 Juiz Gostoso - Clara Bennet30 Capítulo 30 Juiz Gostoso - Thomas Jones31 Capítulo 31 Juiz Gostoso - Thomas Jones32 Capítulo 32 Juiz Gostoso - Clara Bennett33 Capítulo 33 Juiz Gostoso - Thomas Jones34 Capítulo 34 Juiz Gostoso - Clara Bennett35 Capítulo 35 Juiz Gostoso - Thomas Jones36 Capítulo 36 Juiz Gostoso - Clara Bennett37 Capítulo 37 Juiz Gostoso - Thomas Jones38 Capítulo 38 Juiz Gostoso - Thomas Jones39 Capítulo 39 Juiz Gostoso - Clara Bennett40 Capítulo 40 Juiz Gostoso - Clara Bennett41 Capítulo 41 Delegado Gostoso - Ryan Jones42 Capítulo 42 Delegado Gostoso - Ryan Jones43 Capítulo 43 Delegado Gostoso - Isabella Parker44 Capítulo 44 Delegado Gostoso - Ryan Jones45 Capítulo 45 Delegado Gostoso - Isabella Parker46 Capítulo 46 Delegado Gostoso - Ryan Jones47 Capítulo 47 Delegado Gostoso - Isabella Parker48 Capítulo 48 Delegado Gostoso - Isabella Parker49 Capítulo 49 Delegado Gostoso - Andrew Collins50 Capítulo 50 Delegado Gostoso - Isabella Parker51 Capítulo 51 Delegado Gostoso - Isabella Parker52 Capítulo 52 Delegado Gostoso - Ryan Jones53 Capítulo 53 Delegado Gostoso - Emily Hughes54 Capítulo 54 Delegado Gostoso - Andrew Collins55 Capítulo 55 Delegado Gostoso - Emily Hughes56 Capítulo 56 Delegado Gostoso - Isabella Parker57 Capítulo 57 Delegado Gostoso - Isabella Parker58 Capítulo 58 Delegado Gostoso - Isabella Parker59 Capítulo 59 Delegado Gostoso - Andrew Collins60 Capítulo 60 Delegado Gostoso - Andrew Collins61 Capítulo 61 Delegado Gostoso - Epílogo - Isabella Parker