rava a bandagens sujas, couro e ao cheiro metálico distinto de sangue.
hur. O cara no balcão, um peso-pesado aposentado com um nariz que já havia sido quebrado
mários, vestiu uma legging gasta e uma camis
itual era calmante. Por cima, por ba
imou do saco
nçou u
á. Seus músculos haviam amolecido durante seus três anos como esposa-troféu. A briga no beco fora pura adren
os dentes
qu
n
qu
A dor em seus músculos era boa. Era real. Significava que ela estava viva. Ela
s, a porta da a
- Under Armour, mas da linha cara. Seus tênis eram de um branco imaculado.
nho de Elias Thorne.
ssada, Julian tinha dado em cima dela em uma gala
curando por um treinador. Se
co. Apreciou a curva de sua cintur
xibindo seu melhor
ao lado do saco dela. - Você está baten
arou. Jab. D
disse ela
lian. Acho que nunca
upada - di
roximou mais. - Qual é. Deixa eu te pagar um shake
luvada. Ela se virou para encará
o se bater no saco com essa postura - d
icença? Eu luto boxe h
acos de pancadas - disse Aurora. - Sua bandagem está m
e estava levando um sermão de u
neste saco com mais força do que você jamais conseguiria. Se eu c
começou a desenfaixar as mãos
e cinco anos! -
u disse.
ueria se exibir. Queria impression
cou todo o seu peso nele, sua forma desleixada, seus po
feriu o
R
do saco. Foi
do a mão contra o peito. Ele se
. Ela pegou sua
sei - di
ele em direçã
fegou, com lágrimas
socorro - Aurora gritou por cima do ombro. - E diga
o a dor por um segundo. -
deu. Ela desapare
do seu pulso inchado. Ele procurou desajeitadament
? - Julian
- A voz de Elias er
u pulso. E... eu conheci uma mulher malu
ncio do outro
a-a - dis
não sei, como se ela estivesse olhando a
om que poderia te
u Elias. - Vou mandar o Graves para
? - Julian per
ão ia largar tudo por um p
Si
ir de novo...
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