“Depois de dez anos com meu namorado, Bernardo, ouvi ele me chamar de "comum" no meu aniversário de 28 anos. Ele disse a um amigo que se arrependeria de se casar comigo porque minha origem de classe média não era boa o suficiente para sua família rica. No dia seguinte, ele me expulsou da nossa casa. A mãe dele então me pagou para servir em uma festa, justamente para a mulher que ela sempre quis para o filho. Dez anos da minha vida, apagados. Eu era descartável, um tapa-buraco que eles não precisavam mais. Naquela noite, de coração partido e sem ter para onde ir, fiz uma loucura. Abri um aplicativo de namoro, encontrei um Fuzileiro Naval do tempo do colégio, um cara quieto e confiável, e mandei uma mensagem. O perfil dele dizia: "Procuro uma parceira séria para casamento e família. Sem joguinhos." Então, digitei as palavras que mudariam minha vida. "Isso pode parecer loucura, mas se você está falando sério sobre casar... você consideraria se casar comigo?"”