FILHOS DA LUA
em segundo plano, quando não em último. O canil dos lobos selvagens se abria em uma clareira cercada por discretas grades reforçadas. Esse espaço não era composto por ja
rmou; seus ombros relaxaram, seu rosto s
te, alguns se sentando e outros se deitando, sem rosnar ou recuar, como se tivessem uma espécie de entendimento silencioso sobre o que estava para acontecer. Um deles inclinou a cabeça, atento, parece
tiu o lobo que habitava nele se erguer, um instinto primitivo despertando dentro dele. - Eles... - murmurou o Beta, ao lado. - Eles estão respondendo. Roderick apenas observou em silênci
... e eu não quero sujeira, ouviram bem? Um dos lobos se acomodou, apoiando o focinho nas patas, enquanto outro abanou a cauda, mostrando uma obediente expectativa. - Escutem com a
imento e concordância. O Beta arregalou os olhos, evidentemente perplexo e intrigado. - Isso... isso não é normal - sussurrou. - Não - concordou Roderick, sua expressão
mãe não precisa trabalhar dobrado e pode cuidar dos outros bebês por aí. Entenderam? Os lobos emitiram mais ganidos, de
vacidade do ambiente: - É impressionante como eles respondem a ela. - Ela é humana? - pergunto
iu, parecendo cada
ropos. Para ela, são lobos selvagens. Roderick observou um dos lobos se aproximar d
o homens que escolheram permanecer na forma animal por um tempo. Alguns
cem a ela. - Como filhotes - completou o gerente. - Ela os atrai. E eles acei
nto - disse, batendo palmas com alegria contagiante. - Agora todo mundo para as suas caminhas. Está tudo limpinho. Imediatamente, os lobos obedeceram, com
um suspiro de alívio. - Agora vou tomar um banho e vestir meu uniforme de gal
consciente da
erick sentiu um sorriso perigoso se formar em seu ros
inuou ela - para vocês não fazerem nad
que apenas ela parecia conseguir invocar. - Daqui a uma hora
Roderick novamente, interrompendo su
os olhos arregalados. - Você está
trole da situação. - Senhorita... - tentou int
nem percebeu que nós estávamos aqu
avam?
essando-se para esclarecer., veio para a recepção
ma pitada de curiosidade nos olhos. - Mas se o senhor veio aqui
obedientes e entendem tudo, muito mais do que muita gente por aí, não são ap
um brilho de determinação, então, com
, porque a escrava aqui precisa se arrumar para es
Com licença e saiu rebolando, resmungando sobre a i
so para o senhor, é inapropriado. Roderick manteve o olhar fixo na d
a perplexidade evidente em cada palavra. Roderick sorriu, u
s - ordenou, sua voz ago
ntinuar agindo
novo e poderoso. - Eu gostei dela, ela vai trazer m
em seu caminhar. - À noite- murmurou, um
observava em silêncio, como se estivesse prestes a testemunhar