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FILHOS DA LUA

Capítulo 5  CAPÍTULO 4

Palavras: 1643    |    Lançado em: 05/01/2026

to ainda pálido devido à reprimenda que recebera publicamente, co

angimento que a sufocava. Voltou-se para Liara, esforçando-se para esboçar um sorriso, mas a insegurança ainda era visível em seus olhos, como os reflexos de uma tempestade prestes a

do queixo, indicou o esplêndido salão à sua volta, onde a opulência e a sofisticação se encontravam em cada detalhe. - Eu sou convidada do dono do resort, uma honra que posso não t

- Mas... - engoliu em seco, o paladar amargo da surpresa a deixando tonta, como alguém que acaba de descobrir que a imagem que tinha de um ídolo era apenas uma pro

transbordando de espanto e, logo após, puro desespero. - Você quer dizer que... - apontou incrédula para ele com um gesto que misturava confusão e desamparo, como se tivess

cos distantes. - E eu falei tudo isso para o meu chefe... - levou a mão ao peito, sentindo o peso da revelação como se um enorme fardo tivesse sido colocado sobre seus ombros, esmagando suas expectativas e sonh

medo e a desolação que a ideia de perder o emprego lhe provocava. - Eu preciso desse emprego. Minhas crianças precisam de mim. Minha avó precisa de mim. Eu não posso perder esse trabalho, não posso! - As mãos dela tremiam ligeiramente, e

o um alívio após uma longa jornada marcada por decisões pesadas e compromissos exigentes. A atmosfera, antes densa e carregada com um peso quase insuportável, agora parecia mais leve, como se aquele alívio fosse uma brisa fresca depois de um dia abafado. Então, Roderick, sempre o centro das atenções,

demitida. Sua dedicação e bravura em enfrentar as adversidades são exatamente o que precisamos. Sua contribuição é valiosa, e eu reconheço isso. Agora, vamos conversar sobre como podemos melhorar essa situação juntos, como uma

tivesse em um duelo entre a adrenalina e a lógica. - Você é minha convidada - continuou Roderick, sorrindo suavemente, como um amigo que deseja aliviar a angús

s parecerem se encurvar. - Mas você não pode se referir a ele assim - advertiu Liara em um tom baixo, mas firme, como uma luz fazendo sinal em meio à escuridão, a gravidade da

vesse tentando acreditar em uma nova realidade que desafiava toda a lógica. - Você é um rei? - A pergunta escapo

evocando uma combinação de respeito e admiração. - Majestade... me perdoe, sinto muito eu realmente cometi tantas g

imais, eles me entendem e eu a eles, você sabe né? Não sei

ersa parece uma dança e eu sou sem

as emoções. - Com animais eu sei me entender. Com pessoas... eu me embaraço; é como tentar desve

contemplativa e cálida, até que um meio sorriso - raro e genuíno -

em uma tarde tranquila. - Continue sendo você mesma. É isso que eu aprec

e indagou, sua voz carregada de

sinceridade que parecia transcender o momento. - Não

rabilidade de seus olhos, que refletiam uma pr

cial, carregado de significado. - Encontrei alguém que me trata como um ser humano norm

e Liara sentiu um frio na barriga ao ouvir isso, como se estivess

e esperança que pesava sobre todos os presentes. Liara piscou, confusa, suas emoções conflitantes começando

a verdade que havia se revelado, suas luzes prateadas dançando nas águas tra

via encontrado algo que buscava há séculos, uma conexão genuína

no ar como um perfume doce, uma nova chance de amor e compreensão

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