FILHOS DA LUA
para criar uma atmosfera encantadora e mágica, digna de um conto de fadas. As paredes estavam adornadas com tapeçarias delicadas, q
de seda, exibiam arranjos florais requintados, semelhantes a obras de arte. Cada bouquet era uma fusão de cores vibrantes e aromas exóticos, meticulosamente organiz
rrealistas de tão perfeitas. Os aromas envolventes se entrelaçavam em harmonia, prometendo uma experiência gastronômica que ficaria gravada na memória de todos os presentes. Obviament
ma. Ele se sentia como um maestro diante de sua orquestra, contemplando a sinfonia dos olhares admirados e sorrisos satisfeitos. Quando o gerente se aproxim
se ele de forma direta, a gravidade de sua solicitação m
eso, claramente não pre
lha inusitada. A presença da senhorita Liara, uma mulher conhecida por sua dedicação
la, como se suas palavras fossem as últi
ar em sua testa enquanto ele tentava compreender a lógica por trás daquela convocação repentina. Era um evento tumultuado, repleto da alta
o gelo mais grosso. O ambiente tornou-se pesado, quase opressivo, enquanto ele parecia ponderar não apenas a tarefa
algo mais profundo que só ele compreendia. Era como se ele estivesse decidindo não apenas o destino d
sabia que o homem ali presente não era apenas o proprietário do resort, mas também alguém que tinha a habilidade de transformar
desviava, incapaz de suportar a pressão dos olhos de Roderick. A gravidade da situaçã
alava de um receio crescente, não apenas pela tarefa que lhe foi atribuída, mas pelas possíveis repercussões dela. Liara estava no banheiro, organizando seus materiai
do gerente era uma mistur
ar de algo, já aviso que os lobos estão mais limpos do que muita gente por aí. Essa é a
ia estivesse presente na recepção esta noite. É um evento... diferente. Ele deseja que você compareça como representante da equipe, e, de cert
surpresa e indignação. O som do estalo ecoou pelo corredo
e corria rapidamente, tentando processar a mensagem que o gerente acabara de transmitir. - Não tenho roupa para isso! Essas c
s e turbulentas. Sentia a urgência de transmitir a mensagem, mas temia sua reação. Ele sab
a com um carinho especial, com o nome de uma grife estampado em dourado. Liara franziu o cenho ao ver o objeto, como se tentass
entativa de aliviar a ansiedade que começava a se formar dentro dela. Sua mente estava repleta de perguntas: Por que ele
apenas eles dois conheciam. Era um sorriso que indicava um entendimen
ue contrastava com a seriedade do momento. "Pela graça do senhor", ele pensou, "que ela não se deixe enga
ndo uma mistura de dúvida e curiosidade. A mente dela já estava repleta de perguntas, cada uma mai
sse desafiando o destino, empurrando a cautela para o fundo da
segredo que a vida havia reservado para ela. A visão do que estava dentro a deixou sem palavras por um
m surpresa, os olhos arregalados rep
m flutuar, uma clutch elegante que emanava sofisticação e... joias deslumbrantes, todas reluzindo como es
do realidade, um mundo de opulência que ela nunca tinha sonhado em experienciar. A ideia de se vestir de manei
ério que precisava ser respeitado. - O senhor pediu que todos os funcionários importantes est
eceber uma grande responsabilidade. A magnitude do presente começava a pesar sobre seus omb
o se estivesse se preparando para um salto em um desconhecido. - Mas depois eu vou devol
enrolar antes, um sorriso discreto dançando em seus lábios, talvez divertido com a batalha inter
o se estivesse se purificando de toda a ten
tante que relaxava os músculos ainda doloridos da queda anterior, como um abraç
dedicou tempo extra ao cuidado de seus cabelos, escovando-os com uma suavidade quase reverente e moldando os cachos de forma s
rava a luz de maneira sutil, máscara para os cílios que ampliava seu olhar e definiu levemente as sobrancelhas, que estavam quase brancas demais, como se quisesse dar vida a um canvas que estava um pouco apagado, revelando uma profundidade que antes parec
ase, reconhecendo finalmente a mulher que estava diante dela, não apenas refletida
rvando o reflexo que se apresentava diante dela, um v
es vibrantes, trazia à tona uma confiança que ela não sabia que possuía. Era como se ca
em suas veias, cada batida do coração ecoando a sensação de estar verdadeiramente vista e valorizada. Este era mais do que um mero ev
si mesma, com uma pitad
pcionista. O ambiente estava repleto de risadas e conver
e. A senho
fato simples. - Disseram que eu tinha que vir. Havia um senso de urgência na
, erguendo as sobrancelhas em surpresa. - Sim... senhorita Liara
ez, intrigada e um pouco nervosa com a ideia de encontrar alguém tão influente. A lembrança do nome "L
ou, pensando, suas memórias piscando com
or homens e mulheres elegantes, entre eles, celebridades
cebe a chegada de alguém especial. Foi um momento de silêncio sutil, um reconhecimento silencioso de que el
nalisaram com desdém, como se a presença dela fosse um incômodo inesperado, suas expressõ
ndo o silêncio, e este ato s
a gentileza foi uma ponte que a conectou ao
inando não apenas o seu ser, mas também aqueles que a cercavam. Naquele momento, cada passo que deu era
rvoso dançando em seus lábios. - Não vá mais me dar desc
espontaneidade dela, como se a vida tivesse retornado ao clima pesado da sala. Era como se
na maioria das vezes, por licantropos - homens e mulheres cujos olhares a observavam como se ela foss
a, ajustando a postura em sua cadeira com desdém, como se s
visível em seu tom de surpresa, como se aquele nome o
om a calma de alguém que sabia da temp
o rapidamente enquanto tentava decifrar quem era aquela estranha que havia atraído a
e sarcasmo misturado à incredulidade, como se tivesse encontrado uma joia
se tivesse sido chamada de um nome totalmente inesperado
esafiante. - Querida, ele me chamou. Disse que eu tinha que vir. O dono disso aqui mandou eu vir - suas
quem é o dono disso aqui. Mas se o senhor Li
verdade, eu só esbarrei nesse armário ambulante enquanto cuidava das minhas crianças. Caí no c
um cobertor após uma tempestade - a imagem de uma pequena criança se encolhendo sob as cobertas veio à
a respirou fundo e se levantou levemente, sem
Nesse momento, o riso contido daqueles homens ecoava ao seu redor, como se eles estivessem desfrutando de uma piada interna que Lia
outro lugar, se estou incomodando, como uma sombra que decide não se deitar
ão de sua determinação em não ser um fardo, uma sombra invisível que poderia
lago em um dia sem vento, cada olhar curioso e todas as conver
ue poderia arrebentar a qualquer momento. Os olhares de reprovação se misturavam com uma nova curiosidade, como se
ram na sala, firmes como rochas em um rio agitado, e Liara sentiu um misto de gratidão e surpresa por ser defendida de forma tão intensa. Era como se, ao afirmar is
uma faca afiada. - você é quem deve se retirar, como a nuvem que se afasta do sol, permitindo que a luz brilhe em seu esplendor. As palavras de Roderick assumiram um tom quase
ça de seu vestido não podiam mais esconder a fraqueza revelada, e gélidas ondas de desconforto começaram a ondular ao
ao fazê-lo também estivesse desenhando um círculo de proteção ao seu redor. - E vai ficar ao meu
efendendo Liara, mas reclamando um espaço de respeito e digni
admiração, mas uma impressão de que... talvez aquele armário ambulante não fosse apenas um homem alto demais... - Cada palavra
ctadora calma de um espetáculo noturno, refletindo a transfor