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A Esposa Indesejada do Rei da Máfia Brilha

Capítulo 3 

Palavras: 781    |    Lançado em: 05/01/2026

El

manchado de fuligem. "Eu a peguei tentando destruir a urna porque ela o

peito arranh

ra patética e

s. Minhas unhas estavam feita

o olhou para

za que costumava ser a única figura

ue ele pensava ser seu co

sa", disse Dante, sua

tros Chefes preenchiam a en

um zumbido baix

trais era um pecado c

iz isso",

mas meu coração martelav

o para se distanciar de minha suposta vergo

cinzas, suas botas esmagan

arrou pel

ara matar, apenas o suficiente

minha espinha colidir com a

fez", ele sibilou

ue *ela* fez

ou com um emp

enfermaria", ele o

m correndo e ajudaram

r cima do ombro enquanto mancava para for

raço direito, deu um passo à frente

ucou. "A urna está em pedaços

virou p

erguntou. "Você queria agir como s

fiz isso

u. O som ricocheteou

fivelou

zou pelos passadores

mortalmente

era incomum para so

ra uma

inéd

milhação

e", ele

ei par

que eu havia salvad

em que eu amava d

o esta

Don per

zo, aproximando-se. "I

to", disse Dante. "Vire-se, Elena.

ria a satisfa

e vi

s mãos na pedr

o vitr

inha bochecha até sen

ra

ortou min

de fogo sendo dese

ou para frente, mas

ra

hicotada fo

seda do m

pele s

rosnou. "Peça des

disse

rei-me

os últimos resquíci

emória morrendo, arr

ra

dei meu sang

ra

i a facada por

ra

casamento.

i até

elhos c

ra o altar, c

estavam molhad

estava

e pa

de, seu peito subindo e des

aiu nas cinzas, levantand

Tranquem-na em seu quarto. Nenhum médico a

aiu da capela se

s agarraram

rastaram p

os rastros na poeira cinza, mar

o des

de ter

cada solavanco, cada momento da

a do quarto de hóspede

ali no

ch

ra pessoas que t

go marcando minhas costas e

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A Esposa Indesejada do Rei da Máfia Brilha
A Esposa Indesejada do Rei da Máfia Brilha
“Meu marido me ordenou que virasse de frente para o altar. Ele abriu a fivela de seu cinto de couro pesado, seus olhos gelados e desprovidos de misericórdia. "Você precisa aprender a ter respeito", Dante cuspiu as palavras. Ele me açoitou na capela da família até minhas costas virarem uma massa de carne viva e sangue. Tudo porque a amante dele, Sofia, me incriminou por quebrar a urna do avô dele. Ele não perguntou a verdade. Ele não hesitou. Ele só queria punir a esposa que considerava um fardo. Enquanto o cinto rasgava minha pele, eu não gritei. Apenas contei as memórias morrendo. Ele não sabia que fui eu quem mergulhou no lago congelado para salvá-lo no ensino médio. Ele não sabia que fui eu quem levou uma facada por ele durante a emboscada. Ele acreditou nas mentiras de Sofia, de que ela era sua salvadora. Eu o amei por dez anos. Eu sangrei por ele. E em troca, ele me marcou permanentemente por um crime que não cometi. Naquela noite, não cuidei das minhas feridas. Fiz minhas malas, assinei os papéis do divórcio e jurei pelo Código da Omertà nunca mais amá-lo. Três anos depois, Dante encontrou meu antigo diário escondido sob o assoalho. Ele leu a verdade sobre quem realmente o salvou e percebeu que havia torturado seu anjo da guarda. Ele me encontrou em Paris, caiu de joelhos no saguão lotado de um hotel e implorou por perdão com lágrimas nos olhos. Eu olhei para o homem que me quebrou e sorri. "Então deita e morre, Dante", eu disse suavemente. "Porque eu tenho uma vida pra viver."”