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O DUQUE DE BLACKMOOR

O DUQUE DE BLACKMOOR

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Capítulo 1 O LUTO, A DESPEDIDA DO CHANCELER

Palavras: 1085    |    Lançado em: 11/01/2026

e curvar diante do nome que ele carregara em vida. O chanceler estava morto. Encontrado sozinho, em um qua

certo por quanto tempo ocultou da esposa sobre o lhe atormentava, mas

io que ninguém soube ouvir a tempo. Sua ausência não foi anunciada por palavras, mas pelo vazio que de

ue algumas dores se escondem tão bem qu

trelaçadas no colo, sentindo o peso de um mundo que desabava em silêncio. O homem que fora seu marido - respeitado, elegante, influente - escon

rdera

xceto o filho que fora gerado no ventre de Helena. E justamente naquele dia, seria o dia em que ela lhe daria a notícia, após o

ma porta com cuidado, acreditando poupar o nome... e talvez poupá-la. Preferiu aguentar as consequências sozinho ao

vel. O chapéu antigo escondia parte do rosto, e os longos cabelos ruivos escapavam discreta

rdade. Eles sabiam. Sempre souberam. A jovem ruiva vinda de uma origem modesta, escolhida por um homem poderoso contra as convenções, nunca fora pl

ara-se apenas uma lem

sim, resp

elo nome que ainda ecoava entre os túmulos, forte o bast

erra. Cada gesto seu era observado, medido, comentado em murmúrios contidos. Esperavam vê-la quebrar-se, desesperar-se. Espe

não lhes deu

odou por inteiro em seu peito: não havia herança, não havia proteção, não havia futuro garantido. N

começou

céu também soubesse que nã

e afastavam. Sentia-se desolada, sim - mas algo dentro dela se

uele não era o fim, agora mais do que nun

a só, alguém, à di

tade, o peso do seu espírito abat

anecía ali sobre seu túmulo como se esperasse despertar e que tudo aq

nte, irrelevante. O corpo permanecia de pé, mas a alma...

a encharcada, sem força para resistir, sem vontade de se lev

ele se a

fereceu palavras vazias. A

a dizer se pela chuva ou pelas lágrimas que já não fazia questão de conter

sse a fragilidade daquele momento sem precisar ouvi-la confessar. Em silêncio, conduziu

erguntou q

ntou para

m. Tão pouco ele fez questão de se apresentar na

as. Estava presente apenas em forma. O corpo seguia, obediente. Mas a alma permanecia dis

enciar enquanto iam atravessando os bosques escuros e tristes, como aquele dia em sua vida. Na carruagem a viúva do C

ca mais o seu sorriso, nunca mais as tardes de chá e risos ju

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