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Contrato de Silêncio

Capítulo 5 Uma proposta indecente demais para recusar

Palavras: 1227    |    Lançado em: 12/01/2026

í

invisível. Os livros - meus aliados de tantas noites solitárias - observavam em silêncio, cúmplices de uma sentença que eu ainda

eu peito antes que eu tivesse coragem de enfrentar o que vinha a seg

ia algo de esmagador na calma dele, uma autoridade que não exigia gestos nem palavras. Seu s

um abismo: não pelo empurrão, mas pela certeza de que, se desse um passo errado, cairia sozinha. Porque o que havia ali não

ue o nome seja o m

nda vibravam n

penas me encarou como se estivesse recalculando todas as variáve

a do que está diz

e fato, disposto a me dar uma saída.

ade. - Mas tenho certeza do q

entiu d

a exatamente o que está aceitan

nti um arrepio ao perceber como tudo parecia conspirar para nos colocar la

s como algo vivo - páginas e páginas de termos, cláusulas, números e pa

ele disse

em que havia me sentado no dia anterior. Um detalhe p

cei

civil imediato. Regime de separação total de bens. Confidencialidade vitalíci

sobre

sobre

sobre pr

cordo comerci

ondeu. - Mas com

da integralmente. Um fundo pessoal intocável, acessível apenas por

lado. Tudo

ou em tudo

ase

tei o

e não

o. Um segundo inteiro. Ad

você - respondeu. - Nem

Passei os olhos com mais atenção. Minhas mãos trem

ei. - Cláusula

e apr

minente." - li em voz alta. - Essa cláusula permite

Si

cional" é um conc

ecis

olhos por

momento eu deixar d

da - ele interrompe

sem

parece muito co

entou me

sso a deixá

se já fosse res

ssinar

atingiram com f

u disse. - É uma tomada de

e corrigiu. - Que voc

vr

tro daquela casa que observava tu

minha dívida some. Eu vou emb

Si

vo

ntro outr

nt

estabilidade, algo crível. Uma mulher desconhecida surgindo do nada

isa de mim

o - ele

uiu foi diferente. Nã

os renegoci

dele se ergu

ou ou

saiu firme, apesar do coração acelerado. - Quero autonomia real. Que

udo - ele

e destrói

zou os

eduz meu

atam

nstalou. A casa pareci

ada - ele di

. - Estou desesperada o su

eu fosse um território

disse. - Limites claros. M

O

eal

bai

se exige. S

ele respondeu. - E es

ato. Para minha vida antiga. Para tudo o qu

que apela para o corpo. É a que oferece sobrevivência,

e devagar -, não será

espe

a vez, alguém me ofereceu e

o é suf

mão em direção à tela,

pondi. - Ma

u. Desativo

isso oficialmente. Com advog

hã - r

porta. Antes de

dri

Si

é pessoal..

é - ele

ar dele por um

or que pa

erei re

nas trêmulas e a estranha certeza de que acabara

uel. Calculada. E ainda assi

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