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Contrato de Silêncio

Capítulo 4 A ameaça que não posso ignorar

Palavras: 1161    |    Lançado em: 12/01/2026

ri

s letais não vêm anunciados - eles se infiltram, se acomodam, respiram o mesmo ar que você até o momento exa

pério Moretti e que agora ensaiam a melhor forma de arrancá-lo de mim. O vidro escuro reflete nossos r

do conselho, com a voz untada de falsa cordia

ra no ar como

espondo, sem alterar o tom.

rebate. - Investidores querem

lá está ela novamente, a narrat

vida pessoal? - pergunto, ap

har. Outros sustent

iretamente a imagem do grupo

inha cama é assu

contido perc

erado - responde outro conselheiro. - Não se

poder. E ele

ndo um envelope fino sobre a mesa em minha direção. - Um

e. Não preciso. Já

- pergunto,

ar - ele diz, sem rodeios. - E

iosa para algo que, na

chantag

ercado - e

uns infiéis. Outros infelizes. Todos protegid

e recusar?

responde

orio diz. - Outros seguirão. E o

e para golpe interno. A ameaç

o o paletó. Não dou a ele

a esposa - digo.

gurança - Vit

espondo. - Mas vou entre

iviados. Outros so

nuo. - Depois disso, não qu

io concorda. - Esperam

a sem esper

arece mais duro, mais fechado. Não por medo. Por raiva. Eles acha

taneamente. Luzes se ajustam. O silêncio me recebe como um cúmpl

itório. A tela principal se acende automaticamente, exib

varredur

conselho. E-mails criptografados. Reuniões for

não age

emais. Eles não querem apenas uma esposa ao meu lado. Querem tempo. Querem que eu abaixe a

igo. - Prepara

ema co

olhos por um segundo. Apenas um

do pen

da para ele se aceitar o contrato. E ela ainda não aceitou - não completamente. Ela d

nso surge nos

que está em risco. Ou talvez

ignorante, pulsando abaixo. Pessoas comuns viven

pessoal -

ntira começ

da. Desta vez, nã

ia Rocha - ord

Localização atual: ala les

Hm... Curioso

ronas de couro, cheiro de papel e tempo. Lívia está sentada perto da janela, um livro aberto no c

trar em uma guerra silenciosa. Mas guerra

Dostoiévski

ar, surpresa co

uando o homem tenta fugir da p

ress

cia é um l

o - ela rebate,

ximo

eunião - digo. -

ara

ra t

encara,

inuo. - Vão pressionar, man

ambém - e

si

urança emocional - digo. - Mas posso

diz, sem desafio.

ontrai no

que não posso pro

gue me protege

mpo. Preciso de um segun

to. - Mas estou

segue não é conf

ei o anúncio ao conse

e lev

seja o meu - diz. - Mas não

o mercado. Ela está ali, diante de mim. E, pela primeira vez em

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