icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
O Cowboy Indomável

O Cowboy Indomável

icon

Capítulo 1 Prefácio

Palavras: 1794    |    Lançado em: 27/01/2026

olhar muda o destino. Porque alguns amores

junto às colinas de Albuquerque ainda me persegue: pólvora, chuva, sangue e terra seca misturados, formando um aroma que ninguém esquece. Foi à beira do Rio Grande, ali e

nhos: pólvora, chuva, terra e lág

erra não. E eu vivi bastante tempo para ouvir o des

ndez. Duas casas que, no princípio, se respeitavam, rezavam jun

rro de fronteira, um amor maldito ou uma pala

o horizonte. homem de olhar duro e coração pesado. Lembro dele como quem se lembra de um trovão: quando falava, a gente escutava. Quando se ca

Doce Estrellas, de Don Ramón Hernández, um homem que parecia feito de pedra

ro, e juravam que suas famílias seriam irmãs de sangue. Mas, ay Dios mío, o destino não gosta de pactos e

com algo pequeno,

uva, e com ele a fronteira entre as duas haciendas. Poucos metros de terra

fora sua; Don Ramón sustentava, com escritura

dos doi

honra não recuam, o in

eridos. A poeira da raiva subiu, cobrindo o céu de ambos os ranchos.

foi encontrada morta, violentada e alvejada às margens do r

o gatilho, mas todos souberam que,

ritou, não chorou. Vigia o corpo estendido na carro

ida - murmurou, acendendo o cigarro com mãos f

com outro sangue. E assim o fizeram, nesse dia o

mata um homem é o amor, Ramón Hernández apareceu em Santa Es

eus tenha piedade da

em de Santiago, permanec

que o inferno te rece

que tudo se

e nascem de um simples tiro. Às ve

idas com Isabela Hernández, irmã de Ethan. Jovens demais, inconsequentes

água despencava com força e o barulho escondia promes

que o amor era mais forte

ria ao ódio dos pais. Mas nada sobrevive

z, o irmão dela, desc

a que Isabela guardava sob o travesseiro.

a amava e queria fugir com ela.

ela vergonha, o medo de macular o sangue

sob a tempestade, cabelos soltos, vestido branco grudado ao c

o como tiros, relâmpagos cortando o céu em faíscas brancas e cruéis. Eduardo dever

ha começado ali, no silêncio da minha covardia,

o céu parecia consp

inal de luta, só lama

em público. E Don Santiago, dizem,

me perdoe

rocurado a noite toda,

margens e levou metade da cerca. Don Ramón incendiou a ponte de madeira qu

, mas a ferida j

nomes, mas a feri

a mulher boa e mansa, que o fez feliz, dando a ele seu herdeiro Alejandro Hernández, e

ilhas: Mariana e Daiana Rodríguez Sánchez. Elas cresceram ouvindo lendas e advertências mur

os a repetir os pecados dos pais, foi Daiana quem

junto à velha cerca de madeira. Cabelos ao vento, riso

te de que o futuro da rixa ag

que confiança era luxo que nunca se concedia. Mas os olhos dele, ainda gar

has de tempos em que um homem resolvia tudo com pólvora e punho. Os ca

sigo sendo

uerque, e o vento quente trazia o cheiro de poeira e mezcal. Ela chegou numa dil

firme, orgulhoso, ma

ios como se tivesse nascido para comandar. Os velhos do pueblo cochichavam que a filha de Eduardo havia h

sse Alejandro Hernández, o herdeiro da Doce Estrellas, o filho do homem qu

relâmpago, ela, de olhos firmes e vo

nascem da dor. Havia algo antigo, algo que vinha do rio e do sangue, algo que o vento s

nos ombros. O olhar dela, firme e confiante, lembra-me do orgulho de Santiago e o dele, intenso e contido, é reflexo

scursos sobre honra e dever. Mas Daiana não era de se dobrar, carregava o sangue dos

os senhores, ainda fico aqui, sentado à po

z o mesmo perfume de outrora: pól

gava poeira e

gredos que atrav

instante, que o p

que a chuv

que a mort

rra guarda, esperan

o se repete dian

, mas o destino já

as conto

.. são a

Reclame seu bônus no App

Abrir