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UM CEO EM MINHA VIDA

Capítulo 2 II

Palavras: 2484    |    Lançado em: 28/01/2026

eatriz

ria Lima parecia gelo seco contra a minha

orpo. Eu conseguia sentir o calor que emanava dele, um calor que contrastava com a frieza cortante das suas palavras. Ele cheirava a algo caro e proibi

Eu tentei manter o queixo erguido, mas estar tão perto dele era como tentar ignorar a gra

ra absurdamente bonito, do tipo que fazia as mulheres pararem o que estavam fazendo apenas para vê

no meu peito. - O seu corpo é uma variável que você decidirá se quer incluir na equação. O contrato é clar

se, e dessa vez não foi u

cia. Nossos narizes quase se tocaram. - É muito mais útil do que o amor para

batimento rítmico e calmo do seu coração. Como ele podia estar tão calmo enquanto esta

agora o banco queria tomar. Pensei nos meus funcionários, pessoas que dependiam de mim para colocar comida na mesa. Se eu dissesse não

eu sussurrei, testand

Mais o aporte de capital para a sua empresa. Eu transformo a Lovatelli Arquitetura na maior parc

boca do meu estômago era algo que eu não queria admitir. Arthur Valente era o inimigo, mas o jeito que ele

e. - Quero liberdade total para os meus projetos. Quero que você não interfira na m

, um som sombrio que fez os pel

precisaria forçar a entr

u a minha nuca, os dedos se enterrando no meu cabelo com uma firmeza que me fez soltar um arquejo de surpresa. A outra

músculo sólido das suas coxas contra

eu tentei protestar, mas min

lito quente contra os meus lábios. - E dando

, ele me

rritório. Seus lábios eram firmes e exigentes, e quando sua língua pediu passagem, eu cedi por puro

, por vontade própria, subiram pelos seus ombros, agarrando o tecido caro do seu paletó. Eu devolvi o beijo com

nha cintura com tanta força que eu sabia que ficariam marcas, e a ideia de ter as mar

e com os lábios inchados. Ele parecia minimamente afetado, exceto pe

regada de uma satisfação cruel. - Você é puro fo

recuperar a dignidade enquanto ajeitava meu blazer,

uma caneta de ouro e a girou entre os dedos. - O contrato estará pronto às oito da noite. Mandarei um carro te buscar. E

cê quer faz

em. - Ele voltou a olhar para a tela do computador, me dispensando friamente, como se o be

ajeto até o elevador foi um borrão. Quando as portas de metal se fechar

a o diabo de olhos cinzentos. E a pior par

telas. O contraste era doloroso. O carpete desgastado, o cheiro de café requentado e o

xpressão de preocupação. - Você está pálida. O que aconteceu? O Valente te humi

o, Mari - interrompi, jogan

absoluto por três segundo

fala sério. Ele aceitou a

ela morrer instantaneamente. - Ele me ofereceu um contrato. Um ano como e

na cadeira de visit

a você nunca mais desenhar uma planta se não quiser. Mas... é o Arthur Valent

que ser a mulher perfeita para o conselho da empresa dele não tirar o cargo dele.

perguntou, a curiosidade

por um caminhão ao mesmo tempo. Eu o odeio, mas

tório é terminal. O oficial de justiça ligou hoje de manhã de novo. Se você não fizer isso, em duas semanas estamos todas desempregad

a ela. - Eu aguento um ano. Vou pegar o dinheiro, salvar o nome d

ontra a mesa voltou com força total. O jeito que ele me olhou, como se soub

ara me transformar na

partamento

rthur era pontual, uma característica de

o nas costas e uma fenda na coxa que era um convite ao pecado. Meus cabelos estavam presos em um coque elegante, mas com algumas mechas soltas para

rdens. Eu parecia a mulher que Arthur Val

parado na frente do meu prédio. Um motoris

atelli. O Sr. Valente a

de São Paulo passando pela janela, sentindo o estômago dar voltas. Eu estava pr

uma área reservada, cercada por vidros que davam

e tinha trocado o terno de trabalho por um smoking que parecia ter sido es

a três minutos - ele

gam cedo demais - retruquei, caminhando em sua direção. O som dos

pela primeira vez, vi uma fresta na sua armadura de gelo. Suas pupilas dilatara

utocontrole, presumo - ele disse, a voz

parte do "impact

le pegou a minha mão e levou-a aos lábios, beijando os meus nós dos dedos enquanto mant

couro preta. - Assine, e a primeira parcela cai na sua conta agora. Depois

estava lá. Centenas de cláusulas e

deve residir na proprieda

mpanhar o contratante em todos os e

elidade pública ou privada resultará

última.

le. - Você está dizendo que eu não po

us ombros, e o calor dos seus dedos atravessou a seda do vestido. - Enquanto você carregar o meu sobrenome, você é minha. De

levemente, mas eu não hesitei. As

inando o seu nome logo abaixo do meu com uma caligrafia agre

lveu minha cintura com o b

a de se tornar a mulher mais

os para a saída, onde os flashes já começavam a brilhar através das janelas.

a que o brilho nos olhos dele me dizia que ele sabia exata

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 UM CEO EM MINHA VIDA
UM CEO EM MINHA VIDA
“​Arthur Valente é o "Tubarão de São Paulo". Dono de uma holding que domina o mercado imobiliário de luxo, ele é implacável, frio e dono de um magnetismo perigoso. Ele não acredita em amor, apenas em ativos e passivos. Sua única fraqueza? O império que construiu está sob ameaça por uma cláusula de herança arcaica que exige que ele esteja casado para assumir a presidência vitalícia. ​Beatriz "Bia" Lovatelli é o oposto do que Arthur costuma consumir. Arquiteta brilhante, mas de origem humilde, ela luta para manter o escritório da família após a morte do pai. Ela é fogo, audácia e curvas que desafiam a sanidade de qualquer homem. Quando Arthur oferece um contrato de casamento de um ano em troca de salvar as propriedades de Bia, ela aceita, acreditando que pode manter o coração a salvo. ​O que nenhum dos dois previu é que o ódio mútuo é o combustível perfeito para uma obsessão física incontrolável. Entre coberturas de luxo nos Jardins, viagens em jatinhos particulares e eventos da alta sociedade, o "casal perfeito" esconde uma guerra de poder entre quatro paredes, onde o prazer é a única regra e a rendição é inevitável.”