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ado, tudo tinha um preço. Mas, enquanto observava Beatriz ajeitar a saia e recompor a dignidade após quase ser possuída s
verdes ainda nublados pelo desejo que ela tentava de
urmurou, limpando o canto da boca o
agora. - Abri a porta da sala de reuniões, voltando à minha po
ndo dela. Beatriz não era como as mulheres com quem eu costumava sair - modelos que aceitavam presentes caros com sorrisos en
a sido fechada exclusivamente para nós, o gerente nos
eparamos a seleção que o senhor
aguardava em um balde de gelo de prata. Sobre o veludo negro de um m
ando os braços e me encosta
reu para os colares de diamantes ou para as pulseiras de platina. Ela cami
r? Um anel simples já cumpri
. Senti-a tencionar. - Helena vai olhar para a sua mão todas as vezes que nos encontrarmos. Eu quero que o brilho de
ura, fria e imensa. Peguei a mão esquerda dela. A pele de Beatriz era macia, ma
ecidi, sem con
estou, tentando puxar a mão,
nova realidade, B
a um sussurro que apenas ela poderia ouvir, enquanto o
estarão lá. Você usará esse anel, o seu melhor sorriso e aquele olhar de quem é dona do meu mundo.
hares se cruzaram. Havia um pacto silencioso sendo selado al
ou, a voz quase sumindo. -
be que a palavra de um Valente é a ú
opping. No carro, Beatriz não tirava os olhos do anel. Ela o girava no dedo, como
a avenida principal. - O que acontece se a gente
mas a mulher que estava entregando sua liberdade nas minhas mãos. Senti
diamante brilhou entre nós. - Já é real. No momento em que você aceitou ent
de luzes aos nossos pés. Enviei os seguranças para o andar de b
anhos. Ela tirou os saltos e suspirou, apoiando-se no parapeito. Eu a segui, a
ensando? - perguntei
agora... agora eu sou a noiva do homem mais poderoso da cidade, usando um anel que
você cair - eu disse, e a verdade
guentei mais. Passei o braço pela sua cintura e a puxei para um beijo que começou lento, explorató
coxa. Beatriz soltou um gemido baixo, entregando-se ao contato. Eu a pressi
r... - ela arquejo
que as luzes de São Paulo fosse
. Ela estava encharcada. O desejo dela por mim era tão latente quanto o meu por
cintura, os braços em volta do meu pescoço, o anel
do para o seu decote, marcando sua pele com mordidas le
rou, a voz carregada de uma entr
ou heranças. Havia apenas dois corpos se colidindo em uma sinfonia de prazer e necessidade, onde cada toque era uma reivin
Lovatelli (Fin
do por nós, eu soube que tinha cruzado uma linha sem volta. Ele não era apenas o meu "marido d
a com a fúria da varanda. Ele me observou, nu diante de
ao meu lado, puxando-me para o seu peito. - Amanhã a
o eu estivesse nos braços daquele tubarão, eu me sentia estranhamente invencível. O problema seria
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