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UM CEO EM MINHA VIDA

Capítulo 9 IX

Palavras: 1809    |    Lançado em: 28/01/2026

rthur

estado da minha mente. Eu não era um homem de impulsos, mas o que eu acabara de propor a

o segredo capaz de incinerar o sobrenome Valente. Ela parecia pequena, mas havia uma têmpera em seu

oz firme apesar do leve tremor nas mãos. - Casar amanhã

servindo-me de um uísque puro. - O estatuto diz que eu preciso estar casado para manter a presidência. Não diz que o casamento precisa de mil convida

entre suas pernas, colocando m

erecendo um exército. Se você assinar aquele papel amanhã, a sua luta p

ra o meu rosto. O toque dela era quente, um cont

ro saber que, quando as luzes se apagarem e a guerra acaba

eu peito como chumbo. - No momento em que você me enfrentou naquela sala d

alimentada por semanas de negação. Eu a levantei do sofá e a carreguei para o quarto, mas não para o quarto de

com uma pressa que raramente demonstrava, e quando vi Beatriz nua sob o luar que filtrava pelas nu

quando minha boca encontr

trato, Beatriz. Ho

espero, como se cada toque pudesse apagar a sujeira do passado que tínhamos acabado de descobrir. O sexo era cru, detalhado e exaustivo. Eu queria marc

Manhã do

os, um braço jogado por cima da minha cintura. Por um momento, esqueci as ações, o co

conselho para as 11:00 de hoje. Ela pretende usar o depoimento de Vitor Menezes sobre

minha espinha. Ela ia tentar o golpe final

o-a levemente. - Acorde. A gu

nublados de sono, mas em

Hel

conselho. Vitor vai fa

ençol para cobrir os seios, mas seus ol

chegar naquela sala de reuniões com a certi

iz de paz que me deve alguns favores. O carro estará pronto em vinte minutos. Use o vestid

va mais real do que qualquer cerimônia em catedral. Quando o juiz disse "Eu os declaro marido e mulher", e

assim que saímos para a calçada, onde os seguranças

so de lado que prometia destruição aos n

om p

ede da Val

havia vazado, e o clima era de funeral ou de golpe de estado. Quando as por

cumentos originais do crime ambiental e a certidão de casamento fresca n

s portas duplas

ta? - p

este momento, Arthur.

portas. L

tada no meu lugar, na cabeceira da mesa, com Vitor Menez

está atrasado para a sua própria destituição. O Sr. Menezes estava prestes

ando a certidão de casamento no centro da mesa de ô

quase cômica. Os conselheiros começaram a murmu

possível! Não houve p

ou o presidente vitalício desta Holding por direito de união estável e formalizada. - Dei um p

arda. Ela tirou a foto do terreno contaminado e o

para destruir a Lovatelli Arquitetura - a voz de Beatriz ecoou na sala como um veredito. - Vitor Menezes não está aqui como testemunha de mo

eguranças, posicionado na porta, deu um pass

na gritou, mas sua voz falhou

, minha voz agora baixa e letal. - Condomínio esse que você aprovou. Se eu entregar isso ao Mi

z minutos atrás estavam prontos para me trair, agora olhavam para Helena com nojo. O "Tubarão" h

lena perguntou, a voz quebrada,

ransferência das suas ações para a Fundação Lovatelli como reparação hist

ervando a queda da mulher que havia destruído sua fam

ou, olhando para o ex-noivo com

a para prestar um depoimento bem detalhado sobre q

nto que a assinatura mal parecia a dela. Quando ela saiu da sala, es

rei para

bou. Voltem ao trabalho. T

sala, o ar pareceu finalmente voltar aos meus pulmões. Eu a p

rrou, as lágrimas finalmente c

jando o topo de sua cabeça. - Agora o contrato a

dade. São Paulo parecia diferente agora. Não era mais

emos agora,

a e vou te mostrar que, embora eu tenha salvado o

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 UM CEO EM MINHA VIDA
UM CEO EM MINHA VIDA
“​Arthur Valente é o "Tubarão de São Paulo". Dono de uma holding que domina o mercado imobiliário de luxo, ele é implacável, frio e dono de um magnetismo perigoso. Ele não acredita em amor, apenas em ativos e passivos. Sua única fraqueza? O império que construiu está sob ameaça por uma cláusula de herança arcaica que exige que ele esteja casado para assumir a presidência vitalícia. ​Beatriz "Bia" Lovatelli é o oposto do que Arthur costuma consumir. Arquiteta brilhante, mas de origem humilde, ela luta para manter o escritório da família após a morte do pai. Ela é fogo, audácia e curvas que desafiam a sanidade de qualquer homem. Quando Arthur oferece um contrato de casamento de um ano em troca de salvar as propriedades de Bia, ela aceita, acreditando que pode manter o coração a salvo. ​O que nenhum dos dois previu é que o ódio mútuo é o combustível perfeito para uma obsessão física incontrolável. Entre coberturas de luxo nos Jardins, viagens em jatinhos particulares e eventos da alta sociedade, o "casal perfeito" esconde uma guerra de poder entre quatro paredes, onde o prazer é a única regra e a rendição é inevitável.”