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Prometida oo Capo

Capítulo 2 Ane Moretti

Palavras: 2536    |    Lançado em: 02/02/2026

s. A mansão à frente parecia ter saído de uma revista de luxo, ou de um filme sobre vilões ricos. Eno

lhe grita

tro do pátio lançava jatos de água sincronizados, iluminada por luzes discretas que deixavam tudo

rro

te me acertou como um tapa. Desci com cuidado, como se p

erta. Outro homem de terno nos esperava,

do teto como coroas congeladas. O chão de mármore brilhava tanto que minha imagem refletia torta nele. Tudo ali era grandioso,

ria. Como uma jau

oz de Sebastian cortou o ar atrás de

giu carregando minha mala - minha pequena mala, o

alta do que pretendia. - Eu não v

o, como se estivesse decidin

rriso frio, impassív

da aqui so

eça erguida. - E enquanto isso não acontecer, não

more como um aviso. Parou a poucos centímetros de m

a e perigosa. - Não vamos consumar nada antes do c

mo se ele tivesse me arrancado a roupa só com as palavras.

ndo controlar a respiração -,

a risada baix

comigo. É mais do que outras mulheres

quilo... não era ameaça.

pânico que crescia no meu estômago. Porque por fora, eu q

repeti, como se isso fosse s

eça, os olhos escu

eu diss

lo, fugir. Mas eu sabia que, ali, ele era o predador e eu a

ondi, a voz baixa, firme, mesmo co

ão de quem vencia, mas de

a subir

. fui

ente: eu posso estar andando para a boca do

ast

se termo quando o assunto envolvia poder, sangue e sujeira. Nunca era sobre negócios limpos, até

vez, ele

casar com a fi

piada. Soltei uma gargalhada s

m absurdo qualquer. - Desde quando a gente precisa de casam

fria. O olhar que sempre misturava ameaça com convicção. Aqu

nossas mãos. E agora, essa união pode ser a chave para expandirmos nosso império para a costa leste. Clínicas, clubes,

ta como fachada - resumi, me jogando

çou um olh

fazer parecer legítimo. Ninguém suspeita de uma família em ascensão quan

ha hipocrisi

o bordel, pai? Vai colo

s, como quem fal

aos olhos do mundo... pode se divertir como quiser. Apenas certifique

eimava. Ele não via pessoas, via ferramenta

o. Era mostrar que podíamos comprar qualquer coisa. Até a dignidade de um neurocirurgião premiado. E ao ver o

vazio. O terror contido quando percebeu que tinha

o só pra ver aquele

*

ma extra. Não por gentileza. Mas por estratégia. Ela viria contrariada. Ferida. I

tti pela primeira vez.

a o que eu

carregava nos olhos um tipo de fúria que eu conhecia bem - aquela que

emesse. Como se eu fosse só mais um erro no mu

e mais me atraiu. Havia orgulho em cada linha do seu rosto. E dor. E r

caos. E eu queria ver até onde e

contra mim. Que podia manter a alma

tava e

o, no meu mundo,

início de uma guerra

como quem atravessav

. Quando a porta se fechou atrás dela com aquele clique seco, eu percebi: e

e fez

no colo. Os olhos fixos no vidro, como se pudessem encontrar ali uma saída que não existia. O silê

que eu imaginava. E ma

ade nela, mesmo envergonhada, mesmo acuada, que a maioria

ou tarde ela

ais trabalho. E talvez... talvez isso d

como ela mordia o lábio inferior, um gesto nervoso, inconsciente. A forma como ten

me enfrentar. Que p

s não valem nada. Só poder. E eu

porque o pai dela perdeu a ap

vindo o ronco dos motores dos carr

m vez de um funeral, e

oiva arrastad

m homem romântico. Não via beleza

. A jogada que meu pai

sobre Manhattan e os faróis dançavam nos

valia mais do

dos os outros, ela a

o... eu descobriria, e

lembrança viva de tudo o que conquista

ldura dourada deixavam claro que

lei. E eu era o

ainda carregava o cheiro da noite molhada. Desci primeiro, como sempre, e esperei. Ane

a com cautela. Tensão nos ombros, maxilar travado. Quas

b nossos pés ecoava os sons suaves de seus passos, como se

s, sufocante demais, exa

i, assim que o segurança sub

ato. O olhar era clar

Que não fazia sentid

a, como se ainda

ncias precisavam ser mantidas, e que não haveria intimidade antes do ca

s em silêncio, cada um carregando

emorizar a saída. Mal sabia ela que, naquela casa, tod

uei ao topo da escada. Claro que estava. Eu tinha mandado prepará-lo pe

m olhar p

king ao centro, lençóis de algodão egípcio impecavelmente esticados. Um segundo travesseiro e um

s roupas como se arrancasse o peso do dia. A camisa caiu no chão, seguida da c

precisava. Lavando a raiva, a tensão... e talvez o gosto azedo de ter me torna

ra apenas

a toalha maior para secar o co

s quando passei diante do esp

l

e não tivesse certeza se devia entrar ou fugir

mo se tivesse sido pega entre o

perceber que eu ainda

proposital, deixando que ela visse

do do que v

o dela como uma cha

ovimento brusco, como se as paredes tives

as coisas: Ela não era tão indiferente quanto fingia.

raro o suficiente para que eu houvesse memorizado: uma mulher que não te teme é uma mulher que vai te surpreende

sso era evidente antes mesm

Era a firmeza específica de alguém que decidiu, consciente ou não, que existir com integridade

peitava mais do que a maior

as únicas que conseguiam mudar os plano

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Prometida oo Capo
Prometida oo Capo
“Ane Moretti é vendida como moeda de troca em um jogo da máfia italiana e forçada a um noivado com Sebastian Mancini, um homem frio, dominante e acostumado a controlar tudo - inclusive pessoas. O que começa como um acordo de poder rapidamente se transforma em uma guerra silenciosa entre desejo, ódio e obsessão. Ane luta para não desaparecer dentro do sobrenome Mancini, enquanto Sebastian descobre que a única mulher que não consegue dominar é justamente aquela que ele se recusa a perder. Entre contratos, alianças perigosas e um desejo que ameaça destruir ambos, eles aprendem que, na máfia, não existe liberdade, nem divórcio. Só posse. Só sobrevivência. E um amor capaz de condenar.”