Prometida oo Capo
va por aquilo
e na mesma casa - no mesmo quarto - que Sebastian Mancini. Já era humilhante o bastante ter sido praticamente vendida
tão...
o do chuveiro, imaginei que estivesse no banheiro. Suspirei, tentando manter a compostura, e en
água se desligando
fosse a coisa mais natural do mundo
lmen
o do corpo dele antes que eu pudesse evitar. Ombros largos, peito firme, mú
aram no espelho que percebi o que es
rosto pe
oisa, ele se virou lentamente e so
do do que v
e atrás dele era fascinante. Virei de costas e murmurei algo ininteli
dentro dela e os deixei sobre a colcha - mais por reflexo do que por necessidade. Peguei minha n
Tirei a roupa devagar, sentindo a pele arrepiar, e entrei no
ra in
a ver era o jeito despreocupado com que ele tinha caminhado pelo quarto. Como se min
pi
o ainda ba
queria que f
a e traiçoeira... se perguntava como seria se
se escolhid
e respirei fundo. Era só o co
que Sebastian Mancini exigiria
não me perdess
udado na pele, os pensamentos tão embaral
elho que, até aquele momento, me parecia comum. Não era vulgar, mas... definitivament
a que dividir o mesmo quarto com ele
o corpo, como se isso pudesse cobrir mais do que realmente cobria. Respirei fundo ant
ntão qu
s ainda assim pareciam tensos, como se estivessem sempre prontos para o ataque. Ele segurava um copo de uísque e
e os olhos percorreram meu corpo com um
ando a garganta, tentando soar mais firme do que me se
iso preguiçoso, cín
calor, força, controle. E eu odiei - detestei - o fato de não conseguir desviar os olhos. O pe
meu ouvido, sua vo
s casar, é melhor você começar a se acostumar com o que
eu rost
urei, tentando me afastar, mas min
me olhar nos olhos, e então, com u
a coisa... a
i o calor subir até as orelhas
- disparei, a voz trêmula
se tivesse acabado de vencer
quando eu te ouvir gemendo meu
o uma parte de mim lutava para não ceder ao medo. Ou à confus
ue tudo naquele quarto, naquel
cisava de ar. Ou de co
e acabado de invadir minha bolha com palavras que queimavam mais do que deveriam. Ele tom
a da cabeça com um suspiro contido. Me encolhi entre os lençóis, de costas pra ele,
não
iração. Fechei os olhos, tentando pensar em outra coisa, qualquer coisa. Mas tudo em mim estava
o com um animal selvagem
ejo - ou pelo menos era o que eu insistia em acredit
fosse tudo
pudesse me proteger de algo maior do que
m medo de
eco, sem
r. - Minha voz saiu ba
quer dormir tranquila - ele provocou, e e
ão ia dar esse
e cabeceira, e passos lentos pelo quarto. Prendi a respiração, esp
rgulhados
ele se deitou, e então o quart
oque. Apenas... presença. Pesada, densa. Como se tudo estivesse à beira
ma que aquilo era temporário. Que eu só precisava
ir uma form
e quem eu era an
ara ele - Sebastian Mancini - sem sentir