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Prometida oo Capo

Capítulo 5 Ane Moretti

Palavras: 1442    |    Lançado em: 03/02/2026

va por aquilo

e na mesma casa - no mesmo quarto - que Sebastian Mancini. Já era humilhante o bastante ter sido praticamente vendida

tão...

o do chuveiro, imaginei que estivesse no banheiro. Suspirei, tentando manter a compostura, e en

água se desligando

fosse a coisa mais natural do mundo

lmen

o do corpo dele antes que eu pudesse evitar. Ombros largos, peito firme, mú

aram no espelho que percebi o que es

rosto pe

oisa, ele se virou lentamente e so

do do que v

e atrás dele era fascinante. Virei de costas e murmurei algo ininteli

dentro dela e os deixei sobre a colcha - mais por reflexo do que por necessidade. Peguei minha n

Tirei a roupa devagar, sentindo a pele arrepiar, e entrei no

ra in

a ver era o jeito despreocupado com que ele tinha caminhado pelo quarto. Como se min

pi

o ainda ba

queria que f

a e traiçoeira... se perguntava como seria se

se escolhid

e respirei fundo. Era só o co

que Sebastian Mancini exigiria

não me perdess

udado na pele, os pensamentos tão embaral

elho que, até aquele momento, me parecia comum. Não era vulgar, mas... definitivament

a que dividir o mesmo quarto com ele

o corpo, como se isso pudesse cobrir mais do que realmente cobria. Respirei fundo ant

ntão qu

s ainda assim pareciam tensos, como se estivessem sempre prontos para o ataque. Ele segurava um copo de uísque e

e os olhos percorreram meu corpo com um

ando a garganta, tentando soar mais firme do que me se

iso preguiçoso, cín

calor, força, controle. E eu odiei - detestei - o fato de não conseguir desviar os olhos. O pe

meu ouvido, sua vo

s casar, é melhor você começar a se acostumar com o que

eu rost

urei, tentando me afastar, mas min

me olhar nos olhos, e então, com u

a coisa... a

i o calor subir até as orelhas

- disparei, a voz trêmula

se tivesse acabado de vencer

quando eu te ouvir gemendo meu

o uma parte de mim lutava para não ceder ao medo. Ou à confus

ue tudo naquele quarto, naquel

cisava de ar. Ou de co

e acabado de invadir minha bolha com palavras que queimavam mais do que deveriam. Ele tom

a da cabeça com um suspiro contido. Me encolhi entre os lençóis, de costas pra ele,

não

iração. Fechei os olhos, tentando pensar em outra coisa, qualquer coisa. Mas tudo em mim estava

o com um animal selvagem

ejo - ou pelo menos era o que eu insistia em acredit

fosse tudo

pudesse me proteger de algo maior do que

m medo de

eco, sem

r. - Minha voz saiu ba

quer dormir tranquila - ele provocou, e e

ão ia dar esse

e cabeceira, e passos lentos pelo quarto. Prendi a respiração, esp

rgulhados

ele se deitou, e então o quart

oque. Apenas... presença. Pesada, densa. Como se tudo estivesse à beira

ma que aquilo era temporário. Que eu só precisava

ir uma form

e quem eu era an

ara ele - Sebastian Mancini - sem sentir

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