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ro. Era um aroma pesado, enjoativo, que se
aca em sua mão movia-se com um ritmo mecânico. Fatiar. Picar. Deslizar. As trufas negras
rede tiquetaque
és latejavam dentro dos chinelos de casa, um
aniversário de
ara o forno. A treliça de massa folhada era uma obra de arte, tecid
no balcã
A tela acendeu, iluminando a cozinha e
idi
coração saltar. Um pequeno e patético a esmo de esperança surgiu em se
no avental. Deslizou o ded
eamente, substituída por um
emoglobina baixa. Vá para
eliz aniversário"
em uma piscina de umidade súbita e quente que encheu seus olhos.
vibr
ado comigo. Precisamos do seu sangue Rh-negativo de n
arregou abai
mão de um homem - a mão de Barro, com o relógio de platina que ela lhe comprara de anive
rto era nauseante.
ele nunca f
m a tela para baixo. O estalo
s nós dos dedos ficando brancos. Não era mais apenas dor emocion
andar de baixo se a
amente no chão do saguão. O
que chei
se tivesse pisado em um esgoto. Ela carregava uma
eus olhos pousando na ban
no balcão, perigosamente perto das trufas. - Cheira a terra molhada. Eu te disse
a voz parecia enferrujada, c
ington. Para
querida. Você ainda está contando? Barro não virá para casa comer
a geladeira, abriu-
Ametista. - O tapete da sala de estar tem fiapos. Vá a
feitamente penteado, as joias caras, o puro desprezo
ra, limpara e oferecera o braço para agulhas até quase desm
i um estalo silencioso, como um galho s
a havia
oveu em direção a
stas. Ela desamarrou as tiras do avental. O tecido c
o pe
de lixo, pisou no pedal e
garrafa de água na mão.
Avelã gritou. - Você acabou d
calmos, fluidos e assustadoramente silenciosos. Deixou a
iu as e
. A adrenalina inundando s
a frio. O ar condicionado estava sempr
igitaram o código. 0-9-1-2. Doze de setembro. O aniversário de Safira. Barro era obcecado demais par
dinheiro que ela não tinha permissão
u. Acordo
em que Barro chamara o nome de Safira enquanto dor
sa de cabeceira.
or. Ela pressionou a ponta no papel, grava
ema que ela concordava em usar por apena
ra a mão
uma loja de rede no shopping porque "não v
. Sua mão pareceu inst
anel em ci
pacotou os vestidos de grife que Avelã comprara para "
ssaporte e um pequeno objeto embrulhado em veludo de
só i
er da mala. O so
quarto, o rosto
apontando um dedo manicurado. - Eu disse
ta se
a vez, não viu uma matriarca a ser temida. Viu uma mulhe
sse Ametista. Sua voz era baixa
de surpresa. Recu
a sarjeta de onde você rastejou? Você nã
rrou a alça
à porta, forçando Avelã a sair do seu caminho -, que
u atrás dela. - Você vai voltar
ão olhou para o lustre. Não olhou par
a da frente pa
embaraçando seu cabelo. Par
vibrou n
telefone. Ba
rasada para o hospital. Para perguntar por que ela não estava san
para a tela p
lho. Depois, tocou e
dela, discou um número para o qual não ligava há três anos. Era uma lin
u um
a voz finalmente falhando. -
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