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Além do tempo

Capítulo 5 Sonho

Palavras: 1283    |    Lançado em: 06/11/2021

u embriagado. Alcoolizado perdeu por comp

parte dos fundo

a porta da varanda do seg

urro. Caminhou sobre o muro úmido pelo sereno , se ap

quena sacada,piscou várias veze

ro até a pequena sacada que levava até a porta. Era um grande risco, caso des

a Melissa lhe tirando o sono. Rev

ha tomar um copo de água, de repente faze

a dúvida se teria alguma nova mensag

de madrugada é todos est

a evitando o máximo fazer baru

suspirou aliviada. Desligou a lanter

quecer a água pa

pensativo, Diniz re

ia lhe causando g

ordações com Giuliene se apr

mas charmosa! Em compensação preferiu a trocar pela Diniz.

fazendo remexer na cama sua testa s

ançava a cabeça de um lado para o outro

va para a xícara esfum

so toque do celular

lobo mal, quem te

ender antes que aco

ou para identificar a pessoa

ra não dorme nã

quer a essa h

ia a voz do out

disse olhando para se não vinha ninguém

com o q

a reta. - avisou- o - Te espero amanhã no lugar de sempre as 10.

sta. No hospital se formou um burburinho que

algumas enfermeira, algumas com

ico. Desejava proteger Mary de sofrimento já bastav

etro encaminhou

eramente i

proximando - você é a enferme

s não. - o

disse sorrindo - Vamos tomar u

té aonde esse médico iria. Desco

iado a linda noite de luar. Sorria olhando a

pontos provoca do algumas sombras. Recostou em uma

, olhou para ver quem era. Deparou com par de olhos azuis

a , pousou a

de mim. - disse

com mas força p

o quer que coloque a m

não sei. -

e a cada toque meu

ocêntrico, estúp

avam pelo corpo de

oltar ao normal. Daniel via em sua frente dupli

u colocando a mão na cabeça - Ela não vale t

as das mãos escorregou. Passou a mão na calça a secando-a. Respirou fundo,

sonho se revirava. Enq

Para não serem vistos. Daniel retirou a camisa, jogou sobre a g

stido subiu. Sorriu vitorioso q

i. Rolaram pela grama a fora. Daniel não estava dispo

to , se desequilibrou, caiu batendo contra a porta. Levantou pragu

meira porta estáva entreabe

que deveria ser no vizinho. Deitou novamente e voltari

rutal meio cítrico com leve toque de cereja. Percorreu seu olhar pelo local muito bem organiz

costas das mãos na testa. Mary estr

ixou próximo

o na sua vida. - suas palav

eante quase cain

rendia uma das suas mãos sobre sua cabeça, enquanto a outra

nico na sua vida. - suas p

ry se sentou na cama. De

tentando saber se era rea

u do quarto se esconde

acontecendo com Mary, passou por Daniel entrand

nha filha?- perg

íacos e sua respiração ofegante. Disse

gando em direção ao muro. Segurou com firme

mente foi um

obo mal que tanto

aonde que

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