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Algos

Capítulo 3 α

Palavras: 2210    |    Lançado em: 25/01/2022

nti isto! - gritou Sigmund, int

stanhada não diferia; os cabelos diferiam-no dos meninos, sinal da rebeldia e resistência of

nvolvia suas íris, evi

lodindo em energia rev

s sempre diziam, mas naquele mom

Jagravh, jovem mestre marcial, gesticulando para os ap

fusos com o porq

o no peito, que doía como se um bisturi,

u coração acelerado em meio a hiperventilação que extenuava seus p

- disse o mestre, co

tre gemidos da dor que intensificava, bomb

briagado, apertando seu sanghati. Um e

ndo alcançar sua mãe e sentiu a linha de su

icando três, vezes mais força, o corpo do me

igmund - alertou Jagravh, aproxima

... ainda... posso... salvá-la - insistiu

gmund - sugeriram alguns aprendizes,

u - Não suponham que ser o mais novo é sinô

emos desde Sayadaw Ketu. Use da sabedoria que parece ter e não faça pouco das vidas que o cercam - instruiu Ja

lguns dos meninos que não treinavam -, olhou enojado para

os outros aprendizes

nto seguia o mais rápido possível, ofegante, à casa de tijolos aver

- gritou, entrando

da, na alcova sem porta, após a pequena

e chegou a frente de R

a e olhando-a. "Não deixarei que morra!", jurou, se concentrando na

isse, descendo a mão no rosto de Ranna, acar

, Sigmund sentiu alg

-acastanhada, castigada pelo sol, aparência adulta e alguns fios da barba brancos, ún

elizmente o desrespeitarei - ameaçou o menino, ainda de olhos fec

smo há anos e graças a isso, salvamos vidas! - disse Elil, evidenciando passividade através

ue se incomoda com energia agressiva, quando essa reflete minh

usou imediato alívio no menino e rapid

gua. Com lic

Ranna, com os olhos fechados e voz arrastada, cansada. - Não se

pior! - Retrucou impulsivamente, mas parou e virou-se na direção da mãe. - Perdão, minh

odos. Venha ao monastério, podemos ajuda

lhando sobre os ombros. - Não tenho o que fazer no monastério,

datismo mudou nossa forma de lidar com peçonhas, nos permitiu sa

ao quarto, expandindo sua energia, como um

inuar, passará dos limites. Desculpe-se com Ko Elil e volte ao tr

senhora. Não com ele

levantou e seguiu

udo... Peço para U Ava ajudar com algo, a s

rvou o pagode, onde Jagravh treinava os menin

a belo, e

gadas com chuva, cam

daria ligava a v

tentando convencê-la

calma, fazendo-o calar-se -, co

do sobre as regras individuais que cada degrau representa, para jamais deixa

ilho meu? - Ranna parou de ca

e olhou onde e

indo a trilha feminina

ina, realizando suas reflexões - instruiu a m

ra! - assent

, ignorando quaisquer reflexões. Quan

eu poder refletir. Paz e calma devem rein

a - concordou

vidade, afinal não é assim que devemos

concentrado, conseguiu suprimir a energ

o, após a longa subida, alguns monges que

o cumprimento e

contrar Sayadaw

mpanhe-me - volunt

- indagou Sigmund,

mund. - Ranna es

ado de ignorá-la - mesmo com o corpo gritando para fazê-lo -, el

de sua mãe é diferente. Apesar de meu sangue ser cura para mui

doente, na

sabermos o que faremos para ajudá-lo - disse Ranna, triste. - Quero que cresça forte, saudável; que sua evolução se preserve e evolua mais, adquira mais sabedori

, abaixando a cabeça, tocado por sua tristez

filho, respeite no

salão de meditação no centro do monas

o cumprimentou com meia flexão. Passados si

do os olhos fechados e a posição de lótus

adulta, apesar de s

o que Maung Sigmund tenha dificuldades, se eu negligenciar estes maus

Ketu gesticulou. - Junte-se, Maung Sigmund.

do senhor - retru

rar-se, viu Ketu gesticulando para par

er, por que

ela ficará trist

to, gostaria de me contar o que aconteceu

r. Foi intenso, forte - narrou, com lágrimas nos olhos, sentando. -

atividades desde seu nascimento. Na prime

A tristeza... não poder falar ou me apro

s, felizes. Desde então, Mi Ranna cessou as atividades. Aguardou sua independência para vol

senti voltando ao corpo? Como é saudável? Compreendo que a

o. Entender estrada entre vida e morte é parte intrínseca da evolução menta, física e es

amou o menino, insati

do menino que vi nascer. Feche-os, respire fundo, busque estabilid

s idiotas sobre ilumin

ra ir. Cuide-se

tristeza que o preenchiam. Pouco ele entendia do que lhe ocorria

, sentindo tragicidade ao longe, o suplicava pa

vore, bebendo chá. Vendo-a, Sigmund suspirou, abriu um sorriso, co

de omitir o alívio que

pressiono, não guardo!", pensou, sentindo

como está? Parece

ro perdê-la! - Ele respondeu, contendo as lágrimas em seus olhos.

iculdades para assumir meu lugar, seguindo com o dever de noss

íntimo quaisquer possibilidades de tornar-se

olveram as xícaras e

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“Se há dor em tudo, é realmente necessário curar? O que dói em ti? Presente, passado, futuro O tempo. No fim do dia, O anseio de tudo que vive é apenas ser livre! Mesmo que doa. O existir. Loucos podem chorar? Loucos podem lutar? Amar? Doentes podem curar? A razão. Estava a Dor A indagar... Nada faz sentido, Tudo está ligado! A vida. *** Esta obra é inspirada pela grande obra do Mestre Kurumada, Cavaleiros do Zodíaco. Fica aqui, a dedicatória ao gênio! ❤️ *** Leia com Discrição. Deixo desde já o alerta de gatilhos, muitos assuntos sensíveis serão abordados.”