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My Good Cultivator Friend

Capítulo 1 Este pequeno gambá e seu infortúnio

Palavras: 2278    |    Lançado em: 10/03/2022

am ao ver de perto essa bela cidade da Irmélia. Que belo dia, céu li

moradores que trabalhavam e davam duro de si para vender as suas mercadorias na Ilha Azul. Ele era um visitante novo que resolv

endia belos acessórios femininos, e passou os seus dedos lo

o ainda aguentava uma maratona, pois mesmo que tenha acabado de chegar e tenha ficado meses viajando, seu qigong¹ estava equilibrado, e a sua f

as pedindo que lhe trouxesse algum mimo fora do reino Hein. A voz da sua irmã agradecendo pe

cabelos eram castanho-claros, lisos e se estendiam até um pouco acima das suas nádegas. Com toda certeza, um deleite aos olhos de todos, um príncipe de san

ncipe aventureiro de mil faces, que lutava contra cadáveres malignos, monstros mágicos e outras criaturas míticas. Algumas vezes se aventurava

sonalidade alegre, bondosa, caridosa, às vezes um príncipe herdeiro sério, outra calmo, também animado, sor

mas ele negava, pois naquele momento resolveu procurar por alguma taverna para comer, já que sua barriga chorava de fome. Ele virou a esquina e seus passos pararam ao observar, um tanto à frente, um grupo de homens ao redo

uzou os braços, divertido, enquanto os outros gargal

siste em sujar nossa vila. Quantas vezes temos que pedir para você

ui ninguém o quer, não depois das coisas horríveis que fez. Mas mesmo que o expulsem, ele tem a ousadia de voltar

a mais mi

risadas

rio. William Thomson assistiu por alguns minutos aquela cena diante de si; seu coração parecia cinzas mortas, não se sentiu incomodado e nem nada do tipo,

até a metade do seu rosto delicado e sorriu. Todos olharam em sua direção e, quando o príncipe mostrou a sua face, não foi reconhecido, e isso o deixou feliz.

homson usavam para se identificar. Então, apenas ao ver aquele objeto, os guerreiros perceberam que s

o bando e se acomodar ao lado do garoto, que usava um robe barato da cor cinza-esc

que fechado no seu queixo, enquanto percebia que aquela cena diante de si não mostrava atitudes corretas, já que o garoto pare

e não merece ser chamado assim. Não depois

sperasse que alguém intervisse nessa discussão, e essa reviravolta na sua vida o deixou surpreso. O garoto olhou para esse jovem repleto de caridade e obser

Ele ignorou as palavras que aquela pessoa havia dito, afinal, não tinha nada a ver com ele; o que seu coração desejava era simp

aminhos - Ele pediu educadamente e todos pararam por alguns minutos para olhá-lo. No fim, alguns daqueles mortais não eram barraqueiros,

een era essa pessoa e não ousou obedecer. Ele era um homem alto, com boa aparência e não permitiria que seu orgulho fo

e William. - Que cara eu terei em dar as costas? Não importa quem seja essa pesso

grupinho que estava atrás de Noah. Esses moradores sussurraram para que seu o amigo se acalmasse e fosse e

nte era mui

e sem aviso prévio, ou mesmo preparação, Noah agarrou uma adaga afiada, que estava escondida entre sua vestimenta vermelha e avançou violentame

nder, pois por um momento seu corpo desejou que aquela lâmina afiada fosse enfiada bem no centro do seu coração.

do; faminto; sujo; e sozinho. Seus dias não tinha

aga o ferisse, e quando ela estava perto do seu corpo, os seus olhos quase se fecharam,

frente, se tornando num escudo humano. Porém, a adaga não atingiu William, p

ríncipe. Isso deixou todos surpresos, até mesmo Noah Green que, por um momento, se viu sem reação, entretanto, no me

o menos conhecê-lo, ou até mesmo pedir algo em troca, mas se no final ele pedisse? O garoto aba

m cultivador habilidoso. William não gostava de brigar com pessoas comuns

rde-claro. Depois ele apontou o objeto na direção do morador, que foi jogado para longe, de encontro a um muro. O impacto não era forte, já

cultivo. Foi então que percebeu que se continuasse ali, iria acabar morrendo. Depois que os amigos o

nunca tivesse entrado numa pequena luta. Ele fechou o leque e observou ao redor tranquilamente, com o coração calmo e o rosto sereno, afi

para o garoto que estava atrás de si e

scuro, que estava amarrada no meio da testa conferindo-lhe um certo charme. Seu rosto era jovem e muito bonito. Sua Alteza

Meu nome é William e sobrenome Thoms

sorriu. Ele não tinha nada mais a falar, então resolveu seguir o seu caminho. Curvando a cabeça, pediu que o garoto se

a cabeça, mas teve certeza de que era real quando o vento soprou em seu rosto e pôde sentir um familiar aroma de incen

O

em chinesa que se refere ao trabalh

r dizer "irmã

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My Good Cultivator Friend
My Good Cultivator Friend
“William Thomson era um príncipe do seu reino, mas, ao invés de subir ao trono, preferiu se aventurar pelo mundo, conhecendo lugares bonitos, lutando contra monstros do submundo e curtindo várias noites de primavera nos bordéis. Sua vida estava tranquila, sozinho, tendo por companhia apenas sua espada. Ele se sentia como um cavalo selvagem que nunca foi domado e nem montado, mas tudo mudou com a chegada de um Didi fofo, que se tornou o seu grande amigo de viagem. Anthony Diniz era considerado um gambá que ninguém desejava chegar perto, mas aquele belo cavaleiro puxou totalmente a rédea da sua vida, lhe mostrando o lado bonito deste mundo. ________________________________________________________ [Essa história contém conteúdo homoafetivo, conteúdo sexual, relacionamento entre homens]”