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My Good Cultivator Friend

Capítulo 3 Este Tony quer crescer e te proteger

Palavras: 1526    |    Lançado em: 10/03/2022

a com moradores e convidados. A rua estava enfeitada com coisas de época, e havia também shows de artistas que rodavam discos em longas e estreitas varas de madeira e outros que sopravam fogo,

não é mui

ção estava brilhante, ele sempre foi um príncipe aventureiro de mil faces animado, que conversava com qualquer um, sempre vivia sorrindo, iluminado, um ótim

imado. Bem, era assim que ele foi um dia; um bebê carente de afeto e carinho. Anthony já foi muito abraçado por sua irmã. Suas famílias, a biológica e a ado

Ele parou ao lado do jovem príncipe e observou atentamente aqueles dois homens que faziam brincadeiras engraçadas enquanto estavam em cima das pernas de paus. Isso o l

nte para seu irmãozinho Tony e depois acariciou o topo da cabeça do garoto. -

reu atrás de dois paus para transformá-los em pernas. Enquanto ela modelava, Anthony observava com seus olhinhos vermelhos, no final,

ca, o seu coração apertou de

pretendia ficar um pouco mais assistindo ao espetáculo, mas o seu braço foi agarrado por outra mão, q

olhou para Anthony, esperando que o menor pagasse pelas pequenas frutas vermelhas cristalizadas. Os dois cultivadores se olha

s olhos e sentiu-se

lpe esse humilde, mas

fora inconveniente. Ele não fez isso por mal, já que era

cinta da cintura e de lá tirou uma prata com um buraco no meio e deu para o vendedor.

to. Ele pegou e olhou vidrado para as frutinhas vermelhas, enquanto William deu as costas e caminhou calmamente pela rua. Sua atenção pa

de ninguém que não fosse da sua pobre irmã que morreu. Um sorriso se formou em seus láb

epletos de ódio e inveja. Para evitar confusões ou, pior ainda, estragar a festa, ele resolveu voltar p

armoso leque em frente ao seu belo rosto, a sua mão direita livre estava encosta

esse cultivador tinha o seu dedo de ouro; o mesmo dedo de sorte que o outro nunca teve. Anthony Diniz, perto dele,

ciais? Anthony tinha dezesseis anos e estava bem atrasado em quase tudo. Mesmo ele sendo um cultivador solitário

tarem, e seu coração respirou aliviado. Ali, os dois permaneceram por alguns minutos, um não conhecia a vida do outro, não sabiam sobre as suas manias e nem qual caráter el

°

o seu mestre. Na realidade, ele era desengonçado, era quase ruim em tudo que fazia. Para fazer um macarrão, teve que errar umas cinco v

nte, pois qualquer um teria desistido e d

eguidor? - perguntou o nobre, enquanto comia frutas

on não era tão velho assim, mas mesmo assim, Anthony se tratava como um garotinho, e o seu mestre demonstrav

sentimentos, ele realmente estava ansioso por essa partida. No final, foi de mãos vazias, pois ali, naquela vila, não

a na sua idade de desenvolvimento. Ele usava um robe cinza-escuro inferior, que era curto e mostrava as suas pernas na frente, já atrás a calda era grande, ele est

seu cabelo estava solto, apenas o topo se encontrava amarrado e enfeitado com joias pequenas, e

O

elha cultivadora (não r

velho que não é rel

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My Good Cultivator Friend
“William Thomson era um príncipe do seu reino, mas, ao invés de subir ao trono, preferiu se aventurar pelo mundo, conhecendo lugares bonitos, lutando contra monstros do submundo e curtindo várias noites de primavera nos bordéis. Sua vida estava tranquila, sozinho, tendo por companhia apenas sua espada. Ele se sentia como um cavalo selvagem que nunca foi domado e nem montado, mas tudo mudou com a chegada de um Didi fofo, que se tornou o seu grande amigo de viagem. Anthony Diniz era considerado um gambá que ninguém desejava chegar perto, mas aquele belo cavaleiro puxou totalmente a rédea da sua vida, lhe mostrando o lado bonito deste mundo. ________________________________________________________ [Essa história contém conteúdo homoafetivo, conteúdo sexual, relacionamento entre homens]”