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My Good Cultivator Friend

Capítulo 2 Hahah esse Didi deseja se tornar um devoto fiel

Palavras: 1495    |    Lançado em: 10/03/2022

m tanto divertida e, por causa dessa animação, ele passeou por vários lugares a fim de conhecer cada costume. Também se distrai

ue, se bebesse álcool, iria embebedar-se e vag

lhe esperavam. Com sua boca, sussurrou a senha e fechou os olhos, ao adentrar uma sala em seu subconsciente, onde estava tota

?" Aquele que gritava era seu pai, o Grande Impera

não me ouviu, novamente", confessou em suspiro. Não era a primeira vez que isso acontecia e William,

iejie aparecer na sala da matriz, e ele sorriu animadamente, enquanto seu pai reclamava desgostoso sobre o seu

itado. Ele não sabia se ria ou ignorava os sermões que o Grande Imperador jogava nas suas costas. Esse ancião Thomson, tinha a voz estridente,

egavam o lugar. Ela desviou o olhar do Grande Imperador e sorriu gentilmente para seu filho, desejando abraçá-lo, mas como ali dentro não existia

ua irmã e sua mãe despediram-se. William abriu os olhos e percebeu que o chá que estava em sua xícara havia esfriado, devido ao tempo frio; disf

nutos atrás, levou-o até a mesa; ao se aproximar

u a mesa para trás, William saiu da taberna com a mão esquerda encostada nas costas e a outra balançando o seu leque, enquanto olhava para a rua movimentad

cipe resolveu montar uma armadilha. Ele entrou num terreno abandonado e rapidamente pulou para o telhado de uma taverna de três andares. Ao ver o garoto entra

stava guardada no interior da bainha. Ele somente queria assustar, mas se sentiu su

um tempo atrás - disse sem pressa e observou o outro

tão legal assim, não tem nada

alguns segundos e

ssionado, afinal, nunca ninguém fez isso antes, nunca ninguém o ajudou, pois, para todos daquela vila, ele era um gambá mal-agradecido que causou a morte de toda a sua família adotiva. Claro q

s foi morar nas ruas de Ilha Azul, até ser adotado por uma família boa e bem pobre. Ele ganhou uma nov

como culpado, foi expulso da vila, passou a ser comparado com um gambá, repleto de infortúnio, de modo que ninguém queria se aproximar, e se viu obrigado a viver nas montanhas como um

rdou a sua espada ao

r qu

as certas para usar. - Desde que cheguei aqui nesta montanha - mesmo que a face desse garoto estivesse

de um didi² que cometia atos maldosos como aqueles moradores disseram horas atrás, e sim o contrário. Anthony exalava uma essênci

almente não me importo, só quero ter a possib

nho de aldeias a aldeias, nunca teve alguém ao seu lado para conversar, ensinar o cultivo ou a u

minhas histórias de aventuras! - William pegou seu leque dentro da sua manga e abanou lentamente o vento diretamente em seu belo rosto. Ele estava disposto a ter a companhia desse

ingênuo, inocente e que nunca desviou do caminho da virtude em toda a sua vida. Esse príncipe

le percebeu foi que William Thomson era de sangue nobre; suas vestes verdes eram de um tecido fino e delicado, seus longos cabelos castanho-claros estava uma parte presa n

O

ifica irmão

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My Good Cultivator Friend
My Good Cultivator Friend
“William Thomson era um príncipe do seu reino, mas, ao invés de subir ao trono, preferiu se aventurar pelo mundo, conhecendo lugares bonitos, lutando contra monstros do submundo e curtindo várias noites de primavera nos bordéis. Sua vida estava tranquila, sozinho, tendo por companhia apenas sua espada. Ele se sentia como um cavalo selvagem que nunca foi domado e nem montado, mas tudo mudou com a chegada de um Didi fofo, que se tornou o seu grande amigo de viagem. Anthony Diniz era considerado um gambá que ninguém desejava chegar perto, mas aquele belo cavaleiro puxou totalmente a rédea da sua vida, lhe mostrando o lado bonito deste mundo. ________________________________________________________ [Essa história contém conteúdo homoafetivo, conteúdo sexual, relacionamento entre homens]”