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Trabalho em dupla- tensão sexual

Trabalho em dupla- tensão sexual

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Capítulo 1 Trabalho em dupla- tensão sexual

Palavras: 2660    |    Lançado em: 15/03/2022

m dupla- t

pegando pão de forma,

ue eu ficaria sem jeito

Tipo, uma come e a outra

to im

dmite. - Com minha an

as

onde e

ta Beta Tau. Seria mal

com isso?

de imediato e nós

gemido. - Um sanduíche

mão na

la

ar cansada. Quant

ove horas - respo

de pouco mais de três

tou mesmo

ma com lençol, um trav

as sob

mar um banho? - suge

rão com queijo delicioso

. Obrigada por me

nça de que seremos b

retribui

onselho e vou até a m

ã arrumo tudo no pequeno

nho e, quem sabe

Talvez

s as portas e

para você p

levasse para a

Firework -

into mexerem em meu o

hos, vendo Taylor de

inda sonolenta. Esfre

são oito e meia da man

mbrando que quando me d

da

mesmo cansada. - Ela

Te acordei porque eu a

a e eu preciso ir traba

bi

rigada. Deve ser a te

que co

avés da janela, é bem

- respon

ha mãe tenha comprad

tele

ras... - ela fala a

mercado ontem e... noss

mos fazer para

piro

no closet, chego pert

r a arru

- pergunto, sem jeito

. bom, se você

s. Na verdade, tenho p

e

sponder, pois, batem na

ndendo aos entregadores

eixam a televisão e um

eiro. Faço xixi, depois

secar o rosto, a porta

egad

se abrir várias

vosa, porque eu não se

e mandou. Então, pego

ela, mas à essa hora ele

r está desligado. Vou no

deparando com

ensou e

ha de caderno indicam

A partir de seus esboço

aos homens e fico deslu

geladeira de modelo meno

com porta talheres e um

r. Em cima, um fogão e

rês portas, que segun

ouças. Ela comprou o bás

e são apenas duas. Em fre

V ontem, quando cheguei

armário est

usar umas duas gaveta

giene pessoal. No caso,

cafeteira e uma sanduic

na porta do banheiro, um

alhas de rosto e corpo.

ama que ela comprou

s em branco, a geladei

s, cafeteira e sanduichei

Não preciso perguntar pa

ei que o jogo de roupa

Taylor, já que tudo no

ó pensou em mim, com

amar ainda mais. Em um

e consigo. Não mexo na c

em cima dela. Quando c

o closet, a porta do q

de ela ficar chateada

ã

rra -

do mini closet. Olho pa

ta, e instantaneamente s

reensão ou até

não sabia que ela fa

tuiu a geladeira e o mi

se

e cama azuis de dentro

vejo seu rosto, e

.. eu não sei, posso d

seus olhos

aber o que falar mais,

ndo. De início, fico surp

espirand

urmura e se afasta,

chorar - ri em segui

ou bem choro

me lembrou meus pais

po que não

s anos

stá no quarto ano? Eu

um pouco antes de eu

o que falar. - Minha mã

ntou..., tirou

lo - nossa, sinto mu

o. - Você

uma tia, não

uem sente a necessidad

contra os meus braços,

e não consigo ex

a à outra - falo e me

para tudo ao nosso re

o mela

orra, eu amei tudo!

luxo! Me deu até vontad

sso tudo

galho

o! Sabe o valor de po

Menina, sua

er meu arroz agora. Vo

abresa acebolada

lta a ga

a coisa - ela fala -,

a tirar bem os resíduos

isso ano passado e

respondo pegando o p

z o favor de enviar. -

o dormindo? - me l

mos alto e nem as

te cansada - admito.

. Vou iniciar o

onográfica, sã

rmar juntas, já que te

reconfortante - admit

r em alguma frater

... me mudar para uma,

e chutar a

o. - Ela fecha a port

ó para garantir que no

ndo a

os ju

pode reclamar? - E

ita gente faz comida

tem o esquema do gás. Ma

ueno, tive m

cê saiu para trab

e Academics desde qu

durante esse ano letivo

er difícil achar

er complicado ser sozi

de os dezesseis, mas na

e meu salário sempre foi

ga achar algo remune

o bem. - Dá de ombros

uma boa reserva. Sou bo

- se corrige - por um va

rdado. Não tenho muitos

br

ucos amigos - comento

picadas sob

ezes que saio é com o

- Ela me entrega o arro

ponho sal e coloco a pa

fog

não tinha mu

não amigos de

rado? - pergunt

-

empo que

Faz qui

ntão você es

unca me senti tão be

er falar sobre

o assunto com alguém q

namorar Erick quando e

s em comum. Eu sempre q

ara a música. São produ

então eu cedi e comecei

io. Eu não

e parece que ele é u

pondo e é a minha vez

na vida, me

o por me chamar pelo a

ódios infelizes. Eu n

nto em que chegaram.

bem. Você n

, mas prefiro evitar e

anipular, me coloquei na

ara mudar

m pensar acha

sar! Eu só

epete o que eu di

começar a desbravar

sugiro,

s - ela sorri. -

ela fala e mech

arg

demos

z música, entã

eu lance é cuidar do

ue seus p

am no uso correto de

ição do

retende fazer a par

crát

ndo da sua conclusão.

ín

Fisioterapia Desportiv

-, é uma prática da m

upera lesões causadas p

or desempenho e rendimen

ntribuir para redução dos

nco. - Isso é realment

lhos, bem

hor da turma - admite

em no time de futebol a

idar com os

garg

om eles tudo bem, me r

ai consegu

am amém - ela brinca

nós duas

ansiosa pa

m, não sou caloura...,

iní

e lance nerd/populare

lm

Não vamos dividir o m

io para isso, mas o refe

iversidade e lá você vai

eli

Que

o - dá de ombros -,

guém, ningué

enina, se olhe no espe

por favor. Você é linda

quer forma, sou boa e

nte fazer

vou - el

o almoço perto das dua

o um pouco mais uma da

direito a pipoca e briga

s, mesmo assim, me si

decisões sobre o que f

role é meu e eu não pod

s

Houv

e colocaram em

esqueci de

Mas eu nã

nsamentos para o

lon Cake -

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Trabalho em dupla- tensão sexual
Trabalho em dupla- tensão sexual
“Para todos que precisam de um recomeço. A culpa está queimando Eu estou ferido por dentro Não consigo suportar esse sentimento Então coloque a culpa na noite Não coloque a culpa em mim Blame (feat. John Newman) - Calvin Harris - Vamos, cara, você consegue! - Não sei se é uma boa ideia... - respondo, sincero. - Você sabe dirigir. Precisa deixar de ser tão medroso. - John, é uma descida alta - falo olhando para o morro. - Essa moto é para fazermos trilha. - Aponto para magrela. - Além do mais já está escuro. - Amarro o cadarço do meu tênis. Nossas roupas estão cheias de lama, John adora vir aos sábados fazer trilha no mato. Nossos pais não gostam, acham perigoso, mas acabam descobrindo só quando chegamos em casa, já que estão no trabalho quando saímos. Juntamos nossas mesadas com o dinheiro que ganhamos cortando a grama dos vizinhos e compramos esta moto. Isso foi motivo de outra briga lá em casa, mas acabaram se dando por vencidos depois de tanto insistirmos. - Deixa de besteira, mano. - Faz um gesto de desdém e sobe na moto. - Vem, vamos descer este morro logo. Preciso chegar em casa e tomar banho para ir encontrar a Hope. - Admite que está de quatro por ela - falo subindo na garupa. - A única que fica de quatro em nossa relação é ela, maninho - fala e pisca. Gargalho. Temos um ano de diferença e diferente de mim ele não é mais virgem. Olho para a descida do morro asfaltado a nossa frente e penso que se cairmos aqui vai ser pior que quando caímos no mato. John deixa o capacete pendurado no braço e liga a moto fazendo o motor roncar. Emprestei meu capacete para nosso vizinho ir trabalhar e mesmo assim viemos fazer trilha, isso vai ser motivo de mais uma briga lá em casa hoje. Nossa mãe vai encher o saco. - Se segura, pirralho! - brinca e o mando calar a boca. Ele põe a motocicleta em movimento acelerando. Sinto o vento em meu rosto e fecho os olhos curtindo o momento. - CARA - John grita -, PÕE O CAPACETE E SE SEGURA EM MIM. - Por quê? - pergunto. - Porque está me atrapalhando. - Tira uma mão do volante perdendo um pouco o controle. - Põe de uma vez e se segura! Eu o coloco e estranho estarmos indo tão rápido. - Acho melhor você diminuir a velocidade - falo. Ele tenta por um pé no chão tentando diminuir a velocidade e acho isso ainda mais estranho. - Cara, freia! - peço. - SE SEGURA! - grita jogando a moto para o lado. Tudo acontece muito rápido. Sou jogado para o acostamento, meu corpo dói com o impacto e demoro alguns segundos para voltar a pensar e me sentar. Quando faço, vejo meu irmão caído com sangue em volta. Tiro o capacete gritando por seu nome. Me levanto, sentindo minha perna latejar, paro ao seu lado gritando ainda mais por ele e entro em desespero quando vejo que o sangue no chão vem da sua cabeça. Naquela noite, eu o perdi. Ele viu que a moto ficou sem freio e deu o seu capacete para me salvar. Foi a sua vida pela minha. Naquela noite, eu também soube que nada mais seria como antes e que eu carregaria essa culpa pelo resto da minha vida.”
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