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Trabalho em dupla- tensão sexual

Capítulo 5 Trabalho em dupla- tensão sexual

Palavras: 1882    |    Lançado em: 15/03/2022

enina me chama atençã

multidão, já que usa u

. Em certo momento p

entre as mãos, então, n

os. Fico curtindo a garo

ixista, sei lá, começa a f

curtos, uma loira dá a

ndo inteira quase de uma

ira, que acho que é a Tayl

ixa seu abdôme

ariu, ela é

ce tão

orr

ê e não espero para ou

direção

vação, ela ajeita o su

be um pouco a calça. Kan

nhado por seu público.

De perto a observo melhor

erente. Seus traços são q

parece extremamen

está sendo observada, e

ncia, seus olhos não dem

olta, então olha para os

ue é para si m

e encarar. Ela fica se

o se vira, vendo se a

entre a música -, est

ndo o que ele vai fazer.

r subir aqui no palco e t

rit

r para o palco, eu me a

me olha por sua

amor? - Kane fala, pr

ar no palco. - Essa ener

ou

primo e me aproximo da

presença, mas não se vir

e vejo Kane tocand

acha que vai demorar

nto ao ouvi

e responde. Finjo não

, tocando de forma i

beijar ela, não o

o de morango e a si

car ela, até que

ho... - mu

a? - Dessa vez me afa

seu rosto e olha

da mais lin

assim? -

iativa, te devo uma. Ma

bei

como se não acreditass

eu rosto exibe uma súbita

ais fascinado. Então, m

rv

so como um sim -

a, ficando ao seu lado

ço, vendo Kane segurar

elo pescoço dela,

ssarinha. Vai ser agor

se arrepia

rente para o rosto da m

eijo e a gritaria volta a

da morena quando ela põe

ro para mim. Puxo-a para

exo ela leva as mãos aos

s em vez de beijar sua b

pesc

e com minha boca, mas

ntato. Roço o nariz, vol

mexe em respo

ota do palco, você t

deixo um breve beijo em

r se o fizer. - Agora b

ocal. - Ou pode curtir o

pescoço até ficarmos

tão perto que sinto o calo

m para os seus lábios ent

de morder seu

seus, que agora estão

, o mover dos seus seio

sua respir

a? - falo com o rost

Essa é hora qu

opção, mas essa é a q

, definitivamente,

aos meus e, hesitante,

es de forma que sua única

e início, é um simples en

tato. Seu toque é temero

que por um momento sou

seus lábios, usando i

suspira e faz um carinho

fere

cintura contra mim e s

então aprofundo o beijo.

odisíaco fosse liberado

da assim, consigo senti

de seu

as mãos, espalmando

ntra o meu peitoral. Seu

Geralmente, são sensua

o. O beijo dela

uas costas sobe, se inf

e são tão macios

quanto u

to, curtindo as sensaç

Ao longe, es

Ju

não, c

ar, aonde nosso

e foder

morena, que murmura

nino - Kane volta a fa

entende e sor

na sua, acalmando

tá na sua hora. Pare de

fazendo a gal

rás, gargalhando junto

ela olha para os lados,

do

a sua bunda para

ndo para o palco e mos

l

enhor Davis se desped

to minha atenção a ga

a pergunta baixinho, c

a vejo em

confuso. Essa não cost

á não ser pela... overdo

na do campus depois daq

ern

a, passarinha. Não

m faz uma expressão c

afastando tão rápido qua

meu laptop e o mixer

no caminho, ignorando a

É sempre assim que s

eça, ignorando

pergunta quando che

ovis

onfirmo co

co as conexões do lap

o pescoço. Olho para a

ansiedade daqui. Quando

utra vez no mesmo d

m te conhecer,

so te mostrar

a, loucuras,

ank Space -

sença, pois no momento

efeitório. Brandon garga

enas sorr

ust

rando quando me lemb

e ol

e vo

e be

pega

anos até dois meses atr

eijada como Justin me be

empo, me abraçou de uma

o Dj que Kane estava ch

onfirmei o sobrenome de

de que ele é

Me

trabalho. Ele é o aluno

com que cara vou olhar

aroto? Só tinha beijado

agir. Ele caminha junto

camisa branca, calças j

ilo. Diferente dos amigo

s e tênis

..., merda de novo. El

es quanto a de um profi

to toca, a impressão qu

ele é. Nada disso é bo

rd

fixação

ção por músi

vezes

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Trabalho em dupla- tensão sexual
Trabalho em dupla- tensão sexual
“Para todos que precisam de um recomeço. A culpa está queimando Eu estou ferido por dentro Não consigo suportar esse sentimento Então coloque a culpa na noite Não coloque a culpa em mim Blame (feat. John Newman) - Calvin Harris - Vamos, cara, você consegue! - Não sei se é uma boa ideia... - respondo, sincero. - Você sabe dirigir. Precisa deixar de ser tão medroso. - John, é uma descida alta - falo olhando para o morro. - Essa moto é para fazermos trilha. - Aponto para magrela. - Além do mais já está escuro. - Amarro o cadarço do meu tênis. Nossas roupas estão cheias de lama, John adora vir aos sábados fazer trilha no mato. Nossos pais não gostam, acham perigoso, mas acabam descobrindo só quando chegamos em casa, já que estão no trabalho quando saímos. Juntamos nossas mesadas com o dinheiro que ganhamos cortando a grama dos vizinhos e compramos esta moto. Isso foi motivo de outra briga lá em casa, mas acabaram se dando por vencidos depois de tanto insistirmos. - Deixa de besteira, mano. - Faz um gesto de desdém e sobe na moto. - Vem, vamos descer este morro logo. Preciso chegar em casa e tomar banho para ir encontrar a Hope. - Admite que está de quatro por ela - falo subindo na garupa. - A única que fica de quatro em nossa relação é ela, maninho - fala e pisca. Gargalho. Temos um ano de diferença e diferente de mim ele não é mais virgem. Olho para a descida do morro asfaltado a nossa frente e penso que se cairmos aqui vai ser pior que quando caímos no mato. John deixa o capacete pendurado no braço e liga a moto fazendo o motor roncar. Emprestei meu capacete para nosso vizinho ir trabalhar e mesmo assim viemos fazer trilha, isso vai ser motivo de mais uma briga lá em casa hoje. Nossa mãe vai encher o saco. - Se segura, pirralho! - brinca e o mando calar a boca. Ele põe a motocicleta em movimento acelerando. Sinto o vento em meu rosto e fecho os olhos curtindo o momento. - CARA - John grita -, PÕE O CAPACETE E SE SEGURA EM MIM. - Por quê? - pergunto. - Porque está me atrapalhando. - Tira uma mão do volante perdendo um pouco o controle. - Põe de uma vez e se segura! Eu o coloco e estranho estarmos indo tão rápido. - Acho melhor você diminuir a velocidade - falo. Ele tenta por um pé no chão tentando diminuir a velocidade e acho isso ainda mais estranho. - Cara, freia! - peço. - SE SEGURA! - grita jogando a moto para o lado. Tudo acontece muito rápido. Sou jogado para o acostamento, meu corpo dói com o impacto e demoro alguns segundos para voltar a pensar e me sentar. Quando faço, vejo meu irmão caído com sangue em volta. Tiro o capacete gritando por seu nome. Me levanto, sentindo minha perna latejar, paro ao seu lado gritando ainda mais por ele e entro em desespero quando vejo que o sangue no chão vem da sua cabeça. Naquela noite, eu o perdi. Ele viu que a moto ficou sem freio e deu o seu capacete para me salvar. Foi a sua vida pela minha. Naquela noite, eu também soube que nada mais seria como antes e que eu carregaria essa culpa pelo resto da minha vida.”
1 Capítulo 1 Trabalho em dupla- tensão sexual2 Capítulo 2 Trabalho em dupla- tensão sexual3 Capítulo 3 Trabalho em dupla- tensão sexual4 Capítulo 4 Trabalho em dupla- tensão sexual5 Capítulo 5 Trabalho em dupla- tensão sexual6 Capítulo 6 Trabalho em dupla- tensão sexual7 Capítulo 7 Trabalho em dupla- tensão sexual 8 Capítulo 8 Trabalho em dupla- tensão sexual9 Capítulo 9 Trabalho em dupla- tensão sexual10 Capítulo 10 Trabalho em dupla- tensão sexual11 Capítulo 11 Trabalho em dupla- tensão sexual12 Capítulo 12 Trabalho em dupla- tensão sexual13 Capítulo 13 Trabalho em dupla- tensão sexual14 Capítulo 14 Trabalho em dupla- tensão sexual15 Capítulo 15 Trabalho em dupla- tensão sexual16 Capítulo 16 Trabalho em dupla- tensão sexual17 Capítulo 17 Trabalho em dupla- tensão sexual18 Capítulo 18 Trabalho em dupla- tensão sexual19 Capítulo 19 Trabalho em dupla- tensão sexual20 Capítulo 20 Trabalho em dupla- tensão sexual21 Capítulo 21 Trabalho em dupla- tensão sexual