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Trabalho em dupla- tensão sexual

Capítulo 4 Trabalho em dupla- tensão sexual

Palavras: 3087    |    Lançado em: 15/03/2022

eço a me despir e logo

fissurada em amarelo

o e bem mais curto que u

o espelho, vendo o resul

as, olhando como ficou a p

". Então abre a cortina

co

icou

o dele, agora vestida

a fácil - fala, nos fa

a, rind

curte e entra para o

e vela para

e então me viro

o bastante - falo,

para se mostrar, garo

afi

- Taylor fala e mech

ependendo dos movimentos

mas vai aparecer basta

to puxar o pano um p

ndy dá um tapa na min

o que tem e

nego com

upa e se vista. Estou

roso com muita batata f

provador e fe

um sorriso. Vou me

erni

ha que o Andrew é mu

es, os três em dois colch

- Taylor fala, enquanto

esa - fala enquanto me

- Vocês moram a dez min

ora, d

sando os pr

a que podemos passar o

iz sorr

tênis tratorado branc

lor. Sorrio com o result

Coloquei um sutiã rendad

Minha maquiagem é a de

ador e

nita e é a primeira v

desde..

ue está literalmente

a mesmo que a minha, c

om vermelho vivo. Está

ce um típico bad boy.

nos joelhos, camisa br

trabalhos. - Ele entr

ra a

nima ideia do que sej

reço uma a

senta no sofá -,

assim? -

uidas. Já tenho uma, s

planos, precisamos

oncordo co

nteça algum... desv

- Taylor

, desvio? - vo

vá se pegar com algu

nguém - decreto, já

seu ex-namorado? - A

e pisand

não só no quesito s

r comenta e Andy a

ionada, estamos saindo

para não no

usp

eixar sozinha, né? - E

ente aquela de

você. - Taylor se le

ibamos que se virari

ca, quebrando a tensã

no feed e nos storys, m

rmelhada mais algumas

um táxi para ir à festa

festa realmente ser

dançando

Fora d

u quase che

is perto do qu

Jogando c

Apostando

With The Devi

, mas continuo olhando

bloqueiam qualquer baru

ntrou no quarto. A pe

chão, vejo os pés do me

r, facilito seu trabalho

com a típica expressã

rpre

conversa

aro qu

sentimos fa

pondo indiferente. O

ndo que logo Bra

u corp

r frio, sem me dar ao

Just

i, não

alar com a sua mãe,

z - dou de ombros -, o

vai voltar a

. Isso tudo é por caus

anç

importo com

assim, ele

, pai! O meu irmão se

n

posso ver a dor em seu

que você saiu da clí

a risada

o sabem nada

começa a falar qua

ou. - Me levanto e pe

lular no bolso e puxo um

m pegar e de

redor, do quarto que er

diota que adotaram. De

e com um abraço, para e

esvio os olhos, a inte

ara minha mãe, que s

com a mochila nas cost

ir muito a

aqui só há dois dias..

vejo seus olhos marejado

ue, e me lembro porque

o quanto o arrependim

estava na clínica, eu t

fala

rar a minha vida por m

ão nos finai

pai me repreende e

lo menos uma vez por m

rando meu

us braços e se

o você

eus e ela apenas volta

o em meu rosto. Logo me a

ont

eu primo, ignorando a

um olhar de repreensão

porta

no campus, avisem -

e mandará u

caminhonete, jogando

ao lado do carro até que

to dos meus pais e do mol

automóvel, que eu não

nt

dir de forma decente

no banco do motor

apenas bufa. Não vou

únicos com quem

te - falo assim que el

e so

para de man

é tão importante par

om quem posso contar. Ti

en

isso, Justin? Vai afe

orra, c

nas i

que hoje à noite - fal

não precisasse de músic

para r

ê vai t

e vou. - Do

omo se fosse indiferen

ão fun

riso que insiste em

o falta

aro qu

igarro, olhando para a

zer, nunca parei com as m

rgia dos corpos do ambien

so eu não sinto há um an

overdose. Dizem que qu

ingindo não julgar que

internado um ano. Um m

uando minha música es

in, sobr

que fique longe da beb

palavras "fique limpo"?

que fique limpo - ele

. Minha consc

algumas disciplinas pa

or semana junto de mim.

ooperasse com o... trat

, pudessem estar comigo.

o para poder estar perto.

até mesmo eu,

sso atrasou seu desempe

ógico que se aceitasse

re agir como se não se im

volta a me acusar, mas

o vou me drogar - fal

que Bê res

Tudo bem, todo vicia

é os médicos da clínica

uma pessoa de extremos.

com alguma coisa e me d

matar. Eu costumava us

tempo eu estava de boa. S

tro

tem umas calouras bem

endo de volta

falo, sorrindo de lad

alma bonita já

don ga

tar isso pa

ue vai -

encaro a casa da fra

Lógico que estamos aqui

de música e Kane de liter

de Bê, o jogador de fute

meçamos a ser vistos,

festas do campus. Meu s

um Dj em ascensão. Qua

rana legal,

Kane grita assim qu

, cara - repreendo s

ro, que consegue ter ma

o chão. - Porra, K

raço? - Bê fala para o

iu no chão, o coloca

úmes, teddy bear[11]

ando abraça e be

ntidade de piercings e

Diria quase o melado to

úsicas tão intensas, que

. Todo mundo pensa qu

ele estuda

responde e bagun

u me incomodava com es

me sinto à vontade, porq

atam co

uedinho? - Kane perg

ssando os braços

falo, apontando pa

ar quando ver que vo

ar? - pergunto, saind

minhas

or de levar uma par

tocar, mas a atraç

. Não posso negar que

e o melhor deles, de lon

raramente me faço de difí

ou com o carinha que j

querem ser bem comid

r esse mome

don, que é avesso a r

ontinuando, tento, mas di

omântico e, talvez, nem

sou cobrado, me irr

asa, os caras vêm me c

sso e da magia que ess

mes, para mim, a realida

sa, onde geralmente rola

itam e iluminam o pátio

s estratégicos. O pequen

ioactive[12] j

sorrio, me sentind

o seu quarto - Bê fal

Ele arqueia a sobra

vi

seu quar

eito o

ocês realmente guardar

i

i seu, cara - ele fala

. Evita ao máximo toc

mais incomodado que eu e

ê ao fato de que quase

Obri

vira e

quarto sempre fo

por não me

ato em seu ombro, queb

rrastando a mala em minha

meu q

preenche todo o ambien

precisa cantar um verso p

o acompanham cantando

mel

a forma erótica que s

nçantes, como se estive

ue o rockeiro ent

a música é a maior

Sweet Child O' Mine d

tensifica. Sorrio, levant

go o cigarro, sentindo

o de maconha que fumam

, talvez, não se

nta transando com o p

para ser ouvido e

o e a forma que canta

io fica por conta das pou

luz natural da noite, o qu

way to Hell do AC/DC co

mais a

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Trabalho em dupla- tensão sexual
Trabalho em dupla- tensão sexual
“Para todos que precisam de um recomeço. A culpa está queimando Eu estou ferido por dentro Não consigo suportar esse sentimento Então coloque a culpa na noite Não coloque a culpa em mim Blame (feat. John Newman) - Calvin Harris - Vamos, cara, você consegue! - Não sei se é uma boa ideia... - respondo, sincero. - Você sabe dirigir. Precisa deixar de ser tão medroso. - John, é uma descida alta - falo olhando para o morro. - Essa moto é para fazermos trilha. - Aponto para magrela. - Além do mais já está escuro. - Amarro o cadarço do meu tênis. Nossas roupas estão cheias de lama, John adora vir aos sábados fazer trilha no mato. Nossos pais não gostam, acham perigoso, mas acabam descobrindo só quando chegamos em casa, já que estão no trabalho quando saímos. Juntamos nossas mesadas com o dinheiro que ganhamos cortando a grama dos vizinhos e compramos esta moto. Isso foi motivo de outra briga lá em casa, mas acabaram se dando por vencidos depois de tanto insistirmos. - Deixa de besteira, mano. - Faz um gesto de desdém e sobe na moto. - Vem, vamos descer este morro logo. Preciso chegar em casa e tomar banho para ir encontrar a Hope. - Admite que está de quatro por ela - falo subindo na garupa. - A única que fica de quatro em nossa relação é ela, maninho - fala e pisca. Gargalho. Temos um ano de diferença e diferente de mim ele não é mais virgem. Olho para a descida do morro asfaltado a nossa frente e penso que se cairmos aqui vai ser pior que quando caímos no mato. John deixa o capacete pendurado no braço e liga a moto fazendo o motor roncar. Emprestei meu capacete para nosso vizinho ir trabalhar e mesmo assim viemos fazer trilha, isso vai ser motivo de mais uma briga lá em casa hoje. Nossa mãe vai encher o saco. - Se segura, pirralho! - brinca e o mando calar a boca. Ele põe a motocicleta em movimento acelerando. Sinto o vento em meu rosto e fecho os olhos curtindo o momento. - CARA - John grita -, PÕE O CAPACETE E SE SEGURA EM MIM. - Por quê? - pergunto. - Porque está me atrapalhando. - Tira uma mão do volante perdendo um pouco o controle. - Põe de uma vez e se segura! Eu o coloco e estranho estarmos indo tão rápido. - Acho melhor você diminuir a velocidade - falo. Ele tenta por um pé no chão tentando diminuir a velocidade e acho isso ainda mais estranho. - Cara, freia! - peço. - SE SEGURA! - grita jogando a moto para o lado. Tudo acontece muito rápido. Sou jogado para o acostamento, meu corpo dói com o impacto e demoro alguns segundos para voltar a pensar e me sentar. Quando faço, vejo meu irmão caído com sangue em volta. Tiro o capacete gritando por seu nome. Me levanto, sentindo minha perna latejar, paro ao seu lado gritando ainda mais por ele e entro em desespero quando vejo que o sangue no chão vem da sua cabeça. Naquela noite, eu o perdi. Ele viu que a moto ficou sem freio e deu o seu capacete para me salvar. Foi a sua vida pela minha. Naquela noite, eu também soube que nada mais seria como antes e que eu carregaria essa culpa pelo resto da minha vida.”
1 Capítulo 1 Trabalho em dupla- tensão sexual2 Capítulo 2 Trabalho em dupla- tensão sexual3 Capítulo 3 Trabalho em dupla- tensão sexual4 Capítulo 4 Trabalho em dupla- tensão sexual5 Capítulo 5 Trabalho em dupla- tensão sexual6 Capítulo 6 Trabalho em dupla- tensão sexual7 Capítulo 7 Trabalho em dupla- tensão sexual 8 Capítulo 8 Trabalho em dupla- tensão sexual9 Capítulo 9 Trabalho em dupla- tensão sexual10 Capítulo 10 Trabalho em dupla- tensão sexual11 Capítulo 11 Trabalho em dupla- tensão sexual12 Capítulo 12 Trabalho em dupla- tensão sexual13 Capítulo 13 Trabalho em dupla- tensão sexual14 Capítulo 14 Trabalho em dupla- tensão sexual15 Capítulo 15 Trabalho em dupla- tensão sexual16 Capítulo 16 Trabalho em dupla- tensão sexual17 Capítulo 17 Trabalho em dupla- tensão sexual18 Capítulo 18 Trabalho em dupla- tensão sexual19 Capítulo 19 Trabalho em dupla- tensão sexual20 Capítulo 20 Trabalho em dupla- tensão sexual21 Capítulo 21 Trabalho em dupla- tensão sexual