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Meu delegado- Livro 3

Capítulo 2 Meu delegado- Livro 3

Palavras: 2604    |    Lançado em: 16/03/2022

stosa do caralho

pau me fodendo. Mais algumas sugadas e ouço seu alerta, mas ignoro sentindo seu líquido quente jorrando na gargant

s pressionando meu rost

u pau na minha bunda

você -

não é - resp

ido, deslizando as mãos na bunda. Sinto o ardor de uma tapa na minha pele. Molhada, excitada e querendo muito transar com ele, e

algu

realidade. Afastamo-nos rapidamente

memória de Sheron desse jeito, pior ainda, com Camilly. Deixei-me levar por desejos primitivos, mas porra como re

dor de barriga? - Ethan bate novamente enqu

trando o quanto me arrependo do que aconteceu. Na mais pura ousadia, ela ergue sua mão e toca meu rosto acariciando com as pontas

aça isso - dig

tano. - Piscando, desliza a língua

, e sinto que Camilly encostar nas minhas costas roçando os

uma mulher, melhor ainda Camilly, seus olhos se arregalam como se fossem saltar da órbita. Até

. Lembranças dos momentos íntimos com Sheron invadem meus pensamentos. Minha esposa perfeita.

ido branco, encarando através do para-brisa escuro. Apoio às mãos no capô do carro, deixando minha cabeça baixa. Fecho os olhos, e só vejo os olhos ardentes de

e possa socar o carro dela, chuto o pneu várias v

rto o alarme do carro destravando a porta. Sento atrás do volante, e acelero des

ualquer jeito, talvez pegando duas, ou três vagas, não importa. Não é como se as pessoas viessem ao cemitério às n

xo no muro, e sem pensar nas

ais alguns passos e paro em frente à lápide com nome de Sheron Garcia. Minhas pernas fraquejam me colocando de joelhos. Sinto lágrimas descendo e mo

cumpri minha promessa. Desculpa Sheron, me desculpa. Por favo

ão atordoado que não percebi quando cai no sono ali mesmo. Levanto passando a mão pela calça, camisa, me livrando da sujeira do gramado. Enfio a mão no bolso, e confirmo qu

u surpreendido pelo cove

osa é a dona dessa lápide, e sou delegado. - Enfio a mão no bolso e pu

via chamar a polícia. E

em seus olhos cansado

do com o esboç

recisar pular o muro de novo. Trocamos algumas palavras no percurso e ouço atentamente o seu relato de quan

omo deixei o carro estacionado. No mínimo l

ngo, abrindo a p

o da delegacia. Sonoramente os códigos e ocorrências tomam o espaço do silê

abalho - re

Agora que a fase casamento já acabou, não tenho o porquê ficar me encontrando com Camilly. Espero nunca mais ser obrigad

e um ano. Centenas de processos, relatórios de entrada de e

Catarine b

a

de que a acompanhe até

jovem mulher segura

o. Os lábios vermelhos manch

go ser indiferente. Quero ir até o desgraçado e ensinar que não se bate em uma mulher, fazê-lo sangrar do mesmo jeito que sangrou uma pessoa

canto em frente ao computador outro policial tomando nota do depoimento da vítima pa

não tem cerveja. Bom, acontece isso. Seu delegado, eu e meus filhos passamos fome, não sei mais o que fa

ente. Mas tenho que ser sincero. Muitos casos essas medidas são inúteis. Aconselho à senh

E não posso permitir. Peço para dois policiais acompanhá-la ao hospital para realizar o exame de corpo de del

caso sabe onde ele está nesse moment

estar no bar d

endereço,

levar a comunicação da medida protet

te da pistola, e a encaixo novamente no coldre peitoral em seguida visto o casaco. Enfio as mãos no bo

o ao redor. Homens bêbados discutem sobre futebol mal notando que entrei no estabelecimento. Meus olhos

ef? -

Não enche meu

al com a cabeça para a mulher sair. Correndo, ela

edida protetiva de sua esposa

m? Cadê as provas que foi eu, poderia ter sido o amante, vai sabe

cadeira e bato seu corpo contra a parede com força. Aproximo a

inferno e meter uma bala nessa cabeça podre. Você entendeu? - Espero uns s

Sim -

As pessoas observam de longe sem se introme

agressor covarde. - Pisco para eles

de sumir, ergo a mão e aceno um tchau deb

pego outra para o cabelo. Ando pelo banheiro até ficar em frente ao espelho. O reflexo de uma mulher forte, madura e autossuficiente reflete diante dos meus olhos. Por vezes me pego pen

damente na escrivaninha e com o aparelho

a Ri

ha compromisso importante com o responsável por gerenciar minha conta no banco. Recusar a chamada ou não? Pensando bem, o senhor Luca é o professor ma

a voz firme, mas por d

a voz fria e penetrante

prof... - Não

o as notas dos meus alunos, todos se graduam com louvor e não aceito menos. Dessa vez vou dar uma colher

rsidade. Para um homem com quarenta e cinco anos, ele é bem gostoso. Mas com aquela cara sempre amarrada duvido que saia com alguém. Tenho medo só de imaginar, ou o professor Luca pode ser o famoso com

ço-me quando seus dedos roçam meu clitóris, esfregando. Em seguida sinto-os dentro de mim, fodendo minha boceta úmida. Entrando, saindo, entrando, saindo, com ferocidade. Um dedo, depois dois, três, alargando o centro para ele. - Brian - sussurro. Erguendo a cabeça seus olhos castan

agra e sua saída temperamental. E Alyssa ainda tem a cara de pau de dizer que Brian Garcia é um homem honesto, sensível, ótimo partido. Aonde? No mínimo deve estar achando que sou descartável, só porque paguei um boquete para ele. É como

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Meu delegado- Livro 3
Meu delegado- Livro 3
“Encolho as pernas abraçando os joelhos, apoio minhas costas contra o azulejo frio da parede. Fecho os olhos sentindo a ardência das lágrimas que descem por meu rosto. Só peço que pare, por favor. Mais, socos na porta me fazem pular assustada, amedrontada. - Por favor, por favor, pare Spencer - imploro. - Vadia desgraçada. Abre essa porta Cindy. - Socos, e mais socos. Sinto algo pingando, abaixo a cabeça e vejo as gotas de sangue manchando o chão de vermelho. Deslizo a mão limpando minha boca, e a vejo suja com as evidências de mais uma maldita noite. - Spencer, por favor - suplico, em meio às lágrimas. - Eu vou te matar, sua puta - grita alto. Com um último pontapé a porta se abre. Alucinado e fora de controle, ele entra no banheiro vindo diretamente em mim. Seus dedos enrolam em meus cabelos e os puxam me levantando do chão. Posso ver em seus olhos a fúria cega, e tenho certeza de que hoje será meu fim. Grito por socorro, enquanto sou arrastada como um animal nosso quarto. Os vizinhos não se intrometem em brigas de casais, não importa para eles se serei morta. Debato-me tentando fugir de suas mãos, mas é inútil. Além do mais fugir para onde? Não tenho ninguém, e ele nunca me deixaria partir com vida. Sou suspensa no ar, e jogada na cama. Seu grande corpo por cima do meu, me segurando presa entre ele e o colchão. Usando as pernas como reforço, abre as minhas pernas rasgando em seguida minha calcinha. Suplico encarando dentro dos olhos verdes, e o sorriso que nasce nos seus lábios ao enfiar seu pau, me traz a realidade de que ele é um monstro frio e sem coração. Suas mãos seguram meu pescoço com força, e a cada arremetida na minha boceta seus dedos apertam mais forte, me sufocando. Desisto de lutar, simplesmente aceito o destino. - Gosta assim, não é? Admite. Eu vi você olhando para o homem que coleta o lixo. Quer ser fodida igual uma piranha. - Uma mão solta o pescoço, e desce em direção ao rosto me esbofeteando. Deus, por favor, acabe com isso. Acabe com isso, por favor. Sem ar, sufocando aos poucos, pouco a pouco vou perdendo a consciência. Quando saio na rua, ando sempre de cabeça baixa, ele que escolhe minhas roupas, só posso sair em sua companhia, sair é quase um milagre. Quando o conheci na faculdade, gentil, amoroso, bondoso, não fazia ideia do tipo de pessoa que ele se tornaria. Às vezes acho que o amor me cegou para enxergar os sinais. Ciúmes, discussões, suas mãos quando seguravam firme meu braço, mas sempre em seguida um pedido de desculpas com flores, e lágrimas. E como uma tola apaixonada, aceitei seu pedido de casamento. Sempre fui sozinha criada em lares adotivos e ter alguém cuidando de mim desse jeito era algo maravilhoso, não podia perdê-lo. Os primeiros dias de recém- casados foram inesquecíveis. Mas quando engravidei tudo mudou. Do dia para noite meu príncipe encantado se tornou meu carrasco. Em sua primeira crise me espancou a ponto de perder o bebê. Sangrando e com fortes dores abdominais fui levada para a emergência e como uma boa esposa devotada, contei aos médicos como tinha caído da escada arrumando o sótão. Depois daquele dia as coisas só pioraram. Violência sexual, agressão física, humilhação verbal. Perdida em pensamentos, sou pega de surpresa quando Spencer gira meu corpo me colocando de bruços e monta por cima da minha bunda. Mordo os lábios a ponto de sangrá-los. Algo duro é enrolado em meu pescoço e sou montada como se fosse uma égua.”
1 Capítulo 1 Meu delegado- Livro 32 Capítulo 2 Meu delegado- Livro 33 Capítulo 3 Meu delegado- Livro 34 Capítulo 4 Meu delegado- Livro 35 Capítulo 5 Meu delegado- Livro 36 Capítulo 6 Meu delegado- Livro 37 Capítulo 7 Meu delegado- Livro 38 Capítulo 8 Meu delegado- Livro 39 Capítulo 9 Meu delegado- Livro 310 Capítulo 10 Meu delegado- Livro 311 Capítulo 11 Meu delegado- Livro 312 Capítulo 12 Meu delegado- Livro 313 Capítulo 13 Meu delegado- Livro 314 Capítulo 14 Meu delegado- Livro 315 Capítulo 15 Meu delegado- Livro 316 Capítulo 16 Meu delegado- Livro 317 Capítulo 17 Meu delegado- Livro 318 Capítulo 18 Meu delegado- Livro 319 Capítulo 19 Meu delegado- Livro 320 Capítulo 20 Meu delegado- Livro 3