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Uma Noite Apenas

Uma Noite Apenas

Autor: Ronald_P
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Capítulo 1 Capitulo 1

Palavras: 1457    |    Lançado em: 21/03/2022

ei várias vezes. Nunca fui magra e com corpo de manequim. Sempre fui a mulher curvilínea e nada no padrão de beleza, e não conseguia parar d

ava o perfume dele ou o observava caminhar, sempre vestido em tern

ao telefone. Era sempre assim. E todas às vezes me perdia nos cabelos castanhos bem cortados, nos lábios carnudos, no rosto masculino, na barba que

estivesse bem cheio. Apoiava-me na construção, deixando a calçada livre para quem quisesse ou, talvez, para ele passar. Admirava-o disfa

uando ele usava algum blazer mais curto ou se mexia, de forma a revelar aquela anatomia dos deus

a. Enquanto via as ruas passarem, tomei a decisão mais louca da minha vida. Depois de ficar um

ra sempre a mesma. Ele passav

a, ou melhor, toda noite. Sempre me enchia de coragem, de vontade e desis

sociedade gritava ser a mais bonita, eu era a melhor versão de mim naquele momento e, sim, sentia-me linda, poderosa e... louca. Quando pensava em minha ideia insana,

uma coxa contra a outra. A adrenalina corria s

rou meu rosto, me

de azul e marrom caindo pelos ombros. O perfume lembrava folhas e madeira. Seu andar sempre ereto deix

az tomar uma boa distância, e o segui para descobrir finalmente aonde ele ia

a. Um barzinho aconchegante. Com certeza de alto padrão, ond

ocal, percebi

sentei em frente ao balcão. Havia perdido o rapaz de vista. Pedi uma água com gá

primeira vez, vi os seus olhos direcionados a mim. Seu olhar só se desvi

le, calado, pensando em algo. E eu quase tr

da da sua vida. Também sei que não sou o padrão de beleza, nem sou uma joven

quero uma, apenas uma noite com você. Sem cobranças, sem ligações, sem choro, nem lamento. A

epio. Olhou o relógio rapidamente e se levantou. Jogou várias notas no balcão e saiu me segurando pela mão.

ntão se virou e me olhou. - A propósito, meu nome é Rafael. E vou ate

respondi s

bia que aquele hotel para onde íamos pertencia ao grupo da

frente ao local, as portas foram

alavras com o funcionário e recebeu o cartão do quarto. Enquanto isso, admirei o hall, o design qu

aberto. Não houve troca de palavras ou olhares. Quando a porta s

e atentei ao que ocorria ao meu redo

az já havia tirado o blazer e o cachecol e

nome mesmo? - Ele espe

ari

ha, M

parada do restante do cômodo por portas francesas.

por minhas pernas. Os dedos masculinos se enroscaram na c

com a expect

duro. Ouvi o barulho de algo sendo rasgado, e pensei que fosse uma camisinha

, me excitava com os so

? Pois bem. Fique de

ndo o vestido e os sapatos negros. Estava muito excitada,

adril, ele levantou o vestido. Ago

eu corpo em ebulição. Tudo eram sensações, até

ha carne, para se enfia

a força, socando cada vez mais rápida e mais profundamente. Eu sentia o desejo que ele possuía, a rigidez com que me invadia. Senti-me

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Uma Noite Apenas
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“Eu me sentia uma idiota, tola. Às vésperas de fazer trinta anos, comportava-me como uma adolescente. "Marian, Crush é coisa de menina", pensei várias vezes. Nunca fui magra e com corpo de manequim. Sempre fui a mulher curvilínea e nada no padrão de beleza, e não conseguia parar de pensar naquele crush, ou amor platônico, ou talvez, fosse só uma paixonite, que, por não se realizar, perdurava mais. Não sabia ao certo. No entanto, eu sabia que era muita obsessão para quem apenas aspirava o perfume dele ou o observava caminhar, sempre vestido em ternos e com um finíssimo cachecol caído displicentemente pelos ombros.”