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A Ninfeta e o Mafioso

Capítulo 5 Capitulo 5

Palavras: 1492    |    Lançado em: 22/03/2022

normal, ninguém se feriu e logo estaria em casa. Precisava avisar alguém do que havia acontecido. Melhor

bolsa no carro – reclame

morado t

ado dela! – o h

elvagem estava ali, segurando minha bol

ficar dentro dessa ambulância e com esse homem mal-educado que não sabe

hospital – ele explicou como

mas passar com o carro em cima de você! – debochei

não precisamos deles para nada? Foi para isso q

a ambulância e e

muito alterada! –

so, e não quero que es

e impaciente segurand

u a minha mão

icar calma

um acidente fica calmo

ue ninguém era obrigado a aguentar esse meu jeito grosseiro de falar com as pessoas. Depois de c

stionei o médico. Senti uma outra picada

ue fo

ra a senhorita rel

r! Quero ir para c

e de rir. O que estava acontecendo comigo? De repente, tudo ficou em câmera lenta. Levei a

ha o nariz reto, a boca carnuda, o rosto não muito quadrado, mas tinha uma aparência que determinava força e poder. As sobrancelhas eram escura

era perfeito. Como não prestei ate

a dizer aquilo, mas minha b

do para seus olhos escuros, os cabelos castanhos joga

namorar

em volta de nós. Minha boca estava

pedi. Mas ningu

eu mesma segurei a dele. Era quente e forte -, que mão h

– a voz del

passei as mãos pelos cabelos

as em

am borrados -, acha que devo matá-los? Eu tenho uma arma na minh

riso surgiu nos

pena. – Ele p

ou molhada com essa

foi aberta e fui tirada da ambulância. Tive que fechar os olhos por causa da l

e surgiu diante do meu campo de visão. Não conse

recepção – e

bonito

Ela sorri

lugar e eu tive q

muito louco! – comentei mais para m

esconhecido bonito

Gostoso pra car

da, eu teria o prazer de estar com

– ele avisou -, os

uide de mim! – ped

ciso

se você se for, a ge

ont

rei a mão dele, era tão

te esquecer.

to que

so, meus olhos pesa

ítu

Andreas Fellini não apenas salvou a vida do meu pai no passado, como lhe deu tudo o que tínhamos. Ficar na Itália não era para o meu pai apenas voltar para casa, era a forma que Dom Andreas encontrou de ter alguém ali pa

er no meu carro. E mesmo que ela fosse uma gostosa de parar o trânsito, andando com aquela calça jeans apertada de cintur

e haviam dado para ela, toda vez que ela virava aquela boca bonita na minha direção, meu pau ficava duro, ainda mais qua

para mim enquanto eu a comi

rguntei à enfermeira

u alguma coisa no soro -, tiraram o raio

estranha necessidade de saber se alguém estava bem, ainda mais uma mulher desconhecida. Fui criado em um mundo frio, em que qualquer demonstração de afeto era um ris

tio Genaro. Atendi e coloquei a bolsa da

está? – El

ive um problema – re

taliana da gema. A boca fora feita para beijar um homem com paixão e aquele nariz arrebitado? Dormindo ela era um an

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A Ninfeta e o Mafioso
A Ninfeta e o Mafioso
“As lembranças de quinze anos atrás são vagas, mas muito verdadeiras. Acordei de repente, como se estivesse morrendo sufocada. Na verdade, estávamos na parte de trás de um caminhão fechado e ao passar em alta velocidade em um redutor, meu corpo foi jogado contra a lataria e doeu. Puxei o ar e abri os olhos. Não dava para ver muita coisa, já que a única luz que penetrava era pela parte debaixo da fresta da porta. Mas o cheiro eu lembro muito bem, era ruim. Uma mistura de suor e urina. Mas o que eu poderia esperar? Todas as mulheres dentro daquele caminhão estavam há dias sem tomar banho. Não fazia ideia de quanto tempo se passou, deveriam ser semanas. Eu e meus pais saímos do Brasil num dia ensolarado, era verão ainda quando pegamos o avião em Brasília para a cidade do México. Dez horas de voo. Minha mãe sorria muito, ainda me lembro dela, seus cabelos castanhos e lisos. Ela era tão bonita. E meu pai também estava feliz. - Nós vamos para a América – meu pai dizia -, vamos ter uma vida melhor e você vai conhecer a Disneylândia. Porque será que o sonho de toda criança é conhecer esse maldito lugar? No Brasil, meu pai era pedreiro e um primo dele, o tio Alberto, estava morando há muitos anos nos Estados Unidos e prometeu nos ajudar quando ele chegasse. Não entendia muita coisa, mas sabia que da Cidade do México pegaríamos um ônibus para Tijuana, na Baixa Califórnia, ainda no México. Estava cansada, mas fiquei o tempo todo no colo da minha mãe. Eu entendia tudo o que eles falavam. Minha mãe era professora de inglês e espanhol na escola na cidade satélite de Taguatinga.”