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A DOMADORA

A DOMADORA

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Capítulo 1 - PRÓLOGO

Palavras: 1317    |    Lançado em: 20/11/2022

AÇÃO

cos com a colheita do dia

para a cidad

ta secando o suor de sua testa. Encaro o

leva, p

confirma c

de queimar os miolos e se exp

ete na parte coberta e assim que o so

Ce

caminhão passando e ent

amos ter viz

diz so

a cidade grande. Detesto essa gente que acha

a rir e soc

rdou mais caval

a e a ligo, lav

inho não sabe o trabalho que dá mant

sos amigos com dificuldade para cuidar da

mo coisas sujas. Acredita que um mauricinho esses dias

gargalh

está agora? Camisa a

exposto e minha

ujo, mas n

queria

cheio de merda de cavalo na cara. isso

, foi um

im,

você fez

ndo que fiz

da do Diabo

erda do seu cava

para saber como era realm

ce um caval

ximo de

as mulhe

Brenda

om um sorr

fiz mui

dela vai te pegar e

e da Amália Braga. Eles vieram d

sa que não dei a pequena

e a filha dele abre

ri a

na cidade não abre a jan

enh

inha mulher es

o ele

uma mãe para m

Se

ram, nunca pensaria em fazer nada com ela e n

como sempre fazia qu

cuidar de alguém

oçar. Janice sorri assim que entramos. Nunes beija su

eiro t

com o meu

var que já

comemos em silêncio. Voltamos para fora de ca

isas pro centro,

o bom e andar um pouco com o

ece o

e sigo para a baia dos cavalos. As

ndar seu

nele e prendo firme. Puxo-o para fora e sigo para uma

ma, g

ança, sigo com ele em pequenos galopes. Saio da fazenda se

ma, d

ainda mais. Vejo uma caminhonete vind

ÃO!

o para trás e em segundos bato no chão duro, sentindo a dor. Um barulho de freada s

ê est

ma ecoa em

a pra

consigo focar meus olhos, tenho uma bela visã

Si

ando sentar,

te

braços rodam em minha cintura e seu toque queima meu corpo.

nda está

meu, que posso sentir seus se

tou

a duro. Olha em volta e assim que vê me

oque, ele

o filho da mãe baixa o focinho se aproximando dela.

ho da

oça seu focinho e se

as não gos

rvando a

mo s

deixa tocar

ão para a sel

ma, g

e quando retira

, tenta usar aquelas

ta mimada e seu carro de riquinha

cinha como você, saiba a

mantém o foco

a selas apertadas no m

para que eu escute e t

mo você e sei que nada di

é intenso. Anda com

a gente

uma fazenda para a família passar os

enorme

e uma mulher deve queimar a barriga no fog

á novamente c

ve saber onde

re cavalo sendo de uma fazend

inha m

ira ma

safo

roga

ação falhar. Escuto uma música estranha e ela se a

aqui trocando ofe

o é ainda

e do que imagi

zinho e ent

au, c

u, riq

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