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A DOMADORA

Capítulo 3 -2

Palavras: 1357    |    Lançado em: 23/11/2022

AÇÃO

.. deliciosamente gostosa. Balanço a cabeça para tirar esses últimos pensamentos da minha mente. Mulher desse tipo

tão pesa

o cavalo e

oisa com aquela

trotar para

disso vai fic

a. Assim que entro, Janice v

e acon

eu rosto e olha

assustou e

uito violento, nã

sabe disso! Gosto des

balança

lher selvagem também

invocada me vem a men

mulher que vai m

eu quarto tom

*****

endurecer. Não! Me nego a ficar duro por aquela mulher. Respiro fundo e tento pensar em outras coisas. Essa noite o prefeito fará uma festa para receber a primavera e talvez eu tenha s

******

nice surge com um la

na f

Si

dendo me

ormir e

ço a

ver sor

ora e continua

heg

a e entra

foi a e

orm

beija a m

o sobre a nova vizinha do

vizi

centro está emp

e sem ent

negros e dizem que

sível que aquela branqu

que

lha sem en

a patricinha

o foi p

, se acha superior e ach

i abrir um centro de equitação

isso vai durar, vai can

tar uma vaga de

gosto nem um pouco disso. Respir

e pode fa

vocês

juntos aqui na fazenda e ele sempre questionou as minhas ordens. Se

re e no final estamo

le queira

que vai me troc

s e respiro fun

ele hoje na festa, u

er grosso, el

e mordo meu la

****

e bebida. Salto do cavalo e o amarro em uma arvore ao lado da pracinha. Vejo as cria

cula saia e uma blusinha decotada.

afasta para evi

e visit

os fazer algo po

ábio toda

e quando

era que eu

nha visto por aqui. Então ela se vira e merda, é a patricinha branquela. Desvio o olhar e tento ignorar os dois no canto conversando. Inferno, só uma olhada. Viro a cabeça e vejo ele sorrir para ela, tocando seu rosto e vejo que ficou

Be

ficar de costas para ela. Ando disfarçadamente em t

vai, Sr

u queria

. Ele sussurra alguma coisa e ela sorri tímida. Sinto meu sangue ferver, não acredi

nte

a me encarando, não

isso amanhã? Eu quer

Cl

ha indicar que

ir ali u

er sai e aproveito e entro. Fecho a porta por dentro e assim que me viro a vejo inclinada lavando

e ser pe

s irritados, me lembra um

mar o fogo,

o, meu no

aprox

u estava fazendo

corpo na frente. Meu nariz esta em se

minha fren

sorriso ao sentir sua

o, meu no

boca par

gund

te e enfio minha mão em se

ui depois que

ura até encostar seu corpo na pi

e s

te e acho q

rpo no dela, minha ere

ta, seu

aber que gosto

esso a sua boca. Minha língua sente seu sabor e devo dizer que ela é deliciosa. Leva as mãos a minha camisa, me segur

orr

aindo de

ue em mim sem a

va e m

as vacas que costu

i pra caralho e ela sai

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A DOMADORA
A DOMADORA
“Um caipira que se apaixona perdidamente por uma moça da cidade, que decidiu morar no interior. Uma branquela que se apaixona por um cara do interior, que possui um lado safado e pegador, muito evidente. Aceitar esse desejo, essa paixão será algo bem difícil para esses dois.”