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O REGRESSO

Capítulo 4 O REGRESSO

Palavras: 2776    |    Lançado em: 06/02/2021

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cada prédio em ruínas, a cada vilarejo que avistava, numa velocidade tão grande, que mais parecia um filme, rodado em alta velocidade em um ví

ua amada Ohana! O fato dela também estar pensando nele, facilitou muito, a sua

grande conflito e se manter afastada das epidemias. Hera

ela teme, por acreditar que não seria por muito tempo. Um pequeno caseb

conflito. Ohana, por ter tido treinamento militar, afinal, foi uma oficial da Marinha

cidade do Rio de Janeiro onde moravam e foram pe

rreu em serviço, em um ataq

s filhos, relutando tanto para não se manterem ali, isolados de tudo e de todos, Ohana conseguiu mantê-los

u! Agora é sabe

ria tão difícil, bastava

corpo entrou em trans

a vez, não em forma de água, como antes tinha s

o com o reencontro. Em alguns seg

ou a flutuar, com uma leveza de gravidade zero. Alcançou uma altitude

ar! Que fenômeno é este,

o sobrevoava a casa

a noiva e namorada. Lentamente, a sua forma astral foi se alterando e dando lugar, ao que se diria, d

ndo lenha, as quais foram c

não foi esta a atitude tomada, afinal, já faz tempo que eles não vêem ninguém e poderia ser alguém que oferecesse perigo a sua família,

devagar em direção daquele ho

gou a arma, sabendo muito bem como usá-la. Se posicionou em atitude de

seria possível ele estar aqui! E desta forma, sua aparência é a mesma de dezoito anos atrás! Não é possível! Ohana, já de frente a Caio, olhando fixamente em seus olhos, desfaleceu. Caio a tomou nos seus braços, enquanto Liza, assustada, apontava a arma pr

a recobrou os sentidos.

ava o quanto ela teria penado. Olhava para o passado, como se fosse ontem, para ele, o

to, se afastando rapidamente dele, recolhendo as pern

Gabriel, distantes alguns metros. Por alguns segundos

se refazendo, até que tomou coragem e perguntou: - Q

econhecendo? –

vinham as imagens daquele homem, a dezoito anos atrás, como

r aquela família, toda

da com aquela história fantástica, se refez do susto. Não entendia direito, como seria possível aquilo? Caio aspirava confiança em suas palavras e

eus braços, como se por extin

a cena. Liza puxou Gabriel pelos braços, como se não qui

oram chamados e Ohana

este é Caio! -

eus filhos, logo a se

aio sentou-se sorridente,

surpresa e curiosa, pois conhecia a foto do pai . Ohana nunca escondeu, quem era seu pai de verdade. Aquele homem na sua frente seria seu pai ? Como seria possível? Difícil de explica

abraçou Liza e em

nte no rosto. Em seguida, conversaram um pouco

dificuldades que

olgada com a presença de Caio, f

-Não aceito não, como resposta

e um frango no cercado e fez um ma

não resistiu à tentação: - Cai

rasticamente, ele sabia que teria uma missão a cumprir. Não era mais um simples

lgo ainda a fazer! Ohana abriu um discreto sorriso

Ohana estava aparentemente feliz e se não bastasse, se tratava de uma figura da família. Diga- s

e satisfação daquele momento. O amor de mais de dezoito anos

de madeira, tinh

brigava a cozinha, doi

dormiam em um e

Ohana meio sem jeito, fez o convite a Caio: -

, ainda desconcertada, pois a tempo, não tinha a presença de um

do bem! -Vou fa

um simples mortal, sua mente refletia os pensamentos de sua missão, estava fe

momentos com Caio, a dezoito anos atrás. Os seus sentimentos com relação a ele, parecia nã

antou-se e dirigiu-se a sala. De p

os, entendendo a

direção ao seu quarto. Só as paredes foram

máximo de silêncio, como se isso fosse possível... Ao lado,

s entendiam a sua mãe. Não foi fácil até ali, foram anos

elicidade de Ohana. Seus olhos azuis, brilhava

mais sedosos. Um metro e setenta de altura

brincavam um com o outro: - O que está acontecen

igualmente, não conseguia

rca do sítio, cortaram lenha,

iveram juntos, em perfeita

lenha, quando de re

po de oito homens fortemente arm

pego de

ibre quarenta e cinco, se enco

abriel, também

intenção do gru

grupo de fazendeiros que perde

ria arriscar a vida da sua família e resolveu intervir. Com as mãos ainda para o alto, se concentrou. De repente, a

ram as armas. Quiseram correr de medo, mas

e. Ohana foi pra cozinha com seus filhos e fizeram um farto almoço. Estavam mesmo famintos, comeram e beberam a vontade. Caio, por precaução, deu fim

r as armas de volta. Ohana, Liza

mens foram desarmados, mas também não fiz

ês dias fic

u todos e

ão a cumprir, mas fiquem tranqü

u-se de Liza e Gabriel e deu um apaixonado beijo em Ohana. Desceu a serra montanhosa

uros por enquanto! Neste momento, passou pela sua cabeça, as informações que Ohana lhe te

m. Ohana, pressentindo os acontecimentos, se antecipou, fugindo com seus filhos e isso salvou-lhes as vidas. Caio pen

sentia-se resignado, ele sabia o que deveria ser feit

rvar, a destruição que holocausto provocou. Viajou aos cinco co

es, fábricas, prédios, usinas, um grande caos. Os sobreviventes

om o efeito malé

governos caíram

rrem milhares de pessoas, se não pela violê

odos lugares e em

m inundadas. O homem conseguiu, finalmente, destruiu o plane

e, às pirâmides do Egito. À necr

acto. Em uma das pirâmides, a maior, Caio tocou em um bloco de

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