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23 Modos de Prazer

Capítulo 2 A segunda noite

Palavras: 3147    |    Lançado em: 09/02/2023

stidos servem par

Coc

caneta favorita no teclado em mo

la do computador. Se alguém esti

ra de rolagem há algum tempo. M

unca me o

nha sido uma tarefa particularm

ueles que vira uma névoa confus

o almoço, já desapareceu comp

r esquecê-lo tão cedo, de modo qu

seria pr

a terceira vez no dia pedir a m

o eu sou a pessoa mais trabalh

é só eu ter um dia ruim e todo m

, mas é porque realmente preci

fals

um. Acho que não e

o. Eu ia devolver o olá, mas a

o como ele deu um beliscão carin

disseram que o cumprimento tinha

a m

la tinha estado preocupada com

preocupação

mão e contei os segundos pra

gora, não só a imagem do meu ir

oncentração, mas também sempre

felicidade, era estrategicamente

fazer qualquer outra coisa fora

r particularmente interessada na

tilizado. Devo ter ficado insta

oras, porque quando arrisquei uma

sfeito, que só aparece em lábios de mulheres

oximava do 12, indicando que

im que só ia embora quando o tra

i sair assim que o grande reló

abalho concl

ei o computador, desejei um bo

fechando e eu corri para alcançálo. De jeito nenhum eu ia passar

içosamente e, assim que tocaram

mais u

e me cumprimentaram com a cab

hos cinza, o novato para quem t

. Mirella estava lá, em toda a i

verdes. Pendurada no ombro de Co

foquei os olhos no grande T ilum

de Mirella atrás de mim tentava

tamente audíve

to horas,

de.

iria sozinha, mas não ten

gum. Além do mais, não gosto de

ara o outro e e

frustração mais uma vez. Clar

la ou Colin. Não era culpa de n

pode se frustrar quando tem expe

ações d

or e me joguei embaixo do chuve

e lembrei do toque do meu visit

asse com ele de novo.

ei um pijama confortável. Ia

algum seriado de coméd

mesma no espelho de corpo inte

Não de Colin, Vicent, Mirella, do

stindo pijamas confortáveis e

omise

aprender a

flexo e arranquei o pijama. Se

a à noite, eu

excitação do momento. Vesti uma

dos os itens do meu estojo de

gros. Sorr

hia... V

*

irando o bar e comecei a me a

s e vir sozinha tinha sido uma p

i arrancar o pijama e do meu re

anças era clara o suficiente e eu

ficar no cami

te. Aparentemente tinha um jog

do ali. A partida terminou e os

u a derrota do time da casa. Olh

m mais a

e respirei fundo. Certo... quant

podia fazer isso? Seja lá quant

eria correr de volta para minh

a do meu

ngo

ício não achei que estivesse fa

nte e quase cong

tinha visto no meu sonho. O mes

o topete. Maldição. Até a ca

iquei ali prendendo a resp

Você tá

gumas coisas sem sentindo antes

ao redor para me certificar de

mim. – A gente se conhece de al

banco elevado

uma cantada

a minha frente em rendição. Es

a voz lá no fundo da minha mente

E qual o problema se

eensão. – Não foi uma cantada

voltar para sua c

á que ouvi direito? Por acaso el

dando em

izer "sim" par

nos cabelos. Vire-se para ele,

ormações para mim mesma como um

m nada interessante para dizer,

estar plantado na minha cara.

cerveja e se levantou. Vi suas

o ao b

ntar comigo em uma tentativa

ltar. E quando ele voltar você va

isso, sim. E ou vai dar certo, ou

or que pod

ser um estupra

bem gostoso. Hã? Essa não era

nunca me dizia c

estava de volta. Ia estar ao m

ntei me recompor. Os segundos pa

e. Tinha encontrado uma mesa co

ando e

m mais uma vez. O que eu podia

vinho. Levantei e coloquei o di

rçom e um "boa no

esa com as duas mulheres. Mas

is uma vez. Estava vo

sai do bar, ou senta de volta

ssas bochechas explodindo. Eu q

da. Meu corpo queria fugir dali,

inha algo dentro de mim que me

ra ele o me

va de volta em meus ouvidos. Sus

Será que o senhor pode me ajud

azendo bem para as minhas boche

não parava

mo uma lembrança. E por que e

isa

Na noite passada, consegui ir at

E por que

iraram coragem para se mexer, m

a ele, e senti minha boca treme

que não ia me

entou. Sua expressão e

zer de uma vez ou não ia dizer n

mundo trata como se fosse algo

soas simplesmente dissessem e

Estava intrigado. Minha pausa t

tava falando e eu resolvi escut

, corre o risco de l

dei. Fazi

dar um tapa?

da minha pergunta fez com que

com tesão – pronto, falei. Os qu

am, provavelmente, os mais longos

so de descrença estampado no ro

o a falar. Será que e

or comprometido e não tiver nad

ma com

rveja naquele segundo, prov

como era louco o que eu estav

endo e chorando de vergonha. Entã

edi

garganta e so

ha casa

*

do bar. Guiou o caminho com a

na chuva, resolvi me molhar e

do prédio, e disse q

A sensação de controle. Estava

va ali. O controle era meu e, po

alquer coisa que eu já tinha ex

e elevador até o quarto

eu notei, pela primeira vez, com

inha mão pelo bolso traseiro de

e ter pedido calma. Mas, ah... eu

era? Chega de calma. Essa ve

a queria aquela bundinh

ele tinha se virado e eu t

já es

vou resolver onde você vai me c

ar. Mas eu ia aproveitar enquant

ontr

uia parar de sorrir. O que pas

s ima

sa e eu o imitei. Estávamos nu

com vergonha, mas minha cabeça

se dane!". Hoje

nha – eu

pela sala. Observei aquela bun

oltou com um monte de pacotes na

isto em meu sonho. Exatamente.

stava imens

guntou, mostrando o monte de pr

tante – reclamei

jogou os pacotes no chão, men

os e meus dedos em seus cabelos.

ssão contra

ha barriga até atingir uma regi

s começaram a cavar um caminho

ssadamente em meu ouvido e eu m

pesc

stas até sua bunda. Apertei e aca

e para cobrir seu membro com o pr

i a se

as e abrir as pernas. Muitas mul

eri ficar em baixo. Deixar o hom

ir seu

nto de controle, decisões e po

Queria que ele me seguisse

rou minhas coxas enquanto eu m

vagar, queria sentir tudo, centí

ho. Senti suas mãos apertando m

mb

o. E subindo e descendo mais umavez. Devagar e gentilmente. E

ado. Ele parecia saber muito bem

em meu corpo. Mais fundo. Mais f

ção rasa. Meus gemidos cada ve

s rápido, cada vez mais gostoso

e falhar. Silêncio antes de um

gozando

ecuperando o ar. Respirei fundo

rindo e busquei

fazendo? – el

o ent

não vai

nha passado pela minha cabeça.

prender a dizer "sim". Nunca

com um sorriso nos lábios. O

ça batesse no travesseiro. Meu

os minutos, meus sonhos cheg

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“A primeira coisa em que pensei quando ela entrou no meu consultório foi que as mulheres do mundo deveriam fazer um acordo de que nenhuma delas poderia ser gritantemente mais bonita do que as outras. Alta, curvilínea, ruiva, com a pele clara e os olhos verdes, Nahia Valar, minha nova paciente, era tão deslumbrante que chegava a ser constrangedor para nós, outras mulheres, ficarmos perto dela. Tive que me lembrar de que eu deveria ser a pessoa mais segura do ambiente. Era difícil não me sentir intimidada pela sua presença. Mas uma psiquiatra que não passasse segurança para os seus pacientes não valeria a obscena quantia monetária que eu cobrava pela consulta. – Boa tarde – ela me cumprimentou primeiro. Estava claramente acostumada a dominar o ambiente. – Boa tarde – devolvi um sorriso confortável. – Senhorita Valar, não é isso? – olhei para a ficha que tinha nas mãos para confirmar. – Sente-se onde preferir. Ela escolheu a poltrona bem à minha frente do outro lado da sala. Levantei-me de trás da mesa e sentei-me no pequeno sofá ao seu lado. – Sou a doutora Hanna Arzu, mas pode me chamar de Hanna. Minha secretária me informou que a senhora gostaria de marcar dois encontros por semana. – Exatamente – ela olhava à sua volta, medindo tudo ao seu redor. – Tenho um problema de natureza bastante... peculiar. E gostaria de resolvê-lo o mais rápido possível. – Infelizmente, tempo é uma coisa que não se pode prometer em tratamentos psiquiátricos. E, geralmente, depende muito mais do paciente que do médico. – Bem, eu estou disposta a tentar, se a senhora estiver – ela sorriu para mim de uma forma dúbia e quase criminosa. Resolvi reassumir o controle. – Muito bem, senhorita Valar... – Nahia. Prefiro que me chamem de Nahia. – Nahia, então – sorri. – Por que você não me conta o seu problema? Ela levantou as sobrancelhas e sorriu como se aquilo fosse ser uma longa história. – Comece do começo – sugeri. Nahia me encarou nos olhos e eu sustentei seu olhar com um sorriso encorajador. Mas não era de coragem que ela precisava. Aquela mulher não era do tipo que precisava de coragem ou confiança – isso ela tinha de sobra. O que lhe faltava era uma decisão. Por alguns segundos ela ficou em silêncio, sentada ali, considerando se ia desistir ou se ia me contar sua história. É muito comum. Os pacientes resolvem que precisam de ajuda, marcam a consulta, vêm até o consultório. Mas, no momento em que eles se sentam e eu digo "me conte", o questionamento volta. Às vezes, é um questionamento moral ou ético, pois eles acham que outra pessoa não vai entender seus problemas. Outras vezes, é um questionamento de confiança, pois não estão acostumados a contar seus segredos mais íntimos para um desconhecido. Em ambas as situações, tudo o que eu fazia era esperar alguns segundos para, então, ouvir o paciente respirar fundo e a consulta começar. No caso de Nahia, ela parecia estar quase encantada com a minha espera. Era como se ela se deliciasse nos momentos que antecediam o começo de sua narrativa. Através dos seus olhos, eu quase a ouvia dizer "Você não sabe o que a aguarda, doutora. Não faz a menor ideia". Ela respirou fundo.”
1 Capítulo 1 A primeira noite2 Capítulo 2 A segunda noite3 Capítulo 3 A terceira noite4 Capítulo 4 A quarta noite5 Capítulo 5 A quinta noite6 Capítulo 6 A sexta noite7 Capítulo 7 A sétima noite8 Capítulo 8 A oitava noite9 Capítulo 9 A nona noite10 Capítulo 10 A décima noite11 Capítulo 11 A décima primeira noite12 Capítulo 12 A décima segunda noite13 Capítulo 13 A décima terceira noite14 Capítulo 14 A décima quarta noite15 Capítulo 15 A décima quinta noite16 Capítulo 16 A décima sexta noite17 Capítulo 17 A décima sétima noite18 Capítulo 18 A décima oitava noite19 Capítulo 19 A décima nona noite20 Capítulo 20 A vigésima noite21 Capítulo 21 A vigésima primeira noite22 Capítulo 22 A vigésima segunda noite23 Capítulo 23 A vigésima terceira noite