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23 Modos de Prazer

Capítulo 5 A quinta noite

Palavras: 4830    |    Lançado em: 09/02/2023

ujo quando é

dy

entindo gostosa? Nunca acont

pa e andar na rua fazendo as pes

eira. Coloquei um vestido bandag

pa sóbria e muito sensual, que a

ajustando a roupa e

oucas vezes. Eu sempre saía me

locar o pé na rua e a humanida

minha timidez padrão e o dia

o, algo estava diferente. Algo t

noite para o dia? Andei pela rua

uma injeção de ânimo na minha

do disso já faz

a lá. E a cada assovio ou "bom d

tar. Eu insistia e dizia "Agora n

sensação. Estava sendo o ponto

meu

mordeu? – era interessante ouvi

o seu tom de voz sugeria que el

se que ele poderia esfregar seu p

sorriso amarelo e o ignorei. Já

o go

s na minha direção. Minhas boc

deo ainda estava lá comigo. Re

que eu me se

e tinha os cabelos metodicament

amisa de seda colada de mangas c

servá-lo e sorrir como uma boba

rente e tentei fingir que est

elha do... – ele hesitou, talvez

me observando da cabeça aos pés

stava, de fato, impressionado co

a o

foi provavelmente mais largo

el. Mas quando o assunto era Col

olher de manteiga

ta hoje. Tem algum enc

ida. Ele sempre era sociável,

e a dele. No entanto, havia algo

stivesse

– brinque

resentar o sortudo. Tenho que

da, porque ele puxou uma de m

iram d

uais textos de orelha precisava

ng, porque parte do meu cérebro i

aquela boca l

ssante aconteceu. Não foi Amad

nha atitude boneca desmiolada

oz. Eu olhei de volta para a tel

alho que teria no dia, e a primei

orriso divertido atrás de

o contraditó

ram conta de todos os meus pensa

a frente de Colin. Eu era um enig

uma pessoa no mundo a quem eu

ert

água. Precisava botar minha cabe

nas segunda-feira. A semana esta

neios sobre um

*

s de trabalho conversando sobr

ipar dos programas, queria se se

star sair com eles. Não apreciav

– e era óbvio para mim que, dep

eu já estaria louca

nteressante ser convidada. Gos

o pelo ar ao meu redor enquant

ho. Tinha sido um dia impressio

ho para te fazer esquec

duas horas habituais para cheg

tinha dito, não era? Era interes

o que ele

a no piloto automático. Estava

sorriso bobo tomar conta de me

real e não como um fruto da mi

como eu estava organizando as c

mais, e tinha colocado Amadeo n

s

bservei meu reflexo no espelh

de uns retoques, mas nada que ci

cio ir para casa sem aproveitar

r

nselhos de Amadeo até agora ti

, mas aquilo podia ser remediado

ue tinha fechado as cortinas, mo

o com um semidesconhecido pod

ido essa distância em apenas

hadura, mas algo no meu corpo n

casa. É, eu tinha que trabalhar

is e bem dormidas. Além do que

todo o meu setor. Eu podia fazer

não p

rava da mulher nua e do seu t

a dito. Eu queria ter opções. D

para resolver

r gay e queria ver se m

sso que

ia a menor ideia de qual ba

ento delicioso

E disse que não ficava envergo

eixar a discussão para trás, prov

além de deixar bem claro que não

ck – e, acredite, eu planejava

bservar, se quisesse. Sim

dadeiras: se eu entrasse em ca

desse a coragem e não fosse a lug

ideia de ir até a casa de Kio e p

r gay. Tinha percebido que, me

da assim eu iria até a cas

ara o elevador. As portas se abr

ê está muito elegante –

rri, já me enfia

heceu me

o observei sorrir para mim e

o de Kio, percebi que não sabia

r para casa para con

correio,

u, A

sário. Na entrada do prédio, ha

ar. Apertei botão e ouvi o

pensar que ele pode

sse a voz mascul

hor K

Si

izinha. Será que poderíamos con

ocupado –

o típico de portas automáticas d

va a

controlar pa

lho. E eu percebi que não tinh

que pude com os itens que tinha

as a porcaria parecia estar mun

estavam abertas. Endireitei-

eves e esperei seg

e a dúvida estava estampada em s

o. Eu aceit

partamento que eu estava acostu

todos os dias. Realmente, havia

Todo o resto era um l

o ajudá-la, s

já tinha rido do meu constrangim

sse isso

rabalha com assuntos... –

o sorriso divertido estava

de uma pala

onfirmou. – A senhorita veio a

específico? Eu tenho uma vasta

ava falhando. – Se a senhorita q

mousse de

braço e sorri. Não tinha fic

lojas de sex shop, não tínham

esse desconhecido e seus ass

smente incapaz de m

e

e me chame de Kio. Acho que tem

os pelo primeiro nome,

nsisto que me c

u com um ace

dizer o que veio fazer aqui ou v

le acrescentou rapidamente.

pergunta. Pedir sua... aju

o seu dispor.

ar gay. Mas não conheço nenhum,

rrigi – pudes

bservou

bar

senhor seja gay. Mas imagi

nhum problema com isso, Nahia.

alguém acha

, o homem mais bem res

tinuou. – Muito bem. Masc

eu estava começando a conhece

a resposta certa.

s. Acho que me sentiri

ou pegar m

ai co

o incomodá-lo, só pr

m belo sorriso. – Primeiro, n

lavra como uma brincadeira – ir

e alargou e eu sorri com ele –,

e bar gay é uma coisa obs

o me diz que o que a senho

ossível colocá-l

to ele vestia o casaco. Ele paro

damente. Não queria que hou

stumo levar mulheres para

*

eu esperava: um bar n

rada e ficamos de pé, lado a l

ev

lmas. – O que você quer

inha dito quase tud

entar como é fic

ele apoiou o q

que

ão olhar mais pro seu apartame

podia ter experimentado i

m seu ombro. Ele sorriu

posso acabar resolvendo beijá-la

ia por ág

o beijaria de volta e desist

volta. Mas as mulheres por aqui

e você não

m tapa e gritasse "N

o e pensou por um

elhor eu beijá-la, então – sorr

an

o que não me divertia tanto. P

a de hentais! Como eu faç

o que também estava

sso seria se afastar de mim.

encontro, Kioujin! – brinquei.

lgo arranhou desconfort

todo o meu plano. Eu posso se

e te interessa e eu vou

plano. Foi

m, e o qu

li perto do b

Ce

e ao redor. Que

lhe! – dei de o

balcão e

a – o garçom me o

pedi nada – e entã

a a senhorita – ele apontou uma

Era Amadeo. Ou melhor, o corpo

ar se não haveria algo de sobr

amente se foi. E

omo

o em um brinde de agradeciment

go seria

tocou meu braço. Eu devolvi o

e ner

queria dizer algo mais

antes? – ela perguntou estr

assim? – enc

sorriu, delicada.

ia, e

aproximou e colocou meus cabel

aqui pela p

de o

ro experimenta

ue posso te a

Nahia, pergu

daqui? – perguntei, como

hia. Gostei disso.

oro muito

eu drinque e s

dar tchau a um a

contro

sa. Kio ainda estava terminand

s sensuais e

er aqui, você parece se

ajuda! – sorri

está

.. estamos em um bar gay, você

iu. – Acho que vou esperar

a e gritar – sugeri. Ele riu

que trouxe mulheres para um bar

dessa vez, claro. Dessa

trazia mulheres para b

scou p

"obrigada", então – coloquei o

oximasse com um movimento do ind

nariz. Desviei o rosto para o la

e sus

pode as

*

tro do meu decote e brincou

segundo. A ida ao apartamento d

itante do que a mã

initivamente heterossexual. Na

partamento, no meu sofá... Eu

de e ela sorriu. Ficamos brinca

a da outra. "Devagar", eu repet

inei Amadeo sorrindo ao me ver

endido muito em poucos dias e, c

iridos con

nte me excitando. Era como ter

a. Estava completamente se

ra Kio. Se eu estivesse fazendo

o com Nick não teria tido metade

vesse po

sofá para o tapete, e eu aprovei

o apartamento dele ainda estava

e ele fosse gay? O pensamento me

repente, eu não

em mim, massageando-me por den

u ponto G, mas como se não esti

aneceu do lado de fora, acaricia

ontinuasse o que

e senti algo macio e molhado co

da bunda, e estava com as unhas

um pouco. Era sua língua que est

que eu mal conseguia entender;

flexível contra minhas partes ín

ntos circulares atingiam os pequ

iam o caminho todo de novo. O rai

riente explorav

Entrando e saindo, entrando e

ivamente sensível e eu gemi. Não

tavam minhas mãos, ag

tro de mim e, em seguida, um te

vagina e agora ela tinha os de

mente e

toque era preciso e perfeito

cer t

madeo veio de minha mente pres

ue se excita nos mesmos lugar

a isso que Lucy era. Meus músc

corpo inteiro tremer. Dois segun

par o momento e eu a senti sugan

ar nunca abandonava meu clitóri

ua b

ei.

eu a vi limpando a

vez – el

hia. Você consegue

itasse de costas no sofá e fico

ma pessoa por cima da outra, ca

a uma com a boca no ó

ordinariamente prazerosa é que,

oral pode ser um trabalho cansa

um... Bem... aí é um

ava fazendo. Já tinha feito sexo

eis. Mas... em uma mulher? Nã

ei. Mais fácil porque Lucy esta

a. Imitei cada um de seus movimen

l, com o mesmo movimento e a me

uando ela lambia, eu lambia. Qua

sei alguns segundos a mais que el

uada e sa

eçando a m

*

se que quando eu sentisse vont

Recado anotado. Olhei mais uma v

istir, não tinha? Com todas

reu-me que ele poderia ser gay

nou já ter ido

e gostou de ver você na

de Nick que ele tivesse

sobre ser uma pena eu ter resol

rvar mais. Mas podia ter sido s

a chance de ver duas

e me enfiei na ca

trabalhar amanhã... – re

*

Tinha uma longa cicatriz ve

ão usa uma image

gem só – ouvi minha voz sarcá

– ele qu

recendo um sorriso de quem

e – ele se aproximou, ainda usa

de ficar

preocupada

ho gostoso e queria ele nu na s

nte pra ele, mas v

íngua para

onversa, está bem? Não quero te

a casa, então acho que vou c

e no que eu estava dizendo. Tu

pirou fund

unca fiquei com

o

ca fiquei com uma m

sa história até aqui. Diz para

iquei com uma mulher an

a vez. –

quê

rep

fiz uma care

je é só. Acho que

cópia pelos ombros. – E o

so

o? Precisa descansar, garota.

uer dizer..

algo dentro de mim teve certeza

ele não ia me

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“A primeira coisa em que pensei quando ela entrou no meu consultório foi que as mulheres do mundo deveriam fazer um acordo de que nenhuma delas poderia ser gritantemente mais bonita do que as outras. Alta, curvilínea, ruiva, com a pele clara e os olhos verdes, Nahia Valar, minha nova paciente, era tão deslumbrante que chegava a ser constrangedor para nós, outras mulheres, ficarmos perto dela. Tive que me lembrar de que eu deveria ser a pessoa mais segura do ambiente. Era difícil não me sentir intimidada pela sua presença. Mas uma psiquiatra que não passasse segurança para os seus pacientes não valeria a obscena quantia monetária que eu cobrava pela consulta. – Boa tarde – ela me cumprimentou primeiro. Estava claramente acostumada a dominar o ambiente. – Boa tarde – devolvi um sorriso confortável. – Senhorita Valar, não é isso? – olhei para a ficha que tinha nas mãos para confirmar. – Sente-se onde preferir. Ela escolheu a poltrona bem à minha frente do outro lado da sala. Levantei-me de trás da mesa e sentei-me no pequeno sofá ao seu lado. – Sou a doutora Hanna Arzu, mas pode me chamar de Hanna. Minha secretária me informou que a senhora gostaria de marcar dois encontros por semana. – Exatamente – ela olhava à sua volta, medindo tudo ao seu redor. – Tenho um problema de natureza bastante... peculiar. E gostaria de resolvê-lo o mais rápido possível. – Infelizmente, tempo é uma coisa que não se pode prometer em tratamentos psiquiátricos. E, geralmente, depende muito mais do paciente que do médico. – Bem, eu estou disposta a tentar, se a senhora estiver – ela sorriu para mim de uma forma dúbia e quase criminosa. Resolvi reassumir o controle. – Muito bem, senhorita Valar... – Nahia. Prefiro que me chamem de Nahia. – Nahia, então – sorri. – Por que você não me conta o seu problema? Ela levantou as sobrancelhas e sorriu como se aquilo fosse ser uma longa história. – Comece do começo – sugeri. Nahia me encarou nos olhos e eu sustentei seu olhar com um sorriso encorajador. Mas não era de coragem que ela precisava. Aquela mulher não era do tipo que precisava de coragem ou confiança – isso ela tinha de sobra. O que lhe faltava era uma decisão. Por alguns segundos ela ficou em silêncio, sentada ali, considerando se ia desistir ou se ia me contar sua história. É muito comum. Os pacientes resolvem que precisam de ajuda, marcam a consulta, vêm até o consultório. Mas, no momento em que eles se sentam e eu digo "me conte", o questionamento volta. Às vezes, é um questionamento moral ou ético, pois eles acham que outra pessoa não vai entender seus problemas. Outras vezes, é um questionamento de confiança, pois não estão acostumados a contar seus segredos mais íntimos para um desconhecido. Em ambas as situações, tudo o que eu fazia era esperar alguns segundos para, então, ouvir o paciente respirar fundo e a consulta começar. No caso de Nahia, ela parecia estar quase encantada com a minha espera. Era como se ela se deliciasse nos momentos que antecediam o começo de sua narrativa. Através dos seus olhos, eu quase a ouvia dizer "Você não sabe o que a aguarda, doutora. Não faz a menor ideia". Ela respirou fundo.”
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