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23 Modos de Prazer

Capítulo 4 A quarta noite

Palavras: 3929    |    Lançado em: 09/02/2023

da natureza. Eu só

lyn

precisava dizer o que quer que

menina, Nahia,

vou mentir: estava muito sa

e excitante e eu me peguei perg

quatro anos que eu já morava em

mentar

reio eu. O número do Elite Escor

ular quanto por mês seria aceit

quero dizer que não tenha si

ns muito melho

para ele e suas hab

or do

deu de

cia. Mas vamos, Nahia... figuri

mas você já fez. Temos que s

bilid

po o

tamente vestido e notei que ele

os homens que eu vou encontrar

nhum dos dois antes. Nem o car

te

. Sou eu quem sabe – ele me

min

to bem. Eu não tinha sonhado

om alguém, e quando Nick apare

o tinha visto antes. Era isso.

nha sanidade. Amadeo colocou a

Eu o encarei com

e você q

eito como olhou pro seu vizinho.

mal. Estou

o. Nota dez pr

a pra sua pr

nfortavelmente. Não tinha para

dias. Mas tinham sido 48 horas b

ara o que ele tinha a dizer. Eu

nha vida há

om uma confiança

O que vamos

eio das minhas coxas e segurou

nda estivesse m

fechadas. Acho que v

com vergonha do meu vizinho. Is

ia não ter que encará-lo alé

hia? Ficar enfurnada

ida, apenas tempo

er que você o encarou enquant

le, Nahia. Praticamente todas as

tem que deixar o

so abrir

ado. – Não adianta você ousar s

stava com um homem na cama, seu

arou enquanto rebolava no p

mente de uma vez. Não adiant

que seu vizinho também gostou –

azer o

eu o vi mudar diante dos meus ol

frente. A toalha branca mal ama

a molhado do banho, o cabelo ar

ca

sso não tem graça, Ama

minha mão e eu recuei. Amadeo

ava o

tade com sua própria sexualida

lhar

envolva abrir mi

envolver

a eu estava

pas

eio até o sex shop ma

*

ha parte favorita da cidade. H

r como se estivesse cruzando o S

r em

ns anos. Mas depois de uma vida

fícil achar qualquer outro lugar

airristas – e, se você m

as em direção ao Red Light Dis

s eu podia ver um senhor tomand

que, creio eu, deveriam ser vár

r do mundo onde você não precisa

erdã. As ruas eram apinhadas de

das nas vitrines. Elas indicava

ue para compras acima de cem e

Red Light, e todo o tipo de abs

rreta. Não em Ams

por uma loja que descrevia a

oas entravam e saíam de todos os

ristas querendo conhecer as li

guém estava prestando atenção n

as ainda assim dei uma conferida

tinha ninguém conhe

tamanhos e texturas, cremes qu

stíveis dos mais diversos gostos

o, variadas edições do Kama Su

ticas e completamente pornográf

am quando você as tocava, dvds e

e algo que me perturbou muito: u

que alguém sempre trans

modesto, nem muito grande nemmuito grosso. Engoli a vergonha e

uitíssimo acostumada com o tra

ou por mais do que dois segund

constrangedor. Tratei de me ocup

jovem vendedora. Dei-lhe meu car

la balançou o item fálico no ar.

m a cabeça baixa e as mãos o

icando a encadernação de uma edi

a um vibrador longo e azul com

rido quando

istas do senhor estão aqui.

Ankie. Não t

ás de mim fez com que eu treme

meu vizinho oriental. Ele me cu

ri timidamente de volta. Ele olho

ndo muita, muita graça da situa

ando um manual de sexo e um pêni

ar na fila bem atrás de mim. Eu

o espelho atrás de onde a atenden

as na frente do corpo e um sorri

s. Acho que é como sorriem os h

um guia ilustrado de posições se

ntroduzido

s de volta nas prateleiras. Ajei

ída. Mais uma vez, ele me cump

e a situação permitisse uma conve

o como "É, garota. A no

torpor robótico e só recuperei

elevador, a poucos s

om

cabelos escuros e lisos caindo a

hamente familiar

perguntei, já co

ita

oitavo andar era o meu an

aroto do Nat

como se ainda devesse estar usa

n é o m

confusa com o constrangimento

orização. – Legal você vir ver o

m p

ajuda, qualquer

olhos passe

certeza –

idade. Tinha a sensação de que a

para o meu apartamento. Assim qu

di o meu

a! – exclamei

ido meu vibr

*

o outro esperando o tempo passa

enor possibilidade do meu vizinh

-adquirido. Podia comprar out

estava lá, consumindo minha sa

de um empecilho bobo. Sua voz

do embora da loja. Ora, ele tamb

mente. Eu é que deveri

do da minha mente. Você não p

ão estava com vergonha.

e meu coração parou. Levantei

Quem pod

a o meu vizinho oriental. Que ti

eria se desculpar por ter rido? S

minha vida?

e te jogar na cama como ele

madeo. Não preciso

bem devagar e fique em absoluto

em

Você esqueceu sua sacola na loj

ão só vou deixá-la a

ma sacola de sex shop para

ida a me livrar dele o

i a

que você estava com pressa – e

falando com a moç

palhada – peguei a sacola. Eu n

de para me fazer de desentendida

nquanto o encarava e piscava

ele continuou. Tinha uma voz do

inho para algo que inevitavelment

, diabos, quis sim – sorriu. –

um pouco rápido demais. Como e

eu errado. Ele entendeu meu conv

asse de falar sobre sua exper

– deu de ombros e

elhor esclarecer logo a situação

ho er

? Você acha ele gostoso,

o quero que ele pense qu

ura e tentei parecer o mais for

Obrigada por ter vindo até aqu

sássemos sobre ontem na

ó quis ter certeza que você não

minha

um pedido d

Não, de forma alguma. Acha

vida? Talvez... – mantive as mão

lo se sentir mal pela sua i

janela. E, se não me engano, vo

sa? Enchi o

uei ofendida, se

Pode me cha

, acho melhor o

to contradit

untei, agressiva, já

ca me olhando quando eu ando de

sa com o seu amigo me encarando

rendo de um sex shop porque ficou

r? Aí você me chama pra dentro

l, mas quando eu converso sobre

personalidade,

e para estar falando com

adas em minha direção em u

brincadeira,

Ora, vamos... N

spondi de qu

certeza de que não estava ofend

chadas porque estava com vergonh

ar sua vida

ramingando. Foi bom tê-lo me

l que eu quisesse que ele me obs

la para o meu apartamento,

ção estava estampad

me observar se quiser, não te

oga

ei. – E não vou! – ah, ótimo.

er o gostoso

senhorita Nahia. É porque eu

tran

Deus! Então meu arqui

lha com

A senhorita já ouv

não com

nhos com temáticas eróticas. E

a gente no meio e... não fico con

ntende?

eróticos? Pra crianç

dultos. São quadrinhos e animaç

e ficasse

r alguns segundos. Eu trabalha

alho. Devia realmente estar viv

além do me

continuou. – Eu vou deixá-la e

teza de que a senhorita vai, even

iopata que vai começar a filmar

ir isso. Ten

. Eu ainda tinha a mão na maça

porta. Sei que isso é estúpido

nina de doze anos de idade, mas

o de sensaçõ

ei pensando se não deveria ter

*

nhas co

oltasse para sua casa, j

z isso? Era melhor tê-las deixa

certeza de que foi por caus

novo jeito de viver minha vid

já tinha certeza que era por ca

E ele es

trabalhar e não me direcionou

r Deus, homem! É domingo. É di

lá o quê com seus hentais. Tal

balho fosse divertido. Enfim, seja

u banheiro testar

sensação libertadora. Você não

u corpo. Duas coisas que você c

no momento certo. A velocidade é

Você pode ficar em silêncio ou r

itar ninguém a nã

, é claro. Mas nunca com itens.

. O vibrador era interessante.

acontece quando você é a respo

nto à masturbação. Um toque ine

o seu controle. Era

de e os olhos no teto. Recuperei

. Eu poderia dizer que não est

aberia que era uma men

*

loiros e belos olhos verdes. T

ao longo do seu peito qu

o que diabos

tocou n

ê, Nahia. Nenhum desafio parece

e

tir uma mulher nua me tocar e a

esolvi deixar Amadeo continuar

ze

ue eu fique c

pções. Você teve uma vida sexu

vida idealizando parceiros perfe

eições. Desejar um homem, não faz

fosse o primeiro não va

mulheres vai

o sexo. Sexo pode ser amor co

xperimentou um gigolô e

sim com

r amor consigo mesma

ei mais

opção pra você. Experimente. S

antou o indicador. –

e procurar? – apontei para o c

aquela

segui-lo, mas ele se foi. E lo

u muito para o meu

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“A primeira coisa em que pensei quando ela entrou no meu consultório foi que as mulheres do mundo deveriam fazer um acordo de que nenhuma delas poderia ser gritantemente mais bonita do que as outras. Alta, curvilínea, ruiva, com a pele clara e os olhos verdes, Nahia Valar, minha nova paciente, era tão deslumbrante que chegava a ser constrangedor para nós, outras mulheres, ficarmos perto dela. Tive que me lembrar de que eu deveria ser a pessoa mais segura do ambiente. Era difícil não me sentir intimidada pela sua presença. Mas uma psiquiatra que não passasse segurança para os seus pacientes não valeria a obscena quantia monetária que eu cobrava pela consulta. – Boa tarde – ela me cumprimentou primeiro. Estava claramente acostumada a dominar o ambiente. – Boa tarde – devolvi um sorriso confortável. – Senhorita Valar, não é isso? – olhei para a ficha que tinha nas mãos para confirmar. – Sente-se onde preferir. Ela escolheu a poltrona bem à minha frente do outro lado da sala. Levantei-me de trás da mesa e sentei-me no pequeno sofá ao seu lado. – Sou a doutora Hanna Arzu, mas pode me chamar de Hanna. Minha secretária me informou que a senhora gostaria de marcar dois encontros por semana. – Exatamente – ela olhava à sua volta, medindo tudo ao seu redor. – Tenho um problema de natureza bastante... peculiar. E gostaria de resolvê-lo o mais rápido possível. – Infelizmente, tempo é uma coisa que não se pode prometer em tratamentos psiquiátricos. E, geralmente, depende muito mais do paciente que do médico. – Bem, eu estou disposta a tentar, se a senhora estiver – ela sorriu para mim de uma forma dúbia e quase criminosa. Resolvi reassumir o controle. – Muito bem, senhorita Valar... – Nahia. Prefiro que me chamem de Nahia. – Nahia, então – sorri. – Por que você não me conta o seu problema? Ela levantou as sobrancelhas e sorriu como se aquilo fosse ser uma longa história. – Comece do começo – sugeri. Nahia me encarou nos olhos e eu sustentei seu olhar com um sorriso encorajador. Mas não era de coragem que ela precisava. Aquela mulher não era do tipo que precisava de coragem ou confiança – isso ela tinha de sobra. O que lhe faltava era uma decisão. Por alguns segundos ela ficou em silêncio, sentada ali, considerando se ia desistir ou se ia me contar sua história. É muito comum. Os pacientes resolvem que precisam de ajuda, marcam a consulta, vêm até o consultório. Mas, no momento em que eles se sentam e eu digo "me conte", o questionamento volta. Às vezes, é um questionamento moral ou ético, pois eles acham que outra pessoa não vai entender seus problemas. Outras vezes, é um questionamento de confiança, pois não estão acostumados a contar seus segredos mais íntimos para um desconhecido. Em ambas as situações, tudo o que eu fazia era esperar alguns segundos para, então, ouvir o paciente respirar fundo e a consulta começar. No caso de Nahia, ela parecia estar quase encantada com a minha espera. Era como se ela se deliciasse nos momentos que antecediam o começo de sua narrativa. Através dos seus olhos, eu quase a ouvia dizer "Você não sabe o que a aguarda, doutora. Não faz a menor ideia". Ela respirou fundo.”
1 Capítulo 1 A primeira noite2 Capítulo 2 A segunda noite3 Capítulo 3 A terceira noite4 Capítulo 4 A quarta noite5 Capítulo 5 A quinta noite6 Capítulo 6 A sexta noite7 Capítulo 7 A sétima noite8 Capítulo 8 A oitava noite9 Capítulo 9 A nona noite10 Capítulo 10 A décima noite11 Capítulo 11 A décima primeira noite12 Capítulo 12 A décima segunda noite13 Capítulo 13 A décima terceira noite14 Capítulo 14 A décima quarta noite15 Capítulo 15 A décima quinta noite16 Capítulo 16 A décima sexta noite17 Capítulo 17 A décima sétima noite18 Capítulo 18 A décima oitava noite19 Capítulo 19 A décima nona noite20 Capítulo 20 A vigésima noite21 Capítulo 21 A vigésima primeira noite22 Capítulo 22 A vigésima segunda noite23 Capítulo 23 A vigésima terceira noite