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DO CONVENTO AO MORRO

Capítulo 2 1

Palavras: 2620    |    Lançado em: 12/02/2023

Cavalc

amavam de Lua, mas depois da morte deles, meu mundo acabou. Com eles eu ti

foi o último pedido da minha mãe, eu desconfio, mas tenho que acreditar. Titia sempre disse que era pro meu bem e que em breve eu saberei o motivo dela ter me colocado no Convento, m

ssoas. Toda segunda, quarta e terça, rezamos 4 vezes o terço, isso une um pouco mais as meninas do Convento; Aqui, não podemos ficar sem usar o nosso vestido, ele é todo preto, tem uma manta sobre a cabeça, cobre todo o braço e toda a perna, eu não enten

s conhecer. Nesses 12 anos eu nunca coloquei o pé pro lado de fora do Convento, titia diz que fica em uma área rural do Rio de Janeiro, longe de toda turbulência urbana e que conhecer o mundo não será meu caminho, quando eu sair daqui, ela disse que eu iria viver de casa para Igreja, que

mentos ao ouvir a Ir

dando um beijo materno na minha testa. A Irmã Luzia é como uma segunda mãe, ela sempre fez quase tudo que eu queria. Levava a comida ao meu qua

Luzia com lágrima nos olhos. Corro até ela e me jogo em seus braços num abraço apertado, choro tristemente em ter que deixá-la. – Irei sentir muito sua fal

falta! - Ela responde e eu aceno saindo pelas grades do Convento

possível! – Titia diz entrando no carro e me chamando pra sentar ao seu lado na par

dá a partida e eu olho pela janela, parece que estamos em um local bem distante, já que demoramos cerca de 40 minutos num local rural e com poucas pessoas. Ao chegar na cidade, olho atentamente cad

pecadores, mas parecem estar tão felizes. Eu lembro que quando era pequena usava roupas curtas igual aos meus pais e nunca foi pecado, éramos felizes, mas nunca comentei nada com ninguém, até porque,

o pano ali, lá tinha pessoas correndo com seus cachorros, e do outro lado, a praia. Eu nunca vi a praia tão de perto, é tão mágico, tão lindo! Dou uma risada animada. Será que titia deixaria eu ir lá pra sentir a sensação da areia nos me

oupas assim? É normal isso? – Aponto

pecado! Deus castiga. – Ela m

alegres conversando uma com a outra, só não entendi a parte de homens e mu

. Ouço a voz dela um tempo depois dizendo que chegamos, olho novamente em volta e reparo que chegamos em uma casa simples, porém bonita, com muros baixos, um portão de ferro, a casa é branca e

m, bem grande. Tem um sofá de couro preto, uma mesa de centro simples e os móveis são todos de madeira antiga, a casa aparenta ser

*

, presente de 18 anos. – Ela dá um sorriso falso, sem mostrar os dentes – Irei para o meu quarto, o almoço será servido pela Lena às 13h da tarde, esteja pronta, logo após você poderá desc

a e me deparo com uma mulher nova até, bonita porém descuidada, deve ter lá seus 40 e poucos anos, fazendo o almoço. E

e madeira com um colchão fofo, um guarda roupa antigo de madeira, um criado-mudo de madeira e uma penteadeira em

as com mangas longas, opto por vestir uma vestido longo com mangas longas e um sapatênis preto já que eu não tenho muitas opções, pego uma toalha e vou para o banheiro. Tomo banho por uns 10 minutos com água fria, molho os cabelos e passo um sabonete inodo

á está feito, é sopa de legumes. Como silenciosamente e a observo falando – Após comer, vamos ao mercado fazer algumas compra

, adoro andar e é bom conhecer o ambiente, mesmo sendo completamente deserto. Chegamos no mercado, acho que era o maior pela região porque estava cheio, e até que era movimentado, as p

fileiras do mercado, encontro junto com outras bebidas que eu não conhecia, olho atentamente aos sabores e sem querer esbarro com uma moça bem bonita com uma garrafa

o. - Você é freira? – segura o riso e eu assinto. - Deu pra perceber, su

r que eu seja freira, tô treinando pra iss

perando nós lá fora. – Ele diz olhado pra nós e quando me vê, arqueia a sobran

s e deveria se cuidar mais. Vou indo, nos esbarramos por aí. – Ela sai com o moço bonito e ele permanece me encarando e logo some da minha vista.

ejo a menina que me parou, ela parece tão contente com suas roupas curtas e seus rabiscos no c

e foi legal comigo? Eu gostei dela, queria ter uma amiga, me sinto muito sozinha. Vou pra minha casa e agarro meu travesseiro já na minha cama. Será mesmo que eu não

unca deixei solto, apenas para dormir no meu quarto no Convento sozinha. Desço para sala e a mesa já está posta, decido esperar por titia mas ela não aparec

sem mim nessa casa! – Ela diz com muita raiva, me puxa pelos cabelos e vai em direção ao me

tá magoad

ergar que horas são e percebo que é apenas 23:00 da noite. Abro a janela do meu quarto com delicadeza e vejo uma menina com a pele branquinha, ba

e por pouco, não caio com a testa no chão. Vou andando com passos lentos até a menina que ao me notar, se enc

Eli

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DO CONVENTO AO MORRO
DO CONVENTO AO MORRO
“Dois mundos completamente diferentes. Lua Cavalcanti foi criada em um Convento, pertencente a um grupo de freira em formação, persuadida a ser pacata e do lar pela sua tia, uma extrema religiosa que teve que arcar com a suposta responsabilidades de cuidar da sua sobrinha quando sua irmã e seu cunhado morreram em um acidente de avião. Totalmente problemática, priva a sobrinha do mundo e dá a justificativa de que "a geração de hoje em dia está perdida", mas na verdade, esconde um terrível segredo. Com Lua prestes a completar 18 anos, querendo viver e ter apenas uma vida normal, a mesma sairá do convento e encontrará um inferno armado pela sua tia do lado de fora. Arrogante, insensível, bandido, perigoso, escondido e temível dono do morro do Chapadão, Enzo Lins, mais conhecido como Bradock, sofreu muito na infância, órfão, tendo que ser criança, pai, irmão e o apoio da sua irmãzinha Liza. Entretanto, só tinham um ao outro na vida. Conquistou a liderança do Morro por mérito, sempre foi esforçado e nunca demonstrou fraqueza, mesmo sendo quebrado em minúsculas partículas por dentro. Em meio a esse mundão, Lua e Bradock se esbarram. Como diz aquele famoso ditado: "Os opostos se atraem." O que será que o destino aprontou ao cruzar essas duas linhas tortas?”
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