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DO CONVENTO AO MORRO

Capítulo 5 4

Palavras: 2994    |    Lançado em: 12/02/2023

a Cava

hem de lágrimas e eu retribuo o abr

im e me olha com lágrima nos olhos também, ele

cê tava? Por que não me ligou? Por que não me avisou? Você era minha melhor amiga, você disse que ia voltar. – Ele a

is e me colocou no Convento por 12 anos e agora eu fugi pra cá porque ela não me deixa viver. Eu te amo! Sem

dock e vim pro morro, depois de muita coisa Bradock virou dono e eu sub-dono. Agora posso te cuidar e não vou deixar ninguém te levar pra longe de mim de novo. Vai ter que me aguent

umprimentei com um aceno

ade quando era criança e depois que ela foi embora nunca mais a vi. Mas, ela voltou e não vai sair

bora! – Liza diz com raiva e o Lucca olha pra ela com os olhos brilhando. Hum... Estou sentindo cheiro de paixão no

ocê adora as perturbações que n

ão, viu. – Liza vira pra m

a minha vidinha.... – Liza diz

so, você não precisa ficar falando. – Os 3 riem,

r se você me empresta aquele cartão sem limites pra eu ajeitar o quarto dela e compr

mir num colchão do lado da sua cama, Liza. Sério, não

responsabilidade. – Ele estende um cartão azul p

rdo com suas necessidades. – Ela beija a bochecha do Bradock que resmunga

ocê me dava quando nós terminava de brincar. – Ele sorri e abre os grandes braç

do quanto ele detesta esse apel

mais. Me despeço do LN com um beijo, adorei ele. Viro-me para dar tchau ao Polegar mas

mal

de lado até subirmos ao quarto de

uma penteadeira branca de camarim embutida com uma grande mesa onde tem um notebook e livros nas prateleiras acima, tem um criado mudo branco perto da cama. Sou apaixonada pelo quarto da minha am

*

spremo os olhos ao ver que tô na cama da Eliza e ela não tá

ra ti e uma bandeja com café da manhã na cozin

pouco acima de joelho todo azul escuro, meus olhos brilham. Tem um sutiã sem alça de renda e uma calcinha bem pequena d

heiro de flores por todo o meu corpo. Ao terminar, me seco e abro a portinha do armário

sutiã. Ponho o vestido e uma rasteirinha com pedrinhas douradas de apenas um tira. Penteio meus grandes cabelos castanho médios que vão até a c

za fez para mim. Ao chegar próxima a ele, o mesmo me olha com os olhos arregalados e boquiaberto, p

omida da bandeja t

que, fui eu que comprei as c

frente à ele, em um dos banquinhos que tem atrás do balcão da mesa d

e. Com um jeans claro e uma blusa cinza com gola V e o boné aba reto preto, e seu

com desdém interrompendo meus pensa

de errado com você, por acaso? – Bato os pés no

não gostou, infelizmente não pos

nterrompe entrando na sala

o e de seu irmão, pega um copo de água

ndo pra boca, Liz. – Ele pega ca

a! Como eu odeio. – Di

ho de soslaio. Ele é tão lindo, com certeza tem uma "buceta". Ma

Tem um corpo maravilhoso! Já desço. – Ela sobe de 2 em 2 os degr

*

ga plataforma em que ele foi escrito, o nome dele era Polegar e ago

a Cava

de roupas maravilhosas. Dou pulinhos de alegria com um sorriso im

pra loja da Adidas. Compramos shorts de malhar, pra ficar em casa, casacos de moletom, c

ra shorts curtos, calças rasgadas no início da coxa até o final da canela que eu am

saia, uns shorts desfiados cintura alta, blusas com decotes, blusas

ou ter corag

ada e comprei muita maquiagem, base, pó, corretivo, maleta de sombra, diversos baton

ge e preto, sapatos de salto da Schultz, scarpin, um coturno preto cano média, botas e dezenas de sa

s, de seda, normais, variadas calcinhas, variados sutiãs e eu j

com quase todas as nossas bolsas. Eliza não tem apetite pra parar d

se que faltava apenas comprar perfumes, ace

Natura e compramos hidratante, depois, fomos pra uma loja de perfumes importados e compramos mais perfumes, mais

ra o meu quarto, os funcionários disseram

banho e estava com as pernas doendo. Finalmente saímos do shopping em d

lhores coisas do mundo! O Lucca e o seu irm

ava em nenhuma amizade até você chegar. E relaxa, eu dividi pros dois, cada um vai pagar

r do seu lado

imos pro morro ao som de Rihanna feat. Drake - Work. Só sei a música po

*

assim que entramos o Lucca, LN e o Bradock

sam de comprar

o e elas estão lá, correndo para entrar

esmo, peço desculpas. – Faço ca

sou. – Eu e Liza damos risada e o Pit continua. – Relaxa, Pequena! Din

ase nada! – Liz disse e

ar os dentes. Será que os dentes dele são feios? Ele nunca mostr

acola que chegamos. Olhei para o quarto da Eliza e tinha roupa por e

t, preencheu quase ele todo. Ponho as maquiagens num pote bem gr

o e apertado, pego uma calcinha grande pra dormir e vou pro banheiro. Tomo meu banho, sai

eu quarto é simples, tem apenas o closet, as paredes são brancas e tem uma parte que é cinza, quase preta, o teto é igual da Liz

osse homem, te pegava! – Ela

arota! Tô com fome. –

pizza. – Ela me puxa, eu calço me

inha de centro, eles estão bebendo cerveja. Ao parar na frente deles, Eliza

- LN diz e recebe um beli

peito, alternando entre o decote e meu rosto. Ele repara e me olha nos olhos. Me arrepio toda e permaneço encarando. Quando abro

ente a mesinha de centro, sento ao seu lado. Ela dá

ssa cara! E essa roupa? N

me deixa ter um pouco de liberdade, por favor. – Ele me olh

o Polegar é o primeiro

u! – Ele dá um gole na sua cerve

vida e Lucca comemora junto. O jogo acaba

scovo os dentes e vou pra minha cama. Deito a cabeça no travesseiro e penso na minha tia, será que ela tá me procurando? Bom,

amentos lon

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DO CONVENTO AO MORRO
DO CONVENTO AO MORRO
“Dois mundos completamente diferentes. Lua Cavalcanti foi criada em um Convento, pertencente a um grupo de freira em formação, persuadida a ser pacata e do lar pela sua tia, uma extrema religiosa que teve que arcar com a suposta responsabilidades de cuidar da sua sobrinha quando sua irmã e seu cunhado morreram em um acidente de avião. Totalmente problemática, priva a sobrinha do mundo e dá a justificativa de que "a geração de hoje em dia está perdida", mas na verdade, esconde um terrível segredo. Com Lua prestes a completar 18 anos, querendo viver e ter apenas uma vida normal, a mesma sairá do convento e encontrará um inferno armado pela sua tia do lado de fora. Arrogante, insensível, bandido, perigoso, escondido e temível dono do morro do Chapadão, Enzo Lins, mais conhecido como Bradock, sofreu muito na infância, órfão, tendo que ser criança, pai, irmão e o apoio da sua irmãzinha Liza. Entretanto, só tinham um ao outro na vida. Conquistou a liderança do Morro por mérito, sempre foi esforçado e nunca demonstrou fraqueza, mesmo sendo quebrado em minúsculas partículas por dentro. Em meio a esse mundão, Lua e Bradock se esbarram. Como diz aquele famoso ditado: "Os opostos se atraem." O que será que o destino aprontou ao cruzar essas duas linhas tortas?”