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Paixão em Paris

Capítulo 5 5

Palavras: 3415    |    Lançado em: 29/03/2021

Correu para a cozinha, abriu a primeira gaveta do balcão, peg

nça chorando, reclamando, ruídos de talheres e

mão. Aspirava o cheiro dele e já não era mais agradável ou

a amante, pelo visto. Seduzira as funcionárias da empresa e, agora, agredia a assistente pessoal que poderia denunciá-lo à polícia. E talvez fosse isso mesmo que ele quisesse. Uma denúncia que chamasse a atenção da mídia e, por sua vez, desenterrasse a história do acidente envolvendo o presidente-executivo da SBO e sua jovem esposa. Destruir a imagem pública do homem e o seu trabalho. Manipular vers

de si sem lhe dar chance de raciocinar ou piscar os olhos, atirou-se contra

esto rápido e preciso, teve a faca tirada de sua

. Possuía um instinto persistente, uma obstinação que a compelia a desejar viver, fosse como fosse. No entanto, numa situa

ros e com a fúria de uma mulher machucada desferiu um soco acertando-o no queixo

s de costas. Aproveitou para chutá-lo entre as pernas, mas e

enquanto ele procurava esquivar-se de seus ataques, subia rapidame

liar que lhe acionou na mente palavras como "segurança" e "proteção". A fragrância amadeirada avisou-a de que estava salva. Deitou a

, afastaram-se, pouco, alguns centímetros, o suficiente p

ules. Analisava-lhe o rosto, as marcas vermelhas das bofetadas e o inchaç

ver a infância vendo a mãe apanhar do marido. Mas o que Amanda não sabia – e Jules mais tarde dissera-lhe – era que ele, mesmo pequeno, magro e com apena

uma manta de lã, grossa, e depositou-a sobre Ama

com o cabelo úmido por causa da neve, o rosto escanhoado, o terno azul-marinho impecável, a cami

everia estar aq

ra de um sorriso pairo

mbém não precisa

Amanda ergueu meio cor

vor, me

aparelho do bolso do casaco e devolveu-o. – Treze chamadas perdidas e oito mensagens de te

a cabeça e fitou

. Invadi sua privacidade, mas tenho o direito de fazê-lo visto que trabalha direta

-se numa situação de desvantagem, machucada, vestindo u

frisos da janela e os flocos fa

e ela de

e quem é esse nú

oi capaz diss

ora de 102 anos, aposentada, ex-diretora de uma escola infantil. Falei com um conhecido

bastante produ

ga é chegar aqui e encontrá-la fora de si, ferida e com uma faca na mão, tendo descoberto ant

chefe, pensou, mas a

eceu aqui, ho

quase gaguejou, baixou a cabeç

aqueá-lo? –inda

lo apenas.

de pulso e disse sem alterar a voz, sempre baixa e controlada,

xar de rir; poré

e avisou François que estava resolvendo um problem

brincando? Não s

a primeira vez que vestiria uma mulher. – com

el que sim...Olha, é melhor que vá ao ja

ar para a rua deserta. A neve caía em floco

ínica radiológica uma tomografi

feito o proprietário abrir as portas. Quais

ado hoje mesmo.

para ela c

irá o nome do suje

e, com passadas largas,

ou; depois, deu-lhe as

caria bisbilhotan

deduzir outra coisa. Era um homem desconfiado, que se cercava de poucas pessoas e as mantinha na sua mira. Se contasse sobre o ex-amante de sua esposa, ele, com certeza, iria atrás tirar satisfações. E Jacques era doido de pedra,

preto esticado feito um corpo

ando profundamente. Não iria mais a um janta

mesmo tendo sido comprado de um balaio. Calçou um All Star, e olhou-se no espelho. Um círculo verde-arroxeado tingia-lhe

do estivesse certo com a cabeça da paciente em questão (e estava), era necessário que lhe fosse observada qualquer reação nas vinte e quatro horas posterior à queda. Sim, Amanda antecipara-se a Jules informando ao médico que a batida na cab

plo, viu-o passar por ela e postar-se no meio da sala, esquadrinhando o ambiente e esperando-a trancar a porta. O que foi feito, mesmo demorando a entender o que acontecia. Talvez fosse alg

i a noite

u bem, e que um soquinho

u sem rodeios ou

enquanto completava: - Monsieur tem sorte, semana passada comprei out

ro-ondas? É algum tip

uarto, podia ouvi-lo abrindo e fech

inham o corpo voluntarioso de Betty Boop. Olhou para o tamanho do sofá e imagi

a embalagem da comida congelada esquecida dentro do micro-on

às cinco da manhã e molho de tomates colhidos na minha ho

iasse a extensão do deboche. Amanda e

a casa e tampouco uma "Amanda" para cuidar

ncluiu, dando as costas e voltando à coz

ueria brincar de dona-de-cas

ó italiano antes de fazer f

do, o paletó, soltou a gravata e abriu os primeiros botões da

partamento microscópico, consumindo ração congelada e sendo atacada dentro da própria casa. – falava como um agente do FBI, constatando as irregularidades e

tá avacalhando

uer pessoa sensata o faria, você não sabe viver direit

esde a sua colônia e meias até o modelo de celular? Me diga, monsieur Brienne, qual é o valor da conta de energia elétr

va lavar o meu automó

e eu cuido mais da sua vida do

a minha assistente, e sim minh

que gritava com a voz esganiçada; emendou com mais calma: - Com t

a função é assessorar-me para que a minha carga de trabalho e incomodações cotidianas sejam menores. Portanto, é n

ço de ricaça culta e boazinha. Sentiu uma pontada na cabeça, estava exausta, cansada e

Do

Vou tomar um

eo sobre a pia e retirou um frasco de paracetamol. Despejou quatro comprimidos na palma da mão e

– avisou, os olhos sérios enfiados nos dela

izer ''oui, monsieur''.

rou em vão. Na sala, de pé, avaliando os objetos nas prateleiras da estante e com celular colado na orelha, ele

os em vint

o de entregas desse restaur

as e considerações mentais. Já o pegara nessa mesma posição no escritório, mas não diante

a cara. – respondeu sem

anismo, não cederia à dor com apenas um paracetamol 750 mg. Além disso, quer

aginar o que lhe despertava tamanho interesse. Com certeza, não eram os patinhos de cerâmica e tampouco

s é um grande passo. Tenho certeza d

rou os cabelos com os dedo

dado, está começand

o estava, com ar preocupado e distante, mostra que está ponderando se a decisão que tomou

– voltou-se para

pergunta. A grande questão agora é:

o sofá, apontou a pasta executiva sobre a

reparar algumas co

do. Eu durmo no sofá tranquilament

teria aproveitado a deixa e dito

nta passar a noite neste cubículo para ficar de olho nas suas

ão está

me com os relatórios. –

lar

remos um frio de trinta graus negativos e executivos mais ambiciosos que os

rões. Acho que essa viagem

em olhar para ela e sentando-se no sofá. Abriu a pasta e reti

a fim de trocar de roupa

zou com um sorriso torto, - por que não fica mais à vont

um tom de provocação, co

era o estranho sen

vou a louça sozinha, já que Jules lia seus e-mails mais importantes e nem sabia que pratos, copos e talheres eram lavados por alguém. Num dado instante, comentou

r que

lavar uma loucinha. –

meio minuto depois perguntou:

trabalho p

a comprou? – per

mente, mad

ez tenha sido encomendada por outra assistente, um

z. – disse

evidamente demitidas, mademoiselle Rossi

rou a c

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Paixão em Paris
Paixão em Paris
“Amanda Rossi é assistente-executiva de Jules Brienne, presidente de uma empresa francesa de computadores, um workaholic cuja esposa encontra-se em estado de coma, após um acidente automobilístico. Ele é um homem de olhar sério e poucas palavras. E alguém que aceita a personalidade impetuosa e explosiva da jovem latina. Alguém que a protege e é protegido por ela. Alguém que deseja vingança. Ao lado de Jules, Amanda vive um caleidoscópio de emoções e sensações. Principalmente, quando se torna vítima do maior inimigo de seu chefe. E descobre que toda a proteção tem o seu preço. Toda a paixão tem vestígios de obsessão. Todo o prazer, insanidade. E ela está enlouquecida de desejo por aquele que a tem na palma da mão.”
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