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Escrito nas Estrelas...

Capítulo 5 A Despedida Indesejada

Palavras: 2592    |    Lançado em: 12/06/2023

feche seus olhos, se permitindo vol

ãe de Helena fazendo a filha abri

o de rendas do jeito que a mãe da noiva havia imaginado. Helena poderia até dizer estar surpre

sde a noite em que Augusto, pai da jovem, pôs fim no casamento com Regina, sua mãe, na frente dos filhos. Marcelo era mais novo e pouco entendia,

ugusto, o que v

missa e que me trate como o homem que eu so

trabalhar e ganhar dinheiro! E no caso, você não faz nenhum dos

chacota por parte dos meus amigos. Eu preciso de uma esposa que me escute, que siga o que

ia sua vida sendo dona de casa. Algo que infelizmente sua mãe não pode fazer, pois quando o pai de Helena foi embora, a última coisa que Regina conseguiu fazer foi cuidar de seus filhos em casa. Helena viu todo o sofrimento de sua mãe e prometeu a si mesma que não passaria por isso. Não mesmo, ela apenas tinha que seguir o roteiro elaborado por Regina. E assim o fez, n

da equipe de cerimonialista que tinha que lidar com o cronograma e as infinitas listas enviadas por e-mail. A propósito, o casamento foi marcado justamente na data do aniversário de trinta anos de casamento dos pais de Leandro. A lista de convidado também foi elaborada milime

aticar seu esporte favorito, o ciclismo, além de trilhas, mergulho, surfar e outras atividades esportivas. Aliás, Parati foi escolhida para satisfazer Leandro de conhecer a cidade litorânea carioca. Sim, He

o casal, o que plan

a parte

ocê quer,

ocê, o que vo

a os planos estavam perfeitos e que o importante era que o Le

u entr

a encara por alguns instantes admirado com a beleza nupcial de sua irmã qu

rmã. Ele começa a agitar os braços na direção da irmã enquanto

nta Lena, irrita

strando seu smoking preto para a i

o e praticamente o enforcando com a gravata, em seguida ela ajei

bendo um olhar fuzilante da irmã. - Coitado do Lea

- Bom, acho que já podemos ir , ou vamos ter de pagar

o, a orquestra preferida dos pais de Leandro. Tudo bem que assistir a Orquestra não era algo dentro da realidade d

rimeira rosa dada por Leandro para Helena. O irmão encara a jovem com cara de poucos amigos: - Voc

da noite , sem qualquer tipo de bebida alcoólica? Se você está falando dessa, nã

as. - Fala Regina encarando seu caderno de anotações.

rando o espelho enquanto f

rcelo, incomodado com as express

onde Regina no lugar da filha. - Ela não pode sair nas fotos

omenta Marcelo se jogando no sofá. - Maior desperdício de dinheiro isso tudo. E para quê? Para as pes

es ! - Reage Lena, irrittada. Ela se vira para o irmão e continu

uer? - Provoca Marcelo recebend

irmã. Ela precisa entrar calma na igreja. - Fala Regina se aproximando do fil

ua irmã. - Maninha, se você quiser sa

a para o irmão que caminh

uanto sua mãe continua repassando o cronograma do casamento.

m direção a porta encontra a figura de seu noivo usando calça jeans de camisa polo,

conversar. - Respo

Regina, surpresa, se aproximando. - É inaprop

a, eu preciso f

casamento? - Pergunta Regina controlando sua irritação. - Que assunt

na agora, provavelmente não haverá

m a dizer. - Pede Regina

minha noiva. - Diz Leandro

que precise falar com a minha filh

a e depois sua noiva: - Helena, será que você pode pedir para sua mãe

, surpresa. Regina podia jurar que Helena a defenderia daquela fala rísp

io -Porém, seja breve, pois temos apenas vinte

orcia para que Leandro começasse o assunto em sua presença, algo que não aconteceu.

ratar a minha m

r e eu saio como errado? Mais uma vez eu sou o errad

ê? Da festa de ontem ? Eu falei para o Marcelo não fazer e

ento, da sua mãe... Estou cansado de você! - Solta Leandro fazendo o

a treinado isso com sua mãe, o momento em que o noivo poderia ficar tão nervoso que poderia cogitar a desistir do casamento. E isso, segundo Regina, era inadimissível. - Acontece

Pergunta Leandro, sério. - Seja honesta: p

esponde Helena sorrindo diante

tiona Leandro, insati

a gente se case. Minha mãe ficou insistindo, lembra? Quem namora muito não casa, foram as palavras dela. E a sua mãe também queria.

cê desejava

do os fios castanhos que pareciam querer s

quero me casar agora. - Revela Lean

- Pergunta Helena procurando o

ando sua noiva. - Por isso eu não posso casar com você... Porque eu não amo você

meu irmão disse a você? -

a que eu já não soubesse. Helen

Reage Helena j

não quer. -

andro, eu já di

ala Leandro. - Aliás, tudo. Nosso namoro, nosso noivado, nosso casamento... Tudo! Tudo e

uero

ndo dos nossos filhos da casa e de mim. Servindo a mim como se eu fosse o magn

er. - Rebate Helena enxugand

uma mulher assim.

o, sem problemas. - Afirma H

quanto você é superficial. Helena, se pergunte o que você que

cê, eu faço. Agora vai pra casa e se arrume,

por mim, mas por você. - Explica Leandro tocando

a de Helena e então se afasta, d

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“Dizem que ninguém pode dizer como será o nosso futuro... Era isso que o Bruno acreditava até aquele final de tarde quando foi abordado juntos com seus amigos por uma cigana. Ele estava completamente cético até a cigana selar o seu destino: Ele se casará até os 24 anos, terá quatro filhos. Ficará rico, mas não fazendo o que ama e muito menos através de jogos de azar. Seu pai falecerá aos 60 anos e morrerá dois anos mais jovem do que ele. O seu destino está atrelado a uma jovem de cabelos castanhos, e isso tudo aconteceria apenas quando Bruno conhecesse essa mulher. Ele prometeu a si mesmo nunca se apaixonar por nenhuma mulher de cabelos castanhos... E foi assim até ele conhecer Helena.”