Fu Mo Bao Bao
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Livros e Histórias de Fu Mo Bao Bao
Ele Queria Amante, Consegui O Patriarca
Moderno Na véspera do meu casamento, meu noivo me pediu para ser sua amante.
Ele anunciou que se casaria com outra mulher, Bianca De Medeiros, e me humilhou publicamente, esperando que eu aceitasse ser sua sombra.
Diante da traição e da perda da minha honra, rasguei meu vestido de noiva. Eu não seria a esposa dele. Eu seria a chefe.
"Tia Isabela," ajoelhei-me diante da matriarca da família dele, "peço permissão para dissolver o noivado. E me casar com Hélio Luís, seu irmão, o verdadeiro Patriarca."
A sala ficou em silêncio. Lauro, meu ex-noivo, invadiu a sala, furioso, me acusando de armar um escândalo.
Mas então, o próprio Patriarca apareceu. "Quem ousa dizer que minha noiva seria uma amante?"
Ele forçou Lauro a se ajoelhar e pedir desculpas. A era de Lauro em minha vida havia terminado. A era de Hélio Luís havia começado. O Veneno da Fortuna
Moderno O telefone tocou incessantemente na tranquilidade do meu escritório, um prenúncio de algo terrível.
A voz do outro lado confirmou meu pior medo: "Seus pais, Antônio e Helena Silva. Houve um acidente. Estado grave."
Meu mundo desabou em segundos, mas a primeira pessoa que procurei, minha esposa Sofia, estava ocupada demais celebrando com risadas e música alta.
Perguntei: "Sofia, meus pais podem morrer!"
Ela retrucou, fria: "E o que você quer que eu faça? Eu não sou médica. Dê um jeito, Marcos." E desligou.
A crueldade dela era um tapa na cara, um choque.
Mal cheguei ao hospital, a enfermeira e o médico me confirmaram: a responsável pelo atropelamento era Sofia Almeida, no nosso Porsche que dei de presente.
Liguei para ela novamente, implorando: "O carro que atropelou meus pais... era o seu Porsche."
Silêncio mortal. Então, sua voz congelante: "Isso é impossível. Meu carro está na garagem."
Ela me acusou: "Isso é algum tipo de truque, Marcos? Você está tentando estragar a festa do Pedro?"
Minha esperança se esvaiu; o médico suspirou: "Sinto muito, filho. Nós fizemos tudo o que podíamos."
O som dos monitores cardíacos ecoando pelo corredor marcou o fim.
Meus pais se foram, e a dor era física.
Mal consegui respirar, lembranças me invadiam, a imagem da minha mãe acolhendo Sofia, e meu pai dizendo que ela trazia luz à nossa vida.
Mal sabíamos que era tudo uma farsa.
Minha secretária ligou em seguida, com voz hesistante: "A senhora Sofia fez uma retirada hoje à tarde. Cem mil euros."
No dia da morte dos meus pais, ela roubou para fugir com o amante.
A dor virou raiva fria.
Lembrei das humilhações, do desprezo da família dela, da mão de Sofia em meu rosto: "Você entende qual é o seu lugar? Você é o pobretão sortudo que eu escolhi. Aja como tal."
Eu suportei tudo, achando que a amava.
Não havia amor, apenas um vazio calculista.
Ela me via como um degrau.
Mas jurei: "Eu prometo que farei justiça por vocês." O Renascer de Hana: Adeus, Inferno
Romance No sétimo ano de um casamento infernal, o ar frio de Lisboa congelava-me a alma.
Caída no chão de um estúdio de Fado, o sangue escorria da minha testa.
Ferida por uma rival, liguei desesperadamente ao meu marido, Hugo Contreras.
A sua voz, como sempre, era fria e distante.
"Hana, o que queres agora? Estou ocupado."
Quando consegui sussurrar que estava ferida, ele soltou uma gargalhada cruel.
"Tu morreres seria um alívio para todos, Hana. Especialmente para mim."
O som, cortante como uma lâmina, aniquilou o meu espírito antes que a escuridão me envolvesse.
Acordei, sem ferimentos, mas com uma dor dilacerante no coração.
Olhei para o calendário: sete anos antes, logo após o nosso casamento forçado.
Eu tinha renascido.
Ele anunciou-me que o advogado estava lá em baixo para o divórcio.
Foi então que ouvi a voz da Vanessa Perez, a sua amante e minha meia-irmã.
Ela, cuja mãe destruíra a minha família e levara a minha mãe à morte.
Vinte anos de amor não correspondido, sete anos de inferno.
Ele sempre soubera dos meus sacrifícios, das minhas tentativas desesperadas de fazê-lo olhar para mim.
Mas preferiu ver-me como uma "filha malcriada e ciumenta".
Até ele, que se dizia meu marido, me via como um "jogo".
Chamei um advogado, pedindo metade de tudo.
"Eu quero o divórcio. Eu estou a pedir o divórcio."
Hugo, chocado, viu nos meus olhos algo que nunca vira: o fim.
Hoje, o meu amor por ti morreu.
E pela primeira vez, senti alívio. Minha Casa, Minha Liberdade
Moderno Na noite do meu 25º aniversário, o bolo não tinha velas.
A tensão na sala era tão espessa que dava para cortar com a faca.
Há seis meses, a mãe do Pedro, Sofia, tinha-se mudado para nossa casa depois de enviuvar, e a minha vida tornou-se um inferno silencioso.
Ela não gritava, mas as suas palavras eram veneno disfarçado de cuidado: "Eva, não achas que aquela saia é curta demais?" ou "O Pedro parece tão cansado, estás a cuidar bem dele?"
O pior era que Pedro, o meu marido, nunca me defendia, sempre repetindo: "Ela está de luto, tem paciência."
A paciência tinha-se esgotado.
Naquela mesma noite, atrás de uma porta entreaberta, ouvi Sofia a choramingar para o Pedro que eu a tratava mal, que não era a casa dela.
E então ouvi o Pedro, o homem que amava, prometer: "Vou falar com ela. Vou garantir que ela a trata com mais respeito."
Como pude ser tão cega?
A manipulação dela era óbvia, mas ele caía sempre na armadilha.
Quando propus um apartamento para a mãe dele, a cara de Pedro ficou vermelha de raiva: "Estás a tentar expulsar a minha mãe? Que tipo de pessoa tu és?"
"Onde está a tua compaixão por mim?", gritei. "Ela está a destruir-nos e tu não vês!"
A resposta dele foi fria e final: "A única pessoa que está a destruir alguma coisa aqui és tu. Ela é a minha mãe. Ela fica. Fim da discussão."
Naquele momento, olhando para as costas dele ao desaparecerem escadas abaixo, soube que tinha acabado.
Ele tinha feito a escolha dele. E não era eu.
Então, na manhã seguinte, tomei uma decisão. Uma decisão radical para salvar a mim mesma, mesmo que isso significasse destruir tudo. Sangue do Meu Sangue? Não, Meu Coração
Moderno Saí do hospital com o coração em pedaços e um atestado médico nas mãos: infertilidade secundária.
Hoje era o aniversário da morte do meu filho, Leo. O meu marido, Pedro, agia como se nada fosse e a sua mãe, Sofia, não perdeu tempo a destilar o seu veneno.
«Uma mulher que não consegue sequer manter um filho, provavelmente também não consegue manter o apetite.»
As suas palavras cruéis, a sua acusação de que eu fora "descuidada", ecoavam no meu peito.
E Pedro? Ele nem sequer me defendeu, justificando a tragédia com a "escolha difícil" que fizera naquele dia.
«Não é justo culpares-me,» disse ele.
Mas a verdade era que ele escolheu ajudar o primo, preso num elevador, enquanto eu, grávida de sete meses, sangrava sozinha, perdendo o nosso filho.
«Ele não era família, Sofia? O nosso filho não era família?»
Como podia a sua família valer mais do que a nossa?
Naquele momento, percebi que não havia mais "nós". E foi então que lhe entreguei a aliança.
«Quero o divórcio.»
Eles pensaram que eu estava a enlouquecer com a dor. Mas eu estava apenas a começar a lutar. A Escolha de Eva: Meu Renascimento
Romance Na noite do meu terceiro aniversário de casamento, preparei um jantar especial para o meu marido, Pedro.
Esperava compartilhar uma notícia importante com ele, algo que mudaria as nossas vidas para sempre.
Mas em vez dele, recebo uma mensagem fria.
Era do Pedro, dizendo que a sua ex-namorada, Sofia, estava "a passar mal" e ele tinha de cuidar dela.
Com a mensagem, uma foto dela, pálida e com um cateter, e ele ao lado, segurando-lhe a mão com preocupação.
Ele tinha-se esquecido.
Esqueceu-se do nosso dia, de mim, dos pratos frios na mesa.
Respondi apenas "Ok", apaguei o número dele e bloqueei-o.
O relatório de gravidez que tinha na mão pesou subitamente, e atirei-o para o lixo.
Se ele se importava tanto com uma ex, esta família não tinha razão para existir.
No dia seguinte, a minha sogra invadiu a minha casa, furiosa, acusando-me de fazer birra.
"Estou a planear o divórcio", disse eu, calmamente, para choque dela.
Ela e o meu próprio pai, com quem a ouvi falar logo a seguir, uniram-se, pressionando-me implacavelmente.
"Que egoísmo!", gritavam. "Ele só estava a ajudar uma amiga!"
"A nossa empresa depende deles! O que vai ser de nós se te divorciares?"
A minha própria família via o meu casamento como uma ferramenta, a minha felicidade não valia nada.
O Pedro voltou, exausto, sem um pingo de culpa nos olhos.
"Porque é que não a podes tolerar?", perguntou ele.
"É sempre ela, Pedro! Tu escolhes sempre ela sem hesitar!"
Ele disse que a situação dela era "de vida ou morte", e a minha "apenas um jantar".
Eu questiono-o: "E se a minha situação também fosse de vida ou morte?"
Ele riu, sem imaginar que a vida do nosso filho, que ele nem sabia que existia, já tinha sido descartada por mim.
Mas o pior estava por vir.
Quando decidi dar entrada no divórcio sozinha, vi-a.
A Sofia, radiante e energética, a rir ao telefone, sem sinais de doença, lançando-me um sorriso provocador.
Tudo não passava de uma farsa.
Que idiota era o meu marido... ou talvez ele só gostasse de ser enganado?
Chega. Não vou aguentar mais este abuso.
O divórcio será o meu renascimento. A Noite de Núpcias Amarga
Romance Casei-me com o Diogo, o homem que amei por uma década.
A noite de núpcias, que deveria ser o início do nosso "para sempre", transformou-se num pesadelo.
Ele desapareceu, só para reaparecer de madrugada, cambaleante e com cheiro a perfume barato.
A desculpa? A ex-namorada, Beatriz, tinha tentado suicidar-se.
Ele a consolava no hospital, enquanto eu estava sozinha na nossa nova casa, vestida de noiva.
Diogo, cegado pela culpa e por uma promessa antiga, trouxe-a para morar connosco, dizendo que ela "precisava dele".
Minha casa, nosso quarto, foram invadidos por aquela mulher que ele jurava não significar nada.
Eu tentei ser compreensiva, por Deus, mas a cada dia eu afundava mais na dor e na humilhação.
Como podia ele não ver? Como podia ser tão cego à manipulação enquanto o nosso casamento desmoronava?
A raiva gelada substituiu a tristeza quando descobri a verdade: a "tentativa" de suicídio era uma farsa, e o pai "morto" da Beatriz estava bem vivo.
Chega de paciência. Chega de compreensão.
Agora, eu sou a advogada, e ele vai ter que escolher: eu ou ela.
Esta guerra, eu vou ganhá-la. O Diário Que Revelou a Verdade
Moderno Meu pai ligou-me às três da manhã.
A voz dele, rouca e urgente, disse que a minha mãe havia caído.
Corri para o Hospital Central, com o coração apertado.
Mas, lá, não encontrei consolo; apenas a minha sogra Inês e o meu marido Pedro, a consolarem a Joana, irmã do Pedro.
"Irmão, a culpa é minha", a Joana soluçava.
A Inês olhou para mim, os olhos faiscantes: "A tua cunhada é que tem a culpa!"
Eles diziam que a minha mãe tinha caído por causa de uma discussão estúpida entre a Joana e ela, por causa de um gato.
Eles queriam que eu me desculpasse publicamente pela "minha" culpa.
A minha mãe estava em coma, e eles exigiam que eu humilhasse a mim mesma para que ela fosse tratada.
Era absurdo! Como podiam pedir-me para assumir a culpa por algo que juro não ter feito?
Recusei, vendi tudo para pagar o tratamento da minha mãe, mas a dúvida roía-me.
Uma noite, um diário secreto da minha mãe revelou a verdade: "A Inês empurrou-me."
Não foi um acidente. Não foi uma discussão com a Joana. Foi a minha sogra que a deixou a sangrar.
A minha família estava a desmoronar-se.
A fúria ardeu-me no peito. Eu não guardaria mais segredos.
Peguei no diário do Pedro, onde ele confessava a conspiração, e a minha promessa de silêncio morreu.
A partir daquele momento, a minha única missão era a justiça. Você pode gostar
Por favor, papai
EliJa Aviso: Conteúdo para Adultos
"Conte-me todas as suas fantasias sexuais, minha princesa."
"Quero ser fodida, arruinada, sufocada e marcada até me tornar um caos de gemidos e lágrimas sem controle sobre os lençóis, papai."
O mundo de Grace desmoronou na noite em que descobriu que seu noivo era gay.
Embriagada, devastada e desesperada para esquecer, ela entrou no quarto de hotel errado e foi parar nos braços de Apollo Reed.
Ele era um homem irresistivelmente atraente, de coração gelado, com quarenta anos de idade — o dobro da idade dela.
Ele era tudo que ela nunca deveria querer, e tudo que ela nunca soube que precisava.
Porém, a realidade bateu forte na manhã seguinte, quando ela percebeu que o homem que lhe deu o primeiro orgasmo da vida era seu novo chefe.
Ela deixaria que ele a tomasse novamente?
Ele a agradaria até que ela estivesse tremendo, implorando e completamente dele?
Ou será que ela finalmente aprenderia que querer um homem como ele sempre tinha um preço?
"Boa menina. Agora, abre suas pernas." Enquanto Eu Sangrava Até a Morte, Ele Acendia Lanternas Para Ela
Lady Ann June abriu mão de sua identidade como uma cientista genial para ser a esposa dócil de Cole Compton por quatro anos.
Até a noite em que sofreu uma ruptura de gravidez ectópica e, sangrando no chão do quarto, ligou para o marido implorando por ajuda.
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Ele desligou na cara dela, deixando June quase morrer na mesa de cirurgia enquanto a TV do hospital mostrava o sorriso dele para a outra mulher.
No dia seguinte, Cole invadiu o quarto do hospital. Irritado com a súbita frieza de June, ele a empurrou violentamente contra a cama, arrebentando seus pontos cirúrgicos recém-suturados.
Vendo o sangue fresco encharcar os lençóis, ele apenas atendeu uma ligação carinhosa de Alycia e olhou para a esposa com nojo.
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Silk Mirage No momento em que foi obrigada a compartilhar a cama com outro homem, Bethany Roberts descobriu que seu "verdadeiro amor" era uma mentira.
Acontecia que seu noivo e sua irmã haviam traído sua confiança e conspirado juntos para roubar a fortuna de sua família.
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Determinada a se vingar e recuperar sua dignidade, Bethany não esperava nada além de uma transação fria.
No entanto, quando sua irmã zombou dela por ter sido arruinada por um estranho, aquele homem disse calmamente: "Esse estranho sou eu mesmo."
E quando seu ex-noivo a ameaçou, ele a presenteou com um raro diamante. "Minha mulher merece o melhor."
Quando o contrato estava prestes a terminar, ela pretendia ir embora, mas ele a puxou para perto. "Quero que este contrato nunca termine." A Esposa Rejeitada é uma Zilionária
Alissa Nexus Durante o meu plantão na emergência, meu marido bilionário, August, invadiu a sala aos gritos, carregando uma mulher ensanguentada nos braços.
Quando fui avaliar o sangramento, meu estômago revirou. A paciente era Allena, a noiva do primo dele.
August me empurrou violentamente contra a parede, exigindo tratamento VIP e escondendo o rosto dela. Mas o ultrassom revelou a verdade nojenta: uma ruptura interna grave causada por sexo agressivo nas últimas horas. Para me calar, ele jogou um cheque de cem mil dólares no chão, bem aos meus pés, enquanto Allena sorria cinicamente para mim da maca.
Mais tarde, para proteger a amante, ele me empurrou contra uma mesa de vidro, rasgando o meu braço, e exigiu que eu me ajoelhasse para pedir desculpas a ela por espalhar boatos.
Sete anos interpretando a esposa perfeita e submissa evaporaram no ar estéril daquele hospital. Ele realmente achava que eu era apenas uma enfermeira inútil e pobre, que engoliria qualquer humilhação pelo dinheiro dele e choraria implorando para que ele ficasse.
Mas ele não sabia de um detalhe: nosso contrato de casamento expirava em exatamente três dias.
Limpei o sangue do meu braço, deixei os papéis do divórcio assinados na mesa dele e peguei minha única mala. Dentro dela, estava o disco rígido com a tecnologia de IA de bilhões de dólares que construí em segredo.
"Agende a doação de todos os bens da cobertura para amanhã de manhã," instruí a instituição de caridade pelo telefone.
A esposa troféu estava morta. Agora, era a minha vez de jogar. Hora de deixar de ser tola
Stella Montgomery Kristine amava Colton de forma intensa e humilde.
Mesmo que o coração de Colton pertencesse apenas à sua amada no exterior, mesmo que ele passasse a maior parte do ano ao lado dessa mulher, mesmo que essa mulher estivesse grávida do filho dele...
Ainda assim, Kristine pediu para se casar com ele.
Porém, no dia marcado para a certidão, Colton não apareceu, pois sua amada havia retornado ao país.
Depois de sete anos amando em vão, Kristine finalmente desistiu, o bloqueou e partiu da cidade onde ele vivia.
Colton não se importava com isso, certo de que, cedo ou tarde, ela voltaria.
Até que um dia, ele a viu com outro homem na frente do cartório.
Mais tarde, alguém viu o sempre arrogante Colton quase enlouquecendo.
"Kristine, me desculpe, eu errei. Me dê outra chance!"
A resposta que ele recebeu foi dita com impaciência: "Pode parar de me incomodar? Já estou casada." Perdida para Sempre, Enlouquecido pelo Arrependimento
Zhen Xiang Amei Carter por dez anos, mas ele me trancou em um centro de reabilitação infernal por quatro anos por um crime que não cometi.
Quando finalmente fui tirada daquele lugar, pensei que o pesadelo havia acabado. Mas ele só me trouxe de volta para assinar o divórcio e dar o meu lugar a Elois, a verdadeira filha da minha família adotiva.
Elois sorriu docemente para todos, mas sussurrou no meu ouvido que foi ela quem ordenou que quebrassem minha perna e arrancassem todas as minhas unhas lá dentro.
Quando tentei desesperadamente expor a verdade, meus pais adotivos me amaldiçoaram. Carter me olhou com puro nojo, forçando-me a ajoelhar e bater a cabeça no chão para pedir desculpas à mulher que me destruiu.
Fui jogada nas ruas como lixo, tossindo sangue. O médico me deu apenas dois meses de vida devido a um câncer de pulmão terminal causado pelos maus-tratos.
Quando usei minhas últimas forças para implorar a Carter por meros seis mil dólares para um tratamento, ele riu friamente e sugeriu que eu vendesse meu corpo para o seu guarda-costas.
Eu nunca entendi. Fui a vítima na troca de bebês, nunca atropelei ninguém e nunca menti. Por que todos acreditavam nela? Por que o homem que eu amei mais que a minha própria vida queria me ver morrer na sarjeta?
Olhando para as minhas mãos mutiladas e sujas de sangue, a última faísca de esperança se apagou completamente.
"Já que me restam apenas dois meses, não vou mais implorar."
Se eu vou morrer, vou garantir que todos eles queimem no inferno comigo. Uma segunda chance com meu amor bilionário
Arny Gallucio Rena conheceu Waylen quando estava bêbada uma noite. Ela precisava da ajuda dele, enquanto ele se sentia atraído pela beleza dela. Assim, o que deveria ser apenas uma noite acabou se tornando algo sério.
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No entanto, seus caminhos se cruzaram novamente. E desta vez, Rena tinha outro homem ao seu lado.
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"Palavra-chave, amava!" Rena jogou o cabelo para trás e retrucou. "Há muitos outros homens por aí, Waylen. Além disso, foi você quem pediu o término. Agora, se quiser namorar comigo, terá que esperar na fila."
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Lila Rivers Sophie assumiu o lugar de sua irmã e se casou com um homem conhecido por sua aparência desfigurada e passado vergonhoso.
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***
Adrian não tinha interesse em seu casamento arranjado e se escondia atrás de um disfarce na esperança de que sua esposa desistisse dele.
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