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Kimberly Postay

3 Livros Publicados

Livros e Histórias de Kimberly Postay

Abandonada no Inferno: Minha Vingança Começa Agora

Abandonada no Inferno: Minha Vingança Começa Agora

Moderno
5.0
Eu assistia ao vídeo do meu casamento no telemóvel, o meu próprio. Acreditei ser a mulher mais feliz do mundo, com o Pedro, meu marido, a prometer amor eterno e a cuidar do nosso futuro filho. Mas agora, ao ver a minha barriga lisa, só sentia uma ironia fria; o nosso filho, o nosso bebé de oito meses, já não existia. Três horas antes, o nosso prédio pegou fogo. Grávida, presa na casa de banho, liguei dezoito vezes ao Pedro. Ele, finalmente, atendeu, mas a sua voz estava cheia de impaciência, dizendo que o prédio da Sofia - a minha meia-irmã - estava mais perto do fogo e que a ia salvar primeiro. Antes que eu pudesse sequer dizer algo, ele desligou na minha cara. O mundo ficou em silêncio. Os bombeiros salvaram-me a tempo, mas o meu filho, por falta de oxigénio, não acordou. Pedro e a Sofia, ilesos, estavam a ser confortados pelo meu padrasto Ricardo e pela minha mãe Lúcia. O meu próprio marido enviou-me uma mensagem: "A Sofia está bem, só um pouco assustada. Não te preocupes. Descansa bem." "Não te preocupar?!" O meu coração doeu tanto que mal conseguia respirar. Como podia ele ser tão leviano? Será que eu e o meu filho não éramos tão importantes quanto a Sofia e o gato dela? Que tipo de homem era ele, que abandonou a própria esposa grávida em perigo de morte para salvar outra mulher? A dor fez-me questionar se alguma vez o amor dele foi real. O meu filho estava morto por culpa dele! "Mãe", eu disse, as lágrimas escorrendo, "eu quero o divórcio!" Mal sabia eu que esta decisão me levaria a desvendar uma teia de mentiras e traições que destruiria tudo à minha volta e revelaria a verdadeira face de todos, e que seria eu a pôr um fim a isso.
O Desprezo e a Luta: A Saga de Uma Mãe Autista

O Desprezo e a Luta: A Saga de Uma Mãe Autista

Moderno
5.0
Eu estava na esquadra da polícia, o braço dorido com uma mancha roxa a formar-se. O meu marido, Pedro, sentou-se à minha frente, mas a sua preocupação não era comigo. "Ele empurrou-me, Pedro. O teu pai empurrou-me... Por causa do Miguel." Ele tinha chamado o nosso filho, Miguel, que é autista, de "erro" e "vergonha". Quando decidi queixar-me, a máscara de marido preocupado de Pedro caiu, revelando uma raiva fria. "Vais arruinar a vida de um homem velho por causa de um empurrão? És inacreditável." Ele abandonou-me ali, sem olhar para trás. A seguir, a minha sogra ligou, a sua voz gélida: "Retira a queixa, Sofia. O Pedro está a falar em divórcio. Não sejas estúpida, precisas desta família para cuidar do teu filho com necessidades especiais." Fui para casa e encontrei as malas de Pedro feitas. Ele exigiu que eu pedisse desculpa e retirasse a queixa, ou ele iria embora. "Pede desculpa? Eu é que tenho de pedir desculpa?" Por um empurrão? Por defender o meu filho? Não, eles queriam que eu me desculpasse por existir e por o meu filho ser quem é. Ali, naquele momento, percebi que não havia mais nada a perder. O amor deles era condicional, a sua aceitação uma farsa. Vi o homem com quem me tinha casado, o pai do meu filho, e pela primeira vez, vi um estranho que tinha escolhido o lado dele. Então, disse-lhe, com uma calma surpreendente: "Então vai. Podes ir." Eu ia lutar pelo meu filho. E por mim. Chegou a hora de parar de implorar e começar a lutar. Será que, sozinha, Sofia conseguirá proteger a dignidade do seu filho contra uma família poderosa e impiedosa?
Adeus, Meu Pedro

Adeus, Meu Pedro

Moderno
5.0
Meu carro engasgou na autoestrada, o motor morreu, e uma fumaça branca subiu do capô. Lá fora, um congestionamento infernal. Dentro, minha bolsa de água tinha acabado de romper. Eu estava a caminho do hospital, sentindo as primeiras contrações fortes. Liguei para meu marido, Pedro, mas ele não atendeu. Tentei de novo, dez, vinte vezes. Todas as chamadas foram para o correio de voz. Foi então que liguei para a minha sogra, Laura, a voz dela cheia de apreensão. "Catarina? O que se passa? Já estás no hospital?" Eu mal conseguia respirar, as dores aumentando. "Mãe, o carro avariou na A5, a bolsa rompeu. E o Pedro não atende!" A voz dela mudou, de preocupação para uma tensão que eu não entendi. "Não consigo falar com o Pedro. A Sofia ligou-me há pouco, em pânico." Sofia, a prima dele. "A prancha dela partiu-se a surfar, bateu com a cabeça numa rocha. O Pedro foi ter com ela, era o mais próximo. Ele está com ela agora no hospital." Guincho, na direção oposta ao hospital para onde eu ia parir o filho dele! Eu estava em trabalho de parto, sozinha, no meio de uma autoestrada, e meu marido estava com a prima porque ela teve uma "pequena concussão". Enquanto eu sentia as dores lancinantes, ouço a frase de Laura: "Sê compreensiva com o Pedro. A Sofia não tem mais ninguém. Tu sabes como a vida dela tem sido difícil." Compreensiva? E a minha vida? Eu estava a carregar o neto dela, o filho dele! Quando a ambulância finalmente chegou, recebi a mensagem dele: "O meu telemóvel morreu. Estou com a Sofia no hospital. Não te preocupes, fico aqui com ela. A minha mãe já chamou uma ambulância para ti. Vemo-nos mais tarde. Força." "Vemo-nos mais tarde." Ele não perguntou como eu estava. Não mencionou o nosso filho. Naquele momento, as lágrimas que eu segurava finalmente caíram. Um vazio gelado tomou conta de mim. Aquele não era o homem com quem me tinha casado. Por que ele fez isso? Naquele dia, sozinha num hospital onde o Pedro não queria estar, onde nosso filho nasceu prematuro e em estado crítico, eu vi a verdadeira face do meu marido. Eu vi o Pedro escolher a ela. As palavras "divórcio" não eram mais uma ameaça zangada. Eram a única forma de sobreviver.