O Romance Secreto do CEO

O Romance Secreto do CEO

Park Jhessuk

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11
Capítulo

Brandon é o diretor de uma grande empresa especializada em marketing e propaganda, que mantém uma relação de casualidade com Amber, modelo fotográfica aspirante a fotógrafa. Ambos mantinham seu caso secreto, não tão oculto, até que um deles percebesse que queria bem mais do que uma relação de sexo casual. Em uma narrativa de intensa entrega, tesão e desejo, onde o desejo e a sensualidade são duas palavras que caminham juntas, este Romance irá te envolver de forma viciante, como um chiclete que se mastiga sem parar. IG: @Park_Jhessuk

Capítulo 1 Comeu meu coração

Desejo!

Desejo incontrolável, insaciável e imprescindível. Fogo da minha virilidade, meu pecado... Estou com a mente em seu corpo e seu corpo está na minha mente, tenho que caçar você e te trazer ao meu inferno.

Estou tão perplexo com isso que é quase chocante, eu sei que ela sabe que está com medo: seu coração, sua mente, sua alma, seu corpo. Eles não são cuidadosos mas acho que não os conhece, porque se eu a quero, eu quero não vou recuar.

Não vou pedir espaço, porque espaço é apenas uma palavra, inventada por alguém que tinha medo de ficar muito perto. Estamos arriscando em cima de uma linha muito tênue, quanto mais perigoso mas difícil de controlar.

Dessa vez explorei seu corpo em cima da minha mesa, o escritório ainda estava lotado nos esquecemos que não podíamos fazer muito barulho, mas tudo que precisávamos eram quatro paredes e uma carteira de cigarros. Por muito pouco não a deixei escapar, pela terceira vez, ela afirmou não querer mais me encontrar.

- Você, quer sair daqui? Podemos ir para um outro lugar.

Perguntei a bela despida de cabelos negros e pele alva, que permanece com às costas apoiadas na mesa e pernas sobre meu ombros. Sentado entre elas permito que meus olhos percorram por cada pedacinho de seu corpo e minhas mãos se afundem em sua pele.

- Por que, você não me deixou ir? - questionou baixinho com o rosto em direção a janela, enquanto acaricia meus cabelos com delicadeza.

- Porque eu quero que permaneça, ao meu lado - falei me curvando para encostar a cabeça em sua coxa, lugar onde beijei e toquei com a ponta da língua, minhas mãos sentiram seus pelos eriçarem.

- O que você sente por mim, Brandon? - puxou meus cabelos me forçando a responder olhando para seu rosto, seus olhos azuis brilhavam de forma incandescente.

- Fome...

Ela respirou fundo liberando meus fios, por alguns segundos fez silêncio depois continuou.

- E o que quer de mim?

- Eu quero tudo... - comecei sussurrando subindo às mãos por suas coxas até alcançar seu tronco. - tudo que tiver a me oferecer.

- E se eu tiver amor? - quis saber tocando por cima da minha mão.

- Vou ter que recusar, querida - beijo sua perna novamente.

Amber não respondeu, simplesmente usou meu braço para levantar seu tronco, de cima da mesa ela me encara daquele jeito que me faz pensar que pode ler minha mente. O único som emitido dentro desta sala, são os das rodas da cadeira quando me afasto devagar para admirar melhor sua nudes.

Sua expressão é de quem gostaria de dizer tudo mas não consegue falar nada, ela só me observa brincando com a bolinha do piercing em sua língua. Alguém começou a bater na porta neste instante entretanto não me importo, independente de quantas vezes eu a vejo, ela sempre será minha prioridade.

Quando os ruídos da porta cessam o telefone começa a tocar e ainda assim não me movo, sinto como se em qualquer momento eu fosse ser devorado. Ela sorriu como uma sádica e apoiou o pé em meu colo, sem pedir autorização atendeu a ligação.

- Alô! - tentei me levantar para pegar o aparelho, mas ela me impediu forçando o pé em meu peito. - hum... Ele está meio ocupado, não sei se pode te atender, só um segundo - antes de qualquer menção de me entregar o telefone, Amber, deslizou da mesa para sentar sobre minhas pernas de frente para mim. - É pra você amor!

Neguei com a cabeça pegando o telefone de sua mão, mas é claro que seria para mim. Ela sorriu e deitou com a cabeça em meu ombro. Abracei seu corpo com a destra atendendo o telefone com a esquerda.

- O que foi que eu disse sobre interrupções? - perguntei controlando a voz para não soltar nenhum gemido, ao que a mulher em meus braços começou a me chupar bem na curvatura do meu pescoço.

- Me desculpe senhor, acontece que você tem uma reunião marcada para às 16:15 e está atrasado. Todos te aguardam na sala de reunião, seu pai também está aqui!

- Desmarca! - ordenei segurando forte na cintura de Amber, imerso nas sensações que me proporciona com tão pouco. Ela sabe o que está me causando enquanto sem pudor algum, começa a rebolar sobre mim. - Diga... que tive, uma... emergência.

- Mas senhor, a reunião é a respeito das ações da Sparklees que serão vendidas.

- Eu quero te sentir, respirar bem em você - sussurrou distribuindo beijos entre meu pescoço e maxilar suas mãos estão inquietas, ela não consegue decidir se quer me arranhar, apertar ou simplesmente tocar. - quero foder com você, quero te sentir em meus ossos.

Sem tirar as mãos de mim, ela começou a se afastar para olhar em meu rosto bem de pertinho brevemente, depois se aproximou outra vez apenas para morder meu lábio inferior como se ansiasse tirar um pedaço da minha carne.

Eu nunca vi algo assim antes, quando me olha desse jeito, ela me assusta. Acho que comeu meu coração e sinceramente é como uma loba disfarçada, mas não consigo parar de encarar esses olhos malignos cor de safira.

- Sua monstrinha - chamei, ela sorriu e se pôs em pé.

- Senhor, ainda está aí? Os acionistas estão iniciando a-...

- Diga para todos irem se foder - falei soltando o telefone no chão sem conferir se a chamada foi encerrada.

Sem deixar de olhar em meus olhos, Amber com devoção deslizou as mãos sobre meus ombros até chegar na minha nuca, onde mais uma vez afundou os dedos em meus cabelos trazendo meu rosto de encontro com seus seios volumosos.

Deixei um beijo molhado, ao mesmo tempo que sinto seu toque migrar para meu queixo, ela dedilha minha pele com seus dedos, cada toque é tão suave que faz parecer com que eu seja frágil.

- Acho que... Talvez eu goste de você, Brandon!

- Pessoas como nós não perdem tempo com determinados sentimentos, querida - respondi segurando firme na sua cintura para ficar de pé em sua frente. - É mais sobre o que queremos e que temos a oferecer.

- Quero seu amor e tenho muito para te oferecer - rebateu encostando nossos peitos, então curvou-se um pouco deixando nossos lábios perto demais. - já sei o que vai responder então prefiro que não responda nada - disse encostando sua boca na minha, para continuar a falar dessa maneira que me deixa louco para beijá-la. - apenas peço para que encoste sua cabeça em meu ombro, amor. Então sussurre no meu ouvido, coisas que eu gostaria de ouvir você falar.

- Eu te amo, Amber! Agora me deixe te por quatro, enquanto você faz o que quiser de mim.

- Você não deveria brincar com meu coração desse jeito.

- Vou dizer que te amo mais vezes - provoquei levando um tapa em resposta, gemi em resposta. - Eu amo você, gostosa do caralho!

Minhas mãos estão traçando um percurso entre sua cintura e nádegas, sei que ela pode sentir minha ereção próxima a suas partes íntimas.

- Você me mastiga e depois cospe - comentou assistindo minha angústia, me sinto refém da minha própria calça. Ela leva as pontas dos dedos até o cós da minha calça. - Vai estourar meu coração de chiclete.

A leveza dá lugar à pressa que ela usou para desabotoar o cinto, mas não faz nada além de retirar a peça por completo. Ela desliza as mãos sobre meus braços com carinho depois volta me arranhando, posso sentir sua respiração pesada, estou desejando sua pele insanamente. Sua provocação me deixa inquieto e meu pênis latejante.

- Você me fascina, Amber!

- Então, por que continuo com tantas roupas? Sei que você quer me tocar, também quero que você me sinta.

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