A Mulher Que Descobriu a Outra Família do Marido

A Mulher Que Descobriu a Outra Família do Marido

Linda

5.0
Comentário(s)
582
Leituras
11
Capítulo

O meu filho, Lucas, estava com febre muito alta, quase 40 graus, deitado na cama do hospital. Liguei para o meu marido, Pedro, mas ele desligou a chamada, enviando uma mensagem: "Estou ocupado. A Sofia está em apuros." Sofia, a irmã dele por adoção, parecia ser sempre a sua prioridade, enquanto o nosso filho, o seu próprio sangue, jazia doente. Pouco depois, a minha sogra, Dona Elvira, telefonou, não para perguntar pelo Lucas, mas para me repreender por não ter mandado o Pedro para junto da Sofia, que teve uma crise alérgica grave. Ela disse que a febre do Lucas era "normal em crianças" e que a Sofia podia morrer; que eu, como mãe, devia saber cuidar do meu filho "sozinha", chamando-me "dependente". Vi uma foto no Instagram: Pedro ao lado da Sofia, no hospital, a descascar uma maçã para ela, com a legenda "O melhor irmão do mundo, sempre a cuidar de mim. ❤️". Anos a justificar esta "ligação especial", a dizer que era ciúme, até que a ficha caiu: quando é que o meu filho se tornou menos importante que os sentimentos desta "irmã"? Fartei-me de lutar por um lugar na vida do meu próprio marido e de ver o meu filho sempre em segundo plano. O Pedro, no meio da noite, finalmente ligou para mim, irritado, dizendo que era "só um pouco de febre". Foi a última gota. "Pedro," disse eu, com a voz firme, "quero o divórcio." Mal sabia eu que esta seria apenas a primeira batalha de uma guerra para desmascarar a verdade por trás desta "irmandade" e lutar pela sanidade da minha própria família.

A Mulher Que Descobriu a Outra Família do Marido Introdução

O meu filho, Lucas, estava com febre muito alta, quase 40 graus, deitado na cama do hospital.

Liguei para o meu marido, Pedro, mas ele desligou a chamada, enviando uma mensagem: "Estou ocupado. A Sofia está em apuros."

Sofia, a irmã dele por adoção, parecia ser sempre a sua prioridade, enquanto o nosso filho, o seu próprio sangue, jazia doente.

Pouco depois, a minha sogra, Dona Elvira, telefonou, não para perguntar pelo Lucas, mas para me repreender por não ter mandado o Pedro para junto da Sofia, que teve uma crise alérgica grave.

Ela disse que a febre do Lucas era "normal em crianças" e que a Sofia podia morrer; que eu, como mãe, devia saber cuidar do meu filho "sozinha", chamando-me "dependente".

Vi uma foto no Instagram: Pedro ao lado da Sofia, no hospital, a descascar uma maçã para ela, com a legenda "O melhor irmão do mundo, sempre a cuidar de mim. ❤️".

Anos a justificar esta "ligação especial", a dizer que era ciúme, até que a ficha caiu: quando é que o meu filho se tornou menos importante que os sentimentos desta "irmã"?

Fartei-me de lutar por um lugar na vida do meu próprio marido e de ver o meu filho sempre em segundo plano.

O Pedro, no meio da noite, finalmente ligou para mim, irritado, dizendo que era "só um pouco de febre".

Foi a última gota.

"Pedro," disse eu, com a voz firme, "quero o divórcio."

Mal sabia eu que esta seria apenas a primeira batalha de uma guerra para desmascarar a verdade por trás desta "irmandade" e lutar pela sanidade da minha própria família.

Continuar lendo

Outros livros de Linda

Ver Mais
Mãe Guerreira: A Luta Por Leo

Mãe Guerreira: A Luta Por Leo

Moderno

5.0

O meu filho, Leo, completou três anos hoje. Preparei o seu bolo preferido, mas ele não o quis. Em vez disso, apontou para a televisão e perguntou com aquela voz inocente: "Mãe, porque é que o pai não vem para o meu aniversário?" Na tela, o meu marido Miguel, o "Jogador Mais Valioso", sorria, cercado pela sua agente Sofia, que o olhava com admiração. Liguei-lhe, esperando uma palavra, um mínimo de atenção. Mas a sua voz transbordava impaciência: "Estou ocupado. O que se passa? Não posso sair a meio da cerimónia de prémios!" Ele desligou, sem me dar tempo de responder, enquanto a Sofia o apressava no fundo. Minutos depois, a mensagem da minha sogra chegou: "Ana, o que se passa com o Miguel? A Sofia disse que o perturbaste antes do discurso dele!" "Sensata?" perguntei-me, a tremer. Há três anos que eu sou a esposa 'sensata', a 'compreensiva', que desistiu de tudo pela sua carreira e família. Mas o que recebi em troca foi apenas indiferença e acusações. Miguel, preso na sua bolha de fama e ego, esqueceu-se que tinha uma família à espera. "O pai está sempre ocupado," murmurou o Leo, os seus olhos cheios de desilusão. "Mais importante do que eu?" ele perguntou, as lágrimas a inundarem o seu rosto inocente. Naquele instante, o meu coração partiu-se em mil pedaços, mas uma decisão tomou forma. Ele precisava de um pai presente, não de um herói na televisão. Peguei no telemóvel e enviei a mensagem que mudaria as nossas vidas. "Miguel, vamos divorciar-nos." Ele riu, furioso: "Estás louca? O Leo precisa de um pai!" Sim, mas de um pai que se lembre do seu aniversário. E eu, Ana, estava de volta. Estava pronta para lutar por nós.

Capoeira: A Dança da Alma e do Punho

Capoeira: A Dança da Alma e do Punho

Moderno

5.0

Eu era João, um capoeirista dedicado, mas talvez ingénuo demais. Meu mundo girava em torno da capoeira e de Sofia, a mulher que eu pensava amar e que me apoiava. Treinei arduamente, sonhando com a apresentação regional, convicto de que era a minha vez. Então, o golpe veio, duplo e brutal. Mestre Antunes preteriu-me por Ricardo, o "prodígio" com "conexões". E no mesmo fôlego, Sofia, com uma frieza cortante, revelou o verdadeiro jogo. Nosso namoro? Apenas um arranjo, uma moeda de troca para benefícios familiares. Cada ano de esforço, cada grama de dedicação, diluiu-se numa mentira. O pai dela, calculista; ela, fria e estratégica. As lembranças de Sofia e Ricardo a rirem juntos, dos elogios a ele por movimentos que eu já dominava, assaltaram-me. Uma teia de engano e favoritismo revelou-se, e fui a sua presa. Senti-me invisível, descartável, como se meus anos dedicados fossem nada. A traição rasgou-me, duplamente: no profissional e no amoroso. Desejei que lágrimas surgissem, mas engoli-as com força, não à frente dela. A academia, antes refúgio, tornou-se um tribunal que me condenava. Como pude não ver? Como pude ser tão subestimado por quem eu mais confiava? "Esforço é bom, João, mas às vezes não é o suficiente." A voz de Sofia cortava-me. Um riso amargo ecoou. A raiva fria substituiu a dor, a determinação a insegurança. "Acabou, Sofia. Eu não preciso de ti." Deixei para trás a cidade, fotos, medalhas, o berimbau. No terminal rodoviário, um folheto amassado: "Academia Raízes da Terra - Mestra Clara". Uma nova direção num "Horizonte Belo". Minha jornada de autodescoberta e vingança apenas começou.

Você deve gostar

Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

PageProfit Studio
4.9

"Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele." Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis. Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas. Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda. Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito. Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona: ☽ Aquela noite não foi um acidente; ☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro; ☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la. Pena que ela estava cansada de ser controlada. *** O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa. "Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha." Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você." "Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora."

Capítulo
Ler agora
Baixar livro
A Mulher Que Descobriu a Outra Família do Marido A Mulher Que Descobriu a Outra Família do Marido Linda Moderno
“O meu filho, Lucas, estava com febre muito alta, quase 40 graus, deitado na cama do hospital. Liguei para o meu marido, Pedro, mas ele desligou a chamada, enviando uma mensagem: "Estou ocupado. A Sofia está em apuros." Sofia, a irmã dele por adoção, parecia ser sempre a sua prioridade, enquanto o nosso filho, o seu próprio sangue, jazia doente. Pouco depois, a minha sogra, Dona Elvira, telefonou, não para perguntar pelo Lucas, mas para me repreender por não ter mandado o Pedro para junto da Sofia, que teve uma crise alérgica grave. Ela disse que a febre do Lucas era "normal em crianças" e que a Sofia podia morrer; que eu, como mãe, devia saber cuidar do meu filho "sozinha", chamando-me "dependente". Vi uma foto no Instagram: Pedro ao lado da Sofia, no hospital, a descascar uma maçã para ela, com a legenda "O melhor irmão do mundo, sempre a cuidar de mim. ❤️". Anos a justificar esta "ligação especial", a dizer que era ciúme, até que a ficha caiu: quando é que o meu filho se tornou menos importante que os sentimentos desta "irmã"? Fartei-me de lutar por um lugar na vida do meu próprio marido e de ver o meu filho sempre em segundo plano. O Pedro, no meio da noite, finalmente ligou para mim, irritado, dizendo que era "só um pouco de febre". Foi a última gota. "Pedro," disse eu, com a voz firme, "quero o divórcio." Mal sabia eu que esta seria apenas a primeira batalha de uma guerra para desmascarar a verdade por trás desta "irmandade" e lutar pela sanidade da minha própria família.”
1

Introdução

27/06/2025

2

Capítulo 1

27/06/2025

3

Capítulo 2

27/06/2025

4

Capítulo 3

27/06/2025

5

Capítulo 4

27/06/2025

6

Capítulo 5

27/06/2025

7

Capítulo 6

27/06/2025

8

Capítulo 7

27/06/2025

9

Capítulo 8

27/06/2025

10

Capítulo 9

27/06/2025

11

Capítulo 10

27/06/2025