A Sertaneja Que Calou a Elite

A Sertaneja Que Calou a Elite

Sue Stigler

5.0
Comentário(s)
135
Leituras
9
Capítulo

A liberdade da dança era tudo para mim naquele caloroso São João. Mas uma bebida envenenada transformou meu sonho em pesadelo. Drogada e desorientada, agarrei-me ao homem errado, o arrogante e frio Rafael, buscando salvação. Em vez disso, recebi seu desprezo. Pouco depois, fui arrancada do meu sertão, jogada em um mundo de luxo que não me pertencia: a mansão da minha família biológica em São Paulo. Ali, minha "irmã" Isabella e minha "tia" Clara me aguardavam, prontas para me destruir. Fui rotulada de "sertaneja vulgar", humilhada publicamente e acusada de tentar seduzir Rafael. Meu noivado foi desfeito, minha reputação manchada. Estava sozinha, cercada de inimigos. Como sobreviver em uma jaula de ouro que me sufocava, onde cada passo era vigiado? Minha única fuga era um fórum online, onde, como "Flor de Mandacaru", encontrei um refúgio intelectual. Lá, minha alma se conectou com "ObservadorUrbano", um homem cuja mente me fascinava, mas escondia um segredo devastador... Nosso encontro foi um choque: ele era o mesmo Rafael que me desprezava! Mas não me curvaria. Minha dança apaixonada, minha inteligência afiada e a verdade seriam minhas armas. Lutarei não só pela minha reputação, mas para desmascarar as mentiras e, talvez, transformar o desprezo de um homem em algo mais profundo. Será que uma flor do sertão pode florescer na mais inóspita das terras?

A Sertaneja Que Calou a Elite Introdução

A liberdade da dança era tudo para mim naquele caloroso São João.

Mas uma bebida envenenada transformou meu sonho em pesadelo.

Drogada e desorientada, agarrei-me ao homem errado, o arrogante e frio Rafael, buscando salvação.

Em vez disso, recebi seu desprezo.

Pouco depois, fui arrancada do meu sertão, jogada em um mundo de luxo que não me pertencia: a mansão da minha família biológica em São Paulo.

Ali, minha "irmã" Isabella e minha "tia" Clara me aguardavam, prontas para me destruir.

Fui rotulada de "sertaneja vulgar", humilhada publicamente e acusada de tentar seduzir Rafael.

Meu noivado foi desfeito, minha reputação manchada.

Estava sozinha, cercada de inimigos.

Como sobreviver em uma jaula de ouro que me sufocava, onde cada passo era vigiado?

Minha única fuga era um fórum online, onde, como "Flor de Mandacaru", encontrei um refúgio intelectual.

Lá, minha alma se conectou com "ObservadorUrbano", um homem cuja mente me fascinava, mas escondia um segredo devastador...

Nosso encontro foi um choque: ele era o mesmo Rafael que me desprezava!

Mas não me curvaria.

Minha dança apaixonada, minha inteligência afiada e a verdade seriam minhas armas.

Lutarei não só pela minha reputação, mas para desmascarar as mentiras e, talvez, transformar o desprezo de um homem em algo mais profundo.

Será que uma flor do sertão pode florescer na mais inóspita das terras?

Continuar lendo

Outros livros de Sue Stigler

Ver Mais
Traída, Vingada, Amada Novamente

Traída, Vingada, Amada Novamente

Moderno

5.0

Minha tela ficou preta, e a voz fria de Pedro Almeida ecoou pelo escritório: "Luna Silva, você está demitida." Em choque, gaguejei: "O quê? Por quê?". Ele me acusava de falhar no projeto Vanguarda e, pior, de tentar sabotar Sofia, minha colega. Sofia, de choramingos infantis a sorrisos maliciosos, a cada palavra, me apunhalava. João, meu colega de baia e suposto amigo, desviou o olhar quando lhe pedi que falasse a verdade, esmagando o último resquício de apoio. Fui escoltada para fora como uma criminosa, humilhada sob a chuva. A dor da traição era física, uma pontada aguda no peito. Senti-me vazia, destruída, todo meu esforço em vão. A ingenuidade que eu carregava morreu naquela tarde chuvosa. Voltei ao escritório para pegar minhas coisas, apenas para encontrar Pedro, Sofia e João brindando e zombando da minha queda. A satisfação em seus rostos, a celebração da minha ruína, era um soco no estômago. Sofia já estava construindo a narrativa da "amiga leal e solidária", manipulando a todos a seu favor. Depois, veio o incidente do meu design "Íris", uma homenagem à minha mãe. Eles invadiram minha casa, e Pedro, com um sorriso cruel, ordenou que João jogasse o disco rígido na lareira. Vi minha criação, a memória da minha mãe, ser destruída em chamas. A traição não foi um ato isolado, mas um veneno lento que me derrubou. Eu não entendia: o que fiz para merecer tal deslealdade? Por que, sendo eu a verdadeira idealizadora e criadora, fui descartada em favor de uma mentira e de manipulações tão sórdidas? Naquele momento, olhando para o fogo, jurei que não seria mais a vítima. Aceitei o casamento arranjado, e ao lado de Gabriel Santos, na nossa festa de casamento, revelei publicamente a verdade, com provas irrefutáveis e o poder da minha família. Eles me subestimaram; agora, enfrentariam as consequências.

O Relógio e a Traição

O Relógio e a Traição

Romance

5.0

Ricardo e Patrícia, parceiros na vida e nos negócios, construíram seu império tijolo por tijolo. Um relógio de luxo no pulso de Leonardo, o estagiário, despedaçou essa ilusão. Não era qualquer relógio; era o símbolo do amor deles, da empresa, do futuro que sonharam. Patrícia, com um sorriso displicente, disse que o havia dado como um "presente" por ele ser "valioso", ignorando a fúria em seus olhos. A cena dela rindo com Leonardo, enquanto exibia o relógio no escritório, era uma facada. Mas o golpe final veio quando Ricardo a confrontou e ela, revirando os olhos, minimizou: "É só um relógio. Posso comprar outro pra você." Sua voz baixa, carregada de fúria contida, a acusou: "Você deu o símbolo do nosso compromisso, da nossa empresa, para um estagiário que você favorece descaradamente?" Ela respondeu com irritação, cruzando os braços: "Não tenho tempo para o seu ciúme! Temos uma empresa para administrar!" A dor cortante de vê-la defender o garoto, o homem que ele via como ameaça, em detrimento do que eles construíram, foi insuportável. Ele não entendia como ela podia desprezar o que ele tanto valorizava. Ainda mais quando o relógio idêntico que ele usava era a prova do compromisso mútuo de um dia. Mas a dor se transformou em uma frieza cortante, uma certeza sombria. Se o tempo deles não significava mais nada para ela, então os sonhos que eles construíram juntos também não precisavam significar. Naquela noite, a promessa dela de que "não aconteceria de novo" soou vazia. Ricardo sabia que não seria mais a vítima. Ele tomaria o controle. Ele não a amava mais. Ele não sentia mais nada além de um cansaço profundo. Ele queria o divórcio.

A Mentira no Coração do Hospital

A Mentira no Coração do Hospital

Moderno

5.0

Quando abri os olhos, o teto branco do hospital foi a primeira coisa que vi. O meu marido, Pedro, estava ao lado da cama, descascando uma maçã. A sua voz era suave, mas distante, ao anunciar: "Ele não sobreviveu." O nosso filho, que eu carreguei por oito meses, estava morto. A dor no meu peito era insuportável, mas o choque maior veio com a sua justificação. Ele escolhera salvar o filho da ex-namorada, Eva, na sala ao lado. "Porque é que não o salvaste?", as minhas palavras saíram como um sussurro quebrado. Ele, médico, deixara o nosso filho morrer para proteger a carreira e a "escolha profissional". Pedi o divórcio, mas ele e a minha sogra, Helena, chamaram-me "histérica" e "ingrata". A mãe dele exultava com o "neto" – o bebé de Eva – enquanto o meu filho não tinha sequer um nome. Pedro tentou comprar o meu silêncio com migalhas, com a sua arrogância a transbordar. Sentia-me traída, descartada, com a vida que eu conhecia desfeita em pedaços. Por que raios alguém faria algo assim, e ainda tentaria reescrever a história? Existia alguma falha comigo? Alguma parte de mim era digna de tal desprezo? A verdade era mais sombria do que eu imaginava; os seus próprios registos médicos tinham sido adulterados. O Pedro não só abandonara o nosso filho, como também mentira para justificar a sua monstruosidade. Mas não seria mais a mulher complacente que ele desposara. Com o apoio do meu irmão, Tiago, e da minha amiga jornalista, Sofia, decidi. "Eu já me arrependo", disse-lhe, "Arrependo-me do dia em que te conheci." Desconectei-me daquele hospital e decidi que, se a verdade não servia para eles, serviria para mim. E esta verdade viria à tona, custe o que custar.

Você deve gostar

Dei um Tapa no Meu Noivo e Casei com o Bilionário Inimigo Dele

Dei um Tapa no Meu Noivo e Casei com o Bilionário Inimigo Dele

PageProfit Studio
5.0

Ser a segunda melhor é algo que parece estar no meu DNA. Minha irmã sempre foi a que recebeu o amor, a atenção, o destaque. E agora, até mesmo o maldito noivo dela. Tecnicamente, Rhys Granger era meu noivo agora - bilionário, incrivelmente atraente, e uma verdadeira fantasia de Wall Street. Meus pais me empurraram para esse noivado depois que a Catherine desapareceu, e honestamente? Eu não me importava. Eu tinha uma queda pelo Rhys há anos. Essa era minha chance, certo? Minha vez de ser a escolhida? Errado. Numa noite, ele me deu um tapa. Por causa de uma caneca. Uma caneca lascada, feia, que minha irmã deu para ele anos atrás. Foi aí que percebi - ele não me amava. Ele nem sequer me enxergava. Eu era apenas uma substituta de carne e osso para a mulher que ele realmente queria. E, aparentemente, eu não valia nem mesmo uma caneca glorificada. Então, eu reagi com um tapa de volta, terminei tudo com ele e me preparei para o desastre - meus pais enlouquecendo, Rhys tendo um chilique bilionário, e a família dele planejando minha "desaparição" súbita. Obviamente, eu precisava de álcool. Muito álcool. E foi aí que ele apareceu. Alto, perigoso, indecentemente bonito. O tipo de homem que te faz querer pecar só pela presença. Eu o tinha encontrado apenas uma vez antes, e naquela noite, por acaso, ele estava no mesmo bar que meu eu bêbado e cheio de autocomiseração. Então fiz a única coisa lógica: o arrastei para um quarto de hotel e arranquei suas roupas. Foi imprudente. Foi estúpido. Foi completamente desaconselhável. Mas também foi: O melhor sexo da minha vida. E, como se descobriu, a melhor decisão que eu já tomei. Porque meu caso de uma noite não é apenas um cara qualquer. Ele é mais rico que Rhys, mais poderoso que toda a minha família, e definitivamente mais perigoso do que eu deveria estar "brincando". E agora, ele não vai me deixar ir embora.

Capítulo
Ler agora
Baixar livro
A Sertaneja Que Calou a Elite A Sertaneja Que Calou a Elite Sue Stigler Romance
“A liberdade da dança era tudo para mim naquele caloroso São João. Mas uma bebida envenenada transformou meu sonho em pesadelo. Drogada e desorientada, agarrei-me ao homem errado, o arrogante e frio Rafael, buscando salvação. Em vez disso, recebi seu desprezo. Pouco depois, fui arrancada do meu sertão, jogada em um mundo de luxo que não me pertencia: a mansão da minha família biológica em São Paulo. Ali, minha "irmã" Isabella e minha "tia" Clara me aguardavam, prontas para me destruir. Fui rotulada de "sertaneja vulgar", humilhada publicamente e acusada de tentar seduzir Rafael. Meu noivado foi desfeito, minha reputação manchada. Estava sozinha, cercada de inimigos. Como sobreviver em uma jaula de ouro que me sufocava, onde cada passo era vigiado? Minha única fuga era um fórum online, onde, como "Flor de Mandacaru", encontrei um refúgio intelectual. Lá, minha alma se conectou com "ObservadorUrbano", um homem cuja mente me fascinava, mas escondia um segredo devastador... Nosso encontro foi um choque: ele era o mesmo Rafael que me desprezava! Mas não me curvaria. Minha dança apaixonada, minha inteligência afiada e a verdade seriam minhas armas. Lutarei não só pela minha reputação, mas para desmascarar as mentiras e, talvez, transformar o desprezo de um homem em algo mais profundo. Será que uma flor do sertão pode florescer na mais inóspita das terras?”
1

Introdução

30/06/2025

2

Capítulo 1

30/06/2025

3

Capítulo 2

30/06/2025

4

Capítulo 3

30/06/2025

5

Capítulo 4

30/06/2025

6

Capítulo 5

30/06/2025

7

Capítulo 6

30/06/2025

8

Capítulo 7

30/06/2025

9

Capítulo 8

30/06/2025