Prisão do Porão Cruel

Prisão do Porão Cruel

Yara

5.0
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337
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11
Capítulo

Trancada no porão imundo da minha própria casa, a dor latejante nos tendões cortados era meu lembrete cruel de que eu ainda estava viva. Meu marido, Mateus, o homem que um dia jurou me amar e proteger, havia ordenado minha mutilação. Dias se arrastavam em uma escuridão úmida, minha antes luxuosa vida como senhora da casa, esposa do empresário mais bem-sucedido da cidade, reduzida a sobras jogadas como para um cão. Então ela apareceu, Larissa, a mulher por quem Mateus me trocou, desfilando com meu vestido e o anel que deveria ser meu. Ela sorria vitoriosa, anunciando o noivado e debochando que meu filho, Leo, a chamaria de "mamãe" - tudo enquanto me acusava de tentar matá-la e Mateus, cego, concordava. Minha alma foi dilacerada ao ver meu filho, meu pequeno Leo, me atirar um brinquedo, chamando-me de monstro, as mentiras de Larissa enraizadas em sua mente inocente. Quando Mateus confirmou que acreditava nela, sem sequer olhar para mim, a última partícula de esperança e amor dentro de mim se estilhaçou, me lançando em uma risada vazia e insana. Foi então que uma voz mecânica ecoou em minha mente, anunciando que eu estava em um romance, que minha "missão de amor" falhara e que eu seria extraída em 24 horas. A dor de saber que tudo era uma farsa cruel me afogou, transformando meu sofrimento em um espetáculo sem sentido. No dia da minha "execução", amarrada a uma mesa, Larissa revelou seu plano macabro: meu coração seria transplantado para ela, por ordem de Mateus, que desejava minha morte lenta e dolorosa como "castigo". Mas, em um golpe de sorte ou destino, meu filho Leo apareceu, chocando Mateus e revelando a farsa, culminando em minha "morte" e extração para meu mundo original. De volta à realidade, confrontada com a doença de minha avó e a oportunidade de vingança, uma nova chance de reescrever meu destino naquele mundo de mentiras se abriu.

Introdução

Trancada no porão imundo da minha própria casa, a dor latejante nos tendões cortados era meu lembrete cruel de que eu ainda estava viva.

Meu marido, Mateus, o homem que um dia jurou me amar e proteger, havia ordenado minha mutilação.

Dias se arrastavam em uma escuridão úmida, minha antes luxuosa vida como senhora da casa, esposa do empresário mais bem-sucedido da cidade, reduzida a sobras jogadas como para um cão.

Então ela apareceu, Larissa, a mulher por quem Mateus me trocou, desfilando com meu vestido e o anel que deveria ser meu.

Ela sorria vitoriosa, anunciando o noivado e debochando que meu filho, Leo, a chamaria de "mamãe" - tudo enquanto me acusava de tentar matá-la e Mateus, cego, concordava.

Minha alma foi dilacerada ao ver meu filho, meu pequeno Leo, me atirar um brinquedo, chamando-me de monstro, as mentiras de Larissa enraizadas em sua mente inocente.

Quando Mateus confirmou que acreditava nela, sem sequer olhar para mim, a última partícula de esperança e amor dentro de mim se estilhaçou, me lançando em uma risada vazia e insana.

Foi então que uma voz mecânica ecoou em minha mente, anunciando que eu estava em um romance, que minha "missão de amor" falhara e que eu seria extraída em 24 horas.

A dor de saber que tudo era uma farsa cruel me afogou, transformando meu sofrimento em um espetáculo sem sentido.

No dia da minha "execução", amarrada a uma mesa, Larissa revelou seu plano macabro: meu coração seria transplantado para ela, por ordem de Mateus, que desejava minha morte lenta e dolorosa como "castigo".

Mas, em um golpe de sorte ou destino, meu filho Leo apareceu, chocando Mateus e revelando a farsa, culminando em minha "morte" e extração para meu mundo original.

De volta à realidade, confrontada com a doença de minha avó e a oportunidade de vingança, uma nova chance de reescrever meu destino naquele mundo de mentiras se abriu.

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