TOPO
/0/15970/coverbig.jpg?v=d3878db44b7aba5e83fdb4986ce8addc&imageMogr2/format/webp)
O cheiro a desinfetante ainda estava nas minhas narinas. Minha irmã Ana tinha acabado de sair de uma cirurgia de emergência no hospital. Meu marido, Diogo, estava ali, ao meu lado, no hospital. Mas os seus olhos estavam colados no telemóvel. "A Eva ligou," ele disse, as palavras penduradas no ar como veneno. "O pai dela morreu. E-eu tenho que ir a Lisboa. Ela precisa de mim." Eva. A ex-namorada que ele nunca esqueceu. "E quanto a nós?" minha voz tremeu, enquanto eu jazia, convalescendo. "E quanto à sua mulher e à sua cunhada recém-operada?" A resposta foi um olhar irritado e um adeus apressado. Ele voou para Lisboa para cuidar dela, para ser o seu "amor" no Instagram. A esposa dele, a mulher que o amava, que estava ali, no quarto estéril de um hospital, não merecia nem uma chamada. Ele nem sequer me queria em casa. Queria-me fora, a cuidar de Ana. Pergunto-me, ele realmente não entende? Ou eu finalmente entendi? Olhei para os documentos do divórcio. Quando ele voltasse, não encontraria uma esposa. Encontraria papéis prontos para serem assinados.
O cheiro a desinfetante ainda estava nas minhas narinas.
Minha irmã Ana tinha acabado de sair de uma cirurgia de emergência no hospital.
Meu marido, Diogo, estava ali, ao meu lado, no hospital. Mas os seus olhos estavam colados no telemóvel.
"A Eva ligou," ele disse, as palavras penduradas no ar como veneno.
"O pai dela morreu. E-eu tenho que ir a Lisboa. Ela precisa de mim."
Eva. A ex-namorada que ele nunca esqueceu.
"E quanto a nós?" minha voz tremeu, enquanto eu jazia, convalescendo.
"E quanto à sua mulher e à sua cunhada recém-operada?"
A resposta foi um olhar irritado e um adeus apressado.
Ele voou para Lisboa para cuidar dela, para ser o seu "amor" no Instagram.
A esposa dele, a mulher que o amava, que estava ali, no quarto estéril de um hospital, não merecia nem uma chamada.
Ele nem sequer me queria em casa. Queria-me fora, a cuidar de Ana.
Pergunto-me, ele realmente não entende?
Ou eu finalmente entendi?
Olhei para os documentos do divórcio. Quando ele voltasse, não encontraria uma esposa. Encontraria papéis prontos para serem assinados.
/0/16287/coverorgin.jpg?v=cfc796dfcabfceb4dbed04836243ab99&imageMogr2/format/webp)
Fantasia
A notícia do casamento arranjado do filho do magnata imobiliário, Sr. Eduardo Silva, com uma das jovens Mendes chegou como um trovão, com minha mãe, Dona Beatriz, exaltando Laura como a escolhida. Ouvi tudo do meu canto, um calafrio percorrendo minha espinha, pois eu já tinha vivido aquele dia, uma vida passada que me levou à morte num rio gelado durante meu próprio casamento forçado. Minha mãe decidiu que a "sorte" escolheria, e, convenientemente, Laura tirou o "Cartão da Fortuna", radiante. Mas, a euforia passou, minha mãe me puxou e sussurrou desesperada: "Sofia, minha filha... Você precisa fazer isso. Você precisa ir no lugar da Laura." Ela implorou, dizendo Laura ser fraca e delicada, e que eu, a forte, deveria fazer aquele pequeno sacrifício pela minha prima. Ela prometeu que meu pai, o Dr. Ricardo, me traria de volta quando resolvesse seus casos, uma promessa que na vida passada nunca se cumpriu. A ironia era cortante. Ela me queria forte para o sacrifício, mas nunca para me proteger. A mulher que me enviou para a morte sem hesitar agora pedia novamente. Mas eu voltei. Abri os olhos e estava aqui, de volta ao início de tudo. Desta vez, eu não seria a ovelha levada para o abate. Com um sorriso forçado e a voz mais dócil, respondi: "Tudo bem, mamãe. Eu vou." Desta vez, o sacrifício seria deles.
/0/16243/coverorgin.jpg?v=ae5e044b846f2b4a13aea00ec1a63320&imageMogr2/format/webp)
Romance
Estava grávida de sete meses, plena de felicidade na festa da minha sogra em Lisboa. Meu marido Miguel, no centro das atenções, com a irmã Sofia sempre agarrada a ele. As indiretas de Helena, minha sogra, já eram rotina. De repente, fumo e gritos: "Fogo!" O pânico irrompeu. Miguel correu na minha direção, mas parou. A voz forçada de Sofia veio do andar de cima: "Miguel! Ajuda-me! Estou presa!" Mesmo com o meu apelo desesperado, "Miguel! Estou aqui, grávida!", ele fez a sua escolha brutal. "A Sofia tem asma. Ela não sobrevive," ele disse, abandonando-me no incêndio para a salvar. Acordei no hospital, barriga vazia. O bebé partiu. Miguel fingiu preocupação, depois celebrou: "Sofia está bem, coitada." Helena e Sofia vieram, não para consolar, mas para me taxar de "egoísta" por querer o divórcio. Exigiam que aceitasse a escolha dele, ignorando a vida do meu filho. Como pude ser abandonada e culpada pela morte do meu filho? A vida do nosso bebé valia menos que a "fragilidade" encenada de Sofia? Por que ela o chamou, se havia uma saída livre? A dor transformou-se em fúria gelada: isto não foi um acidente. Um bombeiro revelou: Sofia não estava presa, podia ter saído por uma escada sem fumo. A "fragilidade" era uma arma cruel de manipulação. No tablet de Miguel, encontrei provas: um "pacto" traiçoeiro. Contactei a advogada. O meu coração gelou. A guerra tinha acabado de começar.
/0/16216/coverorgin.jpg?v=b2d9ca6e62911047346350f84757ba43&imageMogr2/format/webp)
Horror
A dor fantasma no meu útero me acordou, trazendo à tona o horror de um passado que parecia ter me abandonado. Minha barriga estava lisa, vazia, mas a imagem do meu filho, azul e sem vida, e o cheiro de sangue inundando o quarto ressurgiram com força devastadora. Ali, no limiar da minha morte, estava Clara, minha amada irmã adotiva, com um sorriso vitorioso e palavras que ecoavam: "Como posso deixar uma bastarda me dominar? A culpa é dela e daquele bastardo por estarem no meu caminho!" Eu havia sido traída, humilhada e vista perecer pelas mãos das pessoas em quem mais confiava: Clara e Lucas, o Quarto Príncipe, meu marido. Mas, de repente, abri os olhos. O sol da manhã entrava pela janela do meu quarto na mansão, e uma criada sorridente anunciou: "Senhora, está grávida." As mesmas palavras que marcaram o início do meu fim, agora o começo da minha segunda chance. Eu renasci. Desta vez, não haveria ingenuidade, apenas uma frieza calculista. O jogo tinha recomeçado e, agora, eu controlaria cada movimento.
/0/15991/coverorgin.jpg?v=20260106202559&imageMogr2/format/webp)
Romance
Eu sempre acreditei que era amaldiçoada. Perdi meus pais em um acidente, sendo criada por parentes que me viam como um fardo. Minha única luz era Sofia, minha melhor amiga, minha irmã de alma. Até que a maldição a encontrou também. Sua morte trágica em um acidente de carro me despedaçou. No dia do funeral, na casa dela, Ricardo, o namorado de Sofia, me encontrou vulnerável. Ele me estuprou. Ali, naquele lugar de luto, ele roubou minha dignidade. A polícia chegou, alertada por um vizinho. Ricardo e seus pais, Helena e Afonso, poderosos e influentes, me pressionaram. Com a acusação pairando no ar, e o peso da influência deles me esmagando, eu fiz o impensável. Olhei para o policial e disse: "Não aconteceu nada. Eu tive um pesadelo." Eu o encobri, protegi meu estuprador. Naquele momento, algo em mim morreu, e algo mais frio e escuro nasceu. A maldição não me seguiria mais. A partir daquele dia, eu seria a maldição.
/0/15617/coverorgin.jpg?v=285de59e4989611e8648fb9d19c05f68&imageMogr2/format/webp)
Romance
Eu era Duda, costureira da favela, com sonhos bordados em croquis de moda, e ele era Pedro, meu grafiteiro, a promessa de um amor selvagem que valia tudo. Larguei minha casa, a máquina de costura e o futuro por ele, trocando a segurança pela paixão nas vielas do Rio. Mas o cheiro de tinta fresca deu lugar ao perfume caro, e o som do funk ao burburinho presunçoso de uma cobertura na Zona Sul, onde Pedro, em seu terno de linho, revelou a cruel verdade: eu não era um amor, era uma aposta de cinquenta mil. "Ingênua como o diabo", ele sussurrou, a risada debochada ecoando com o escárnio dos seus amigos ricos, enquanto a chave do carro de luxo brilhava, cegando-me para a humilhação. Eu o encarei, procurando o homem que amei, e só encontrei um vazio frio, a diversão cruel de quem vê um inseto se debater antes de esmagá-lo. Quando ele tentou me arrastar para fora dali, a dor do corte no meu ombro, do nosso "ninho de amor", acordou-me para a fúria. Com a tesoura de costura, a única coisa pontiaguda que eu carregava, cravei-a em sua mão, marcando-o com o sangue que selaria nosso destino: não mais amantes, mas inimigos jurados. "Você é mais selvagem do que eu pensava", ele disse, jogando as notas do táxi aos meus pés, e se virou, me deixando ali, desabada no chão de mármore frio, com o coração em frangalhos. Joga fora como lixo? Sem teto, sem dinheiro, sem esperança, apenas a dor lancinante da traição, a ironia me colocou em um canteiro de obras, construindo prédios de luxo para a construtora da família dele, sobre os escombros da minha própria vida. Meses depois, como um bicho exótico e sujo, ele e seus amigos me viram, e Pedro, em seu carro de luxo, com um sorriso de escárnio, me ofereceu uma nova aposta: uma corrida de carros, onde meu único prêmio seria escapar daquele inferno. Disse que se eu perdesse, faria o que ele mandasse, qualquer coisa, e olhando para a minha vida miserável, eu aceitei, porque não tinha nada a perder. No asfalto da estrada deserta, com as lágrimas misturadas ao suor, a voz dele ecoou no fone, "Duda, freia!", mas eu pisei fundo, o ódio me incendiando, em direção ao penhasco, consciente de que, talvez, eu voaria sozinha. Pois o destino perverso não o levou, e a busca obcecada dele, a culpa doentia, se tornou uma lenda melancólica, o tormento de um fantasma que ele mesmo criou. Através de um convite de noivado, ele descobriu que eu sobrevivi e, invadindo minha festa como um espectro, gritou para todos: "EU PROCUREI POR VOCÊ POR CINCO ANOS!", sem saber que cada cirurgia, cada sessão de fisioterapia, cada passo da minha reconstrução, foi alimentado pelo ódio e pela sede de vingança. Pedro esperou na porta do meu prédio, mas eu não cedi, minha alma congelada pela memória daquela aposta, e um plano cruel começou a tomar forma. "Você quer o meu perdão, Pedro?", eu perguntei, fria, saboreando cada sílaba, e decretei: "Termine seu noivado. Enfrente sua família. Desista de tudo por mim, e talvez, só talvez, eu considere te perdoar." Ele aceitou, sem hesitar. Seu pai, furioso, espancou-o brutalmente, mas, mesmo coberto de hematomas e dor, ele ligou para mim, a voz fraca, mas firme: "Eu fiz, Duda. Eu fiz o que você pediu." Na sala de reuniões, Luana e eu, duas mulheres que ele subestimou, o encaramos enquanto ele sussurrava: "Vocês… foi tudo um plano. Você me usou, Duda." "Usei? Sim, eu usei", eu respondi, fria como aço, "mas há uma diferença fundamental entre nós, Pedro. Eu nunca fingi sentir algo que não sentia. Eu te disse exatamente o que eu queria." Seu rosto se desfez, a última centelha de esperança em seus olhos se apagou enquanto eu o deixava para trás, um monumento quebrado à sua própria arrogância. "Você nunca me amou", disse eu, a sentença final, enquanto fechava a porta para o nosso passado. O toque dele em meu vestido de noiva, tão próximo, fez as cicatrizes em minhas costas arderem com a memória do acidente, mas quando ele se ajoelhou e comeu o sanduíche sujo, confessando sua miséria, o ódio em mim se tornou um vazio pacífico. "Nós estamos quites. Acabou", eu disse, fechando a porta para ele, fechando a porta para tudo. Ele enviou uma fortuna e a escritura de um andar inteiro em seu prédio, um presente de casamento que eu recusei, mas quando Bernardo disse para eu ter aceitado, Pedro estava lá, nas sombras da igreja, olhando para mim. Na Bahia, dez anos depois, minha filha me perguntou por que um homem estava olhando para nós na praia, e minhas cicatrizes não doíam mais, mas a figura distante de um homem barbudo, com uma garrafa na mão, me lembrava de um passado que ele não podia mais tocar.
/0/15051/coverorgin.jpg?v=c9127a4ecdbe3bcb9db5fb346f82737b&imageMogr2/format/webp)
Bilionários
Eu era Sofia, uma humilde artesã de cerâmica, e ele, Leo, um homem sem memória que amei incondicionalmente. Vivíamos em nossa bolha de felicidade e simplicidade, ele até tatuou minhas iniciais em sua clavícula. Mas tudo desmoronou quando sua memória voltou. O Leo que eu amava morreu; dele surgiu Ricardo Andrade, um magnata frio e implacável. Ele me ignorava, e sua noiva, Isabella, surgiu para me humilhar sem pudor. O auge veio com a destruição do medalhão da minha avó, a única coisa que me restava. Pior ainda: numa festa, a amiga de Isabella, com um sorriso debochado, esmagou minha mão direita. A mão que me conectava à minha arte, à minha essência, foi brutalmente quebrada. Ricardo, o homem que eu pensei amar, permitiu tudo, assistindo impassível à minha destruição. Como pude ter sido tão ingênua? Por que o amor de mil vidas se transformou na mais cruel das traições? Ele me ofereceu cinco milhões de Reais para "sumir" da vida deles, para proteger sua reputação. Aceitei o dinheiro sujo, engolindo minha ira, prometendo a mim mesma que jamais olharia para trás. Mas o que eles não sabiam é que, das cinzas da humilhação, uma nova Sofia Alves renascerá. E o jogo, para eles, estava apenas começando.
/0/17594/coverorgin.jpg?v=b4d17b2b1aae09510f355fc145376c88&imageMogr2/format/webp)
Ele vivia para si mesmo. Ela, para agradar aos outros. Até que um abandono os uniu de forma inesperada. Simon Salvatore é um homem rico, bem-sucedido e categórico: sua nova governanta precisa ser eficiente, discreta e, principalmente, não se apaixonar por ele. Quando sua mãe contrata Paulina, ele acredita ter encontrado a pessoa certa para o cargo – embora a considere insuportavelmente recatada. Paulina Perez é a definição de "certa": organizada, confiável e sonha com um amor de conto de fadas. Mas seu mundo desaba quando o noivo que ela considerava perfeito, a abandona com a justificativa cruel de que ela "é boa demais para ele". Humilhada e destruída, Paulina se vê diante de uma dolorosa verdade: sua educação puritana e seu medo da intimidade a tornaram incapaz de segurar o homem amado. No fundo do poço emocional ela faz um pedido desesperado: - Simon, por favor, me ensine a ser uma mulher diferente, mais... se-sensual. Agora, o playboy que nunca se comprometeu com ninguém se vê no papel improvável de mentor sentimental. E a jovem rejeitada descobrirá que as lições mais perigosas - e prazerosas - acontecem quando deixamos de seguir as regras e começamos a escutar os desejos do coração. Ensina-me Aprender nunca foi tão prazeroso
/0/18046/coverorgin.jpg?v=a03d004f618263725c40de6990f17d74&imageMogr2/format/webp)
O ex-marido declarou: "A pessoa que eu mais admira é aquela lendária pilota." Ela sorriu de leve. "Odeio te desapontar, mas a pilota que mencionou sou eu." Ele disse: "Está com ciúmes que gastei uma fortuna contratando um renomado designer para desenhar um conjunto de joias para Violet?" Ela soltou uma risada fria. "Engraçado, aquele designer foi meu aprendiz." Ele zombou: "Acha que comprar uma empresa à beira da falência vai te dar chance de me vencer? Melhor deixar essa fantasia de lado." Ela deu de ombros. "Desculpe, acabei de levar sua empresa à falência." Atônito, ele pediu: "Meu amor, volte para mim. Vou te amar para sempre." Ela franziu o nariz. "Que azar! Fique com o seu amor barato." Então, ela segurou o braço de um magnata e foi embora, sem olhar para trás.
/0/16648/coverorgin.jpg?v=715ec1a381e0529d2ab09e91a449ba56&imageMogr2/format/webp)
Ser a segunda melhor é algo que parece estar no meu DNA. Minha irmã sempre foi a que recebeu o amor, a atenção, o destaque. E agora, até mesmo o maldito noivo dela. Tecnicamente, Rhys Granger era meu noivo agora - bilionário, incrivelmente atraente, e uma verdadeira fantasia de Wall Street. Meus pais me empurraram para esse noivado depois que a Catherine desapareceu, e honestamente? Eu não me importava. Eu tinha uma queda pelo Rhys há anos. Essa era minha chance, certo? Minha vez de ser a escolhida? Errado. Numa noite, ele me deu um tapa. Por causa de uma caneca. Uma caneca lascada, feia, que minha irmã deu para ele anos atrás. Foi aí que percebi - ele não me amava. Ele nem sequer me enxergava. Eu era apenas uma substituta de carne e osso para a mulher que ele realmente queria. E, aparentemente, eu não valia nem mesmo uma caneca glorificada. Então, eu reagi com um tapa de volta, terminei tudo com ele e me preparei para o desastre - meus pais enlouquecendo, Rhys tendo um chilique bilionário, e a família dele planejando minha "desaparição" súbita. Obviamente, eu precisava de álcool. Muito álcool. E foi aí que ele apareceu. Alto, perigoso, indecentemente bonito. O tipo de homem que te faz querer pecar só pela presença. Eu o tinha encontrado apenas uma vez antes, e naquela noite, por acaso, ele estava no mesmo bar que meu eu bêbado e cheio de autocomiseração. Então fiz a única coisa lógica: o arrastei para um quarto de hotel e arranquei suas roupas. Foi imprudente. Foi estúpido. Foi completamente desaconselhável. Mas também foi: O melhor sexo da minha vida. E, como se descobriu, a melhor decisão que eu já tomei. Porque meu caso de uma noite não é apenas um cara qualquer. Ele é mais rico que Rhys, mais poderoso que toda a minha família, e definitivamente mais perigoso do que eu deveria estar "brincando". E agora, ele não vai me deixar ir embora.
/0/3670/coverorgin.jpg?v=7fcd0696e7eca76424e0d875b54e1a4e&imageMogr2/format/webp)
Livro 1: Quando a oportunidade de um emprego temporário aparece, a inexperiente Vasti não perde tempo e se candidata. Tudo parece uma maravilha, mas, calma aí... "Amanhã, você usará uma calcinha lilás!" Adônis MacGyver é de tirar o fôlego, mas esse CEO esconde um segredo que vai mudar a vida de Vasti para sempre. Livro 2: Apolo, irmão de Adônis, vive um conflito após ser traído pela esposa, no casamento do irmão mais velho! Agora, ele se vê sozinho com o filho, Ares, de 6 anos e sabe que precisa encontrar uma mãe para a criança. Erin Dixon parece ser a candidata perfeita - exceto pelo pequeno detalhe de que ela tem um ex-marido mais do que problemático. Milo Lancaster, um dos melhores amigos de Adônis, está sendo pressionado pela família para que se case e tenha um filho. Mas ele não quer isso! Um casamento arranjado parece ser uma boa opção! Porém, e se ele quiser mais do que isso quando conhecer Heidi Williams melhor? Livro 3: Gustav não imaginou que ao colocar os olhos em Artemis novamente, após anos, ele se sentiria atraído daquela forma. Porém, ela o rejeitou. Ela tinha outro. Mas será que ela realmente o esqueceu? Ou esse romance ainda tem chances de dar certo? Continuação em "Te quero de volta", a partir do capítulo 172. Vamos conhecer mais sobre Ícaro e Ariel! Sigam-me no insta e vamos interagir! @m_zanakheironofficial
/0/17740/coverorgin.jpg?v=f15326667e328f774eb1c45b24d77f27&imageMogr2/format/webp)
Aviso de conteúdo/sensibilidade: Esta história contém temas maduros e conteúdo explícito destinado a audiências adultas (18+), com elementos como dinâmicas BDSM, conteúdo sexual explícito, relações familiares tóxicas, violência ocasional e linguagem grosseira. Aconselha-se discrição por parte do leitor. Não é um romance leve - é intenso, cru e complicado, explorando o lado mais sombrio do desejo. ***** "Por favor, tire o vestido, Meadow." "Por quê?" "Porque seu ex está olhando", ele disse, recostando-se na cadeira. "E quero que ele perceba o que perdeu." ••••*••••*••••* Meadow Russell deveria se casar com o amor de sua vida em Las Vegas, mas, em vez disso, flagrou sua irmã gêmea com seu noivo. Um drink no bar virou dez, e um erro cometido sob efeito do álcool tornou-se realidade. A oferta de um estranho transformou-se em um contrato que ela assinou com mãos trêmulas e um anel de diamante. Alaric Ashford é o diabo em um terno Tom Ford, símbolo de elegância e poder. Um homem nascido em um império de poder e riqueza, um CEO bilionário, brutal e possessivo. Ele sofria de uma condição neurológica - não conseguia sentir nada, nem objetos, nem dor, nem mesmo o toque humano. Até que Meadow o tocou, e ele sentiu tudo. E agora ele a possuía, no papel e na cama. Ela desejava que ele a arruinasse, tomando o que ninguém mais poderia ter. E ele queria controle, obediência... vingança. Mas o que começou como um acordo lentamente se transformou em algo que Meadow nunca imaginou. Uma obsessão avassaladora, segredos que nunca deveriam vir à tona, uma ferida do passado que ameaçava destruir tudo... Alaric não compartilhava o que era dele. Nem sua empresa. Nem sua esposa. E definitivamente nem sua vingança.
/0/17924/coverorgin.jpg?v=83a4082b885b679488aea95cb0fc3b00&imageMogr2/format/webp)
Durante oito anos, Cecília Moore foi a perfeita Luna, leal e sem marcas. Até o dia em que encontrou seu companheiro Alfa com uma lobisomem jovem e de raça pura na cama dele. Em um mundo regido por linhagens e laços de acasalamento, Cecília sempre foi a forasteira. Mas agora, ela está cansada de jogar pelas regras dos lobos. Ela sorriu ao entregar a Xavier os relatórios financeiros trimestrais - papéis de divórcio presos com um clipe sob a última página. "Você está com raiva?" ele rosnou. "Com raiva o suficiente para cometer um assassinato," ela respondeu, com a voz fria como gelo. Uma guerra silenciosa se forma sob o teto que um dia chamaram de lar. Xavier pensava que ainda detinha todo o poder - mas Cecília já havia dado início à sua rebelião silenciosa. A cada olhar frio e passo calculado, ela se preparava para desaparecer do mundo dele - como a companheira que ele nunca mereceu. E quando ele finalmente compreendesse a força do coração que havia partido... Pode ser tarde demais para recuperá-lo.


Outros livros de Gorgeous Killer
Ver Mais