Amor Traído, Guerra Declarada

Amor Traído, Guerra Declarada

Gavin

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Capítulo

Três anos em Portugal. Sonhava em voltar para os braços do meu noivo, Pedro. Mas no aeroporto de Guarulhos, algo estava terrivelmente errado. Meus pais e minha melhor amiga, Carolina, me esperavam, mas Pedro não estava sozinho. Ele dava as mãos à Carolina, minha melhor amiga. E ao lado deles, um homem estranho, Marcelo, me chamava de "meu amor". Ele se apresentou como meu noivo, com um sorriso pegajoso e um cheiro azedo que me embrulhava o estômago. Tentei achar o verdadeiro Pedro, mas ele, ao lado da Carolina, disse: "Do que você está falando, Maria Eduarda? Eu sou casado com a Carol." Eu gritei, tentei fazê-los recordar de nossa história, de nossos planos, mas eles me mostraram fotos e vídeos falsos. Meu celular, minhas memórias digitais, tudo foi alterado. Fui tratada como uma louca desequilibrada, humilhada publicamente e agredida. Senti o chão sumir sob meus pés, a escuridão me engolir. Então, abri os olhos. Estava de volta no avião, no mesmo assento, a caminho do Brasil novamente. Aquilo não foi um pesadelo. Foi um aviso. E desta vez, eu estava pronta para a guerra. A vingança seria servida fria.

Introdução

Três anos em Portugal.

Sonhava em voltar para os braços do meu noivo, Pedro.

Mas no aeroporto de Guarulhos, algo estava terrivelmente errado.

Meus pais e minha melhor amiga, Carolina, me esperavam, mas Pedro não estava sozinho.

Ele dava as mãos à Carolina, minha melhor amiga.

E ao lado deles, um homem estranho, Marcelo, me chamava de "meu amor".

Ele se apresentou como meu noivo, com um sorriso pegajoso e um cheiro azedo que me embrulhava o estômago.

Tentei achar o verdadeiro Pedro, mas ele, ao lado da Carolina, disse: "Do que você está falando, Maria Eduarda? Eu sou casado com a Carol."

Eu gritei, tentei fazê-los recordar de nossa história, de nossos planos, mas eles me mostraram fotos e vídeos falsos.

Meu celular, minhas memórias digitais, tudo foi alterado.

Fui tratada como uma louca desequilibrada, humilhada publicamente e agredida.

Senti o chão sumir sob meus pés, a escuridão me engolir.

Então, abri os olhos.

Estava de volta no avião, no mesmo assento, a caminho do Brasil novamente.

Aquilo não foi um pesadelo.

Foi um aviso.

E desta vez, eu estava pronta para a guerra.

A vingança seria servida fria.

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Romance

5.0

A festa da escola da minha filha, Sofia, deveria ser um dia de alegria, mas um vazio me consumia. Meu marido, Pedro, jurou ter uma reunião importante e não apareceu. Mas lá estava ele, no meio da festa, com sua assistente, Joana, e o filho dela, agindo como uma família feliz. Meu coração desabou ao vê-lo sorrir para o menino, um sorriso que eu não via há anos. A traição não era mais uma sombra, era uma cena viva diante dos meus olhos. Joana, com um sorriso vitorioso, ainda me mandou um bilhete cínico: "Aproveite a festa. Pedro e eu estamos nos divertindo muito." Joguei o bolo e o bilhete no lixo, mas a humilhação só aumentou quando Pedro me repreendeu, defendendo Joana publicamente e me acusando de ciúmes. Foi ainda pior na corrida de três pernas, quando Joana me empurrou, me fez cair e fingiu uma lesão. Pedro a amparou, cheio de preocupação, sequer olhando para mim ou para nossa filha de cinco anos, caída e chorando. Ele me acusou de agressão, e a diretora cancelou a corrida. Joana foi levada para a enfermaria nos braços dele, enquanto eu e Sofia ficamos sozinhas, humilhadas. Naquela noite, a gota d' água: Joana postou fotos nas redes sociais de um carro de luxo que Pedro lhe deu e um vídeo dele a ensinando a dirigir. De repente, entendi a verdade: todo o sucesso dele, cada contato, cada centavo, veio da minha família, do meu dinheiro, um segredo que mantive a pedido dele. A raiva fria me consumiu. Peguei os documentos e liguei para o advogado da minha família. Eu ia tirar tudo dele.

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