5.0
Comentário(s)
15.8K
Leituras
40
Capítulo

Uma comédia pra lá de romântica! No livro 2 dessa trilogia, vocês vão dar boas risadas com uma Flávia completamente grávida, um tio Oliver e o papai Adonis se mordendo de ciúmes de uma fadinha adolescente e na descoberta do primeiro amor e um romance dominante entre a policial Simone e o nosso semi vilão Petrus. Ah! E não podemos nos esquecer o Adam, a final, esse vilão implacável ainda não pagou as suas dívidas com a Agnes e Adonis. Boas risadas. Novos suspiros apaixonados. Novos amores. Muita ação. Eu já falei muitas risadas? O Chef 2 espera por você aqui na plataforma.

O Chef 2 Capítulo 1 Sinopse

AGNES FERRAÇO

Nove meses depois...

Sentada debaixo de uma árvore e lendo um bom livro sobre bebês, escuto as risadas da minha filha brincando com o pai no jardim do prédio onde moramos. Depois da prisão do Adam, tudo parece mais tranquilo para nós agora. O bistrô finalmente está se encaminhando e o reconhecimento do lugar se espalhou por todo o estado e fora dele também. Quase não vemos a Simone, ela está realmente empenhada em ajudar o Petrus e esse insiste em ver o Adonis, mas acredito que o meu marido ainda não está pronto para perdoá-lo. É uma pena! Ouvi maravilhas sobre a amizade desses dois. Puxo levemente a respiração, quando sinto uma pontada incômoda na lateral da minha barriga protuberante. Kell está ansiosa por esse momento. Não há um dia que ela não conte uma linda história para a sua irmãzinha Carolina, e ainda faz planos de coisas que um dia farão juntas. Eu acho engraçado essa sua dedicação a esse serzinho que se quer conheceu ainda. Ponho o livro em meu colo e observo a dupla correr em minha direção. Adonis se joga na grama ao meu lado e a Kell se senta sobre os seus joelhos, de frente para mim. Ela está ofegante devido à corrida e assim que se acomoda, comenta:

- Não vejo hora dessa garotinha travessa sair daí de dentro. - Rio do seu comentário. Enquanto fala, ela aponta a barriga grande e arredondada. Adonis leva a mão ao meu ventre e o beija em seguida.

- Falta pouco, princesa. - Ele diz para nossa filha.

- Pouco quanto? Mamãe já completou os nove meses e nada dessa preguiçosa sair - resmunga, me fazendo rir da sua impaciência.

- Hum! Pode ser hoje, ou amanhã, não sei. Quando ela quiser, eu acho. - Ele explica e dá de ombros. A minha filha linda se inclina sobre a minha barriga, dá alguns beijinhos nela e sussurra para a sua irmãzinha:

- Carolina, eu acho bom você sair logo daí. Sabia que eu e o papai montamos um quarto legal e cheio de brinquedos para você, e que eu estou ansiosa para te conhecer? - Escuto o som dá risada baixa do Adonis e seguro o riso, enquanto acaricio os cabelos da minha filhota. Ela é mesmo muito persistente. Puxo uma respiração cansada e me ajeito na almofada que Adonis fez questão de trazer para me acomodar melhor.

- Hora de ir para casa, mocinha! - falo e ela faz uma careta de desagrado.

Detesto ser estraga prazeres, mas a Kell já tem doze anos e ela precisa ter um senso de responsabilidade e isso começa com a escola. Logo Adonis começa a juntar as nossas coisas, depois me ajuda a levantar e caminhamos pelo jardim despreocupadamente até entrarmos no prédio. A gravidez da Carolina, assim como a da Kell, está sendo bem tranquila e não atrapalhou em nada o meu trabalho na Model, tão pouco em casa e durante esses meses, pude agir como uma boa esposa e mãe. Assim que entramos no prédio, sinto uma pontada ainda mais forte que a de minutos atrás e automaticamente acaricio o meu ventre. Adonis como sempre está atento aos meus movimentos e me olha preocupado.

- Está tudo bem aí? - pergunta com um tom carinhoso e como sempre cuidadoso. Eu apenas respiro fundo fazendo um sim, pra ele com a cabeça. Logo que entramos no elevador, Adonis aperta o botão no painel e a Kell começa a cantar uma música animada e infantil. Enquanto o elevador nos leva para a cobertura, meu marido segura a minha mão, mas o seu olhar está o tempo todo atento a mim. As portas finalmente se abrem e Kell dispara correndo para dentro do apartamento. Eu e Adonis seguimos logo atrás dela, mas quando saímos do elevador, uma dor mais forte se alastra em meu ventre e paro de andar.

- Ai! - Solto um gemido dolorido.

- Agnes, o que foi? - Meu marido pergunta, largando a cesta no chão e se aproxima para me ajudar.

- Acredito que está na hora, amor. - Tento falar da forma mais tranquila possível. - Nossa neném vai nascer, Adonis - falo, puxando mais uma respiração, quando mais uma contração se aproxima. Ele me lança um olhar incrédulo.

- Tipo, agora?! - indaga nervoso e balanço a cabeça em concordância. Rapidamente ele me ajuda a entrar em casa e me faz sentar confortavelmente no sofá. - Fique aqui, vou ligar para Simone e pedir que fique com a Kelly e nós vamos direto para o hospital. - Mais uma vez concordo com a cabeça, porque estou concentrada em fazer os exercícios de respiração e contando os minutos entre uma contração e outra. Adonis se afasta no mesmo instante em que o meu celular começa a dar sinal. É uma mensagem da Flávia.

Mensagem da Flávia para Agnes:

Tiro saindo pela culatra.

Carolina está bem?

#Mensagem da Agnes para Flávia:

Tiro onde?

A Carolina está me matando.

#Mensagem da Flávia para Agnes:

AAAAAAAAAHHHH!!!

Ps. Isso é um grito.

Estou indo para a maternidade.

#Mensagem da Agnes para Flávia:

Ai, meu Deus! Eu também!

#Mensagem da Flávia para Agnes:

Porque isso dói tanto

Nos vemos na maternidade.

Uma dor ainda mais forte se alastra pela minha coluna e essa se espalha pelo meu baixo ventre. Fecho os meus olhos e seguro um gemido alto.

#Mensagem da Agnes para Flávia:

Ooooohhhh!!!! Sem condições de digitar!

Minutos depois, Adonis desce as escadas segurando uma bolsa cor de rosa e outra branca a tiracolo. Mesmo sentindo mais uma contração, consigo abrir um meio sorriso para ele. Decidimos deixar tudo pronto e separado a mais de quinze dias, só esperando esse momento chegar e o contrário de mim que estou super nervosa, Adonis parece bastante complacente agora. Ele olha o relógio, provavelmente preocupado com a demora da Simone e quando o elevador faz sinal e a loira passa pela porta, ele respira aliviado.

- Como você está? - Ela pergunta com um sorriso feliz no rosto. Respiro fundo mais uma vez e forço um sorriso para ela.

- Está doendo muito. Juro que eu não lembrava mais o quanto é doloroso ter um filho - resmungo me levantando com dificuldade do sofá com a ajuda do meu marido e antes de sair, Simone me abraça rapidamente.

- Vão para a maternidade. Eu cuido da Kelly.

____

Minutos depois estou deitada em uma cama estreita de hospital e recebendo os carinhos do meu marido, enquanto me contorço de dor. Garanto que isso não é uma combinação ótima, mas o seu carinho é muito bem-vindo. Ele deixa um beijo cálido no meu rosto e seus dedos mexem o tempo todo com suavidade em meus cabelos.

- Respira meu amor, logo a nossa pequena Carolina estará em nossos braços - sussurra. Suas palavras levemente baixas, deviam me acalmar, mas não é exatamente isso que está acontecendo aqui. Mais uma dor forte surge e eu aperto com força a sua mão, mais um gemido alto. Ele suspira alto. Adonis parece sofrer ainda mais com o meu sofrimento. A porta do quarto se abre e uma médica passa por ela com aquele ar confiante.

- Como estamos indo, mamãe? - Ela pergunta de uma forma meiga e profissional em simultâneo.

- Acho que ela não quer esperar mais nem um minuto aí dentro, doutora. - Adonis tenta ser engraçado. A médica ergue o lençol e me lança um olhar espantado.

- Está certo, papai, A sua filha está com muita pressa. - Ela fala e em seguida mais médicos e enfermeiras entram no quarto. A doutora se posiciona entre as minhas pernas, se acomodando em uma cadeira e uma brincadeira nada agradável começa.

- Força, amor! - Adonis pede. Aperto a sua mão e faço força no mesmo instante, soltando um rugido alto e quase estrangulado.

- Isso Agnes, empurre mais uma vez. - A médica pede e na terceira tentativa de fazer força, eu escuto o choro agudo de Carolina ecoar por todo o quarto. Mesmo me sentindo cansada demais, consigo ver a minha neném nos braços da pediatra e choro ao vê-la pela primeira vez. Sorridente, Adonis me beija uma, duas, três vezes.

- Eu te amo! Te amo! Te amo! Você conseguiu, meu amor! - sibila enquanto me beija. Quando ele para os beijos e finalmente me olha, vejo seu lindo rosto contorcido pelas lágrimas derramadas. Ele não vai até a nossa filha como pensei que faria. Adonis continua ao meu lado, enxugando o suor em meu rosto com a ajuda de um lenço e alinha os fios dos meus cabelos molhados e colados em minha testa. Os seus carinhos finalmente me fazem relaxar.

- Parabéns, mamãe e papai! A sua filhinha é uma bebê muito saudável. Quer amamentá-la agora? - A pediatra indaga me estendendo um lindo pacotinho envolto em um lençol branco, com alguns detalhes de minúsculas flores cor de rosa. Sorrio erguendo os meus braços para segurar a minha filha pela primeira vez nos meus braços. Afasto um pouco a bata e ela logo abocanha o meu seio. Adonis sorri emocionado enquanto sua filha mama, ele dá singelos beijinhos na cabecinha cabeluda.

- Amo vocês, minhas três meninas! - sussurra.

____

Flávia Simões

- Assim amor, assim... Ai que delícia! Que gostoso! - gemo, enquanto escuto os seus grunhidos atrás de mim. Oliver se mexe com uma maestria deliciosa segurando firme o meu quadril. Estamos ofegantes, completamente suados e entregues ao ápice do nosso prazer. Em algum momento ele solta os meus quadris e segura firme os meus cabelos, puxando levemente a minha cabeça para trás e o meu bumbum parece ficar ainda mais empinado para ele.

- Está gostando, querida? - A pergunta vem acompanhada de duas estocadas fortes e o orgasmo abraça o meu corpo com violência.

- Aaah! Aaaah! Aaaah, Deus! - Solto gemidos ensandecidos e Oliver goza logo em seguida. Depois se deixa cair na cama ao meu lado e nós nos beijamos calidamente.

- Eu te amo, amor! - Ele diz todo meigo e ofegante ainda em minha boca. Eu queria poder dizer o mesmo, mas ao invés disso, faço uma careta para ele e solto um som desesperado.

- Oh, meu Deus! Alguma coisa se quebrou dentro de mim! - falo com desespero e puxando o ar com força, o soltando várias vezes seguidas. Oliver arregala os olhos em espanto e se senta abruptamente no colchão.

- Eu machuquei você? Desculpa amor, desculpa! - Levo a mão a imensa melancia que há dentro da minha barriga e... Ah, sim! Esqueci de falar. Estou grávida e grávida de nove meses e nove dias. A melancia a que me referi se chama Natália Borbolini Simões. - Você fez xixi na cama? - Oliver pergunta com curiosidade, olhando para o meio das minhas pernas e uma dor horrível começa a me rasgar por dentro. Contudo, engulo o gemido dolorido e aponto o indicador em riste para o meu marido.

- Não sou mulher de fazer xixi na cama, Oliver Borbolini! - O repreendo. Ele me encara confuso e depois olha para o meu meio outra vez.

- Mas você está molhando a cama toda, Flávia - insiste. Só então olho para o meio das minhas pernas e rolo os olhos para ele.

- A bolsa estourou - aviso o óbvio e ele franze o cenho parecendo confuso.

- A bolsa? Isso é lá hora de pensar em sua bolsa, Flávia Simões? - resmunga.

- Não a minha bolsa, Oliver, a bolsa da Natália - expliquei e ele gargalhou.

- A Natália ainda não usa uma bol... Ah! A bolsa estourou? - Ele quase grita o final da frase. Faço um sim, com a cabeça. - Ai meu Deus! Ai meu Deus! - Ele salta para fora da cama desesperado. - Fica calma, amor - pede erguendo suas mãos. - Fica calma... Respira... Lembra dos exercícios? Respira e solta, respira e solta, respira e...

- AAAAAAAAH! - grito quando mais uma contração parece me partir ao meio e Oliver para duro no meio do quarto. - OLIVER, SE MEXE! - grito outra vez.

- O que eu faço?! O que eu faço?! - Queria ter uma frigideira aqui e agora, só para meter na cabeça dele e ver se ele pensa melhor. Respiro fundo... Bem fundo mesmo e tento orientar o meu homem.

- Primeiro de tudo, precisamos de um banho - digo e ele abre um sorriso safado.

- Flávia sua safadinha, isso é lá hora de pensar nessas coisas? - retruca mostrando até o queixar no sorriso largo e safado. Eu praticamente fulmino o meu marido com os olhos e ele fica sério imediatamente. Então ergo dedo outra vez. Eu queria poder gritar com ele, mas neste exato momento mais uma contração me vem e eu só consigo berrar bem alto. Oliver estremece inteiro - Banho. Vou dar um banho em você! - Ele diz desesperado e me carrega imediatamente para dentro do banheiro.

____

No carro a situação não é muito boa. As dores aumentam a cada minuto que se passa e o Oliver está cada vez mais apavorado. Seus dedos tamborilam o tempo todo no volante, quando o sinal fecha e a cada grito que eu dou, ele o aperta como se fosse parti-lo ao meio apenas com esse aperto. Respiro fundo e ele libera a pressão sobre o volante. Pego o meu celular imediatamente na bolsa e acesso o meu whatssapp, me ocupando em enviar algumas mensagens para Agnes. Em alguns momentos digito e em outros pressiono as teclas com tanta força que parece que os meus dedos vão atravessar o aparelho. Às vezes revezo entre digitar e gritar. Até que ela me manda uma mensagem final.

Mensagem da Agnes para Flávia:

Sem condições de digitar...

E com certeza os bonequinhos são os palavrões que eu gostaria de soltar agora. Que pena, isso estava me distraindo um pouco! Ergo a minha cabeça e olho para frente e só então percebo que o carro está em alta velocidade. Olho para o meu marido que está completamente pálido.

- Oliver? - chamo a sua atenção mais calma possível.

- Hum?

- Dirige devagar, querido, não quero morrer, quero trazer uma vida ao mundo - peço. Ele me olha rapidamente e vai desacelerando, e eu? Respirando fundo e contando um... e dois... e três... - OOOOH MEU DEUS, ESSA MENINA ESTÁ ME ABRINDO AO MEIO! - grito fazendo força dentro do carro.

- Estamos quase lá, querida. - Oliver avisa. Aperto a lateral do banco e o braço do meu marido, sentindo o meu rosto queimar.

- O que pensa que está fazendo, Oliver Borbolini? Quer que a nossa filha nasça dentro desse carro? - rosno aos berros.

- O quê? - Me pergunta completamente confuso.

- Acelera logo isso, ou abrirei as minhas pernas aqui mesmo e deixarei a Natália sair sozinha! - rosno soltando mais um grito animalesco. Respira e solta a respiração. Respira e solta a respiração. Respira... Ah! Essa porra não está me ajudando em nada! Segundos depois o carro para em frente ao hospital e o Oliver sai correndo de dentro do veículo, gritando por ajuda. Um maqueiro chega com uma cadeira de rodas e eu não penso duas vezes em me sentar nela, quando vejo o sangue escorrer pelas minhas pernas. - Natália, mamãe porá você de castigo assim que sair daí de dentro. É uma promessa, ouviu? - digo exasperada entre um gemido e outro, devido a mais uma contração. O maqueiro rir, mas eu o encaro possessa, fazendo ele engolir o riso imediatamente.

A pior parte de estar grávida, é desengravidar. Essa palavra existe? Eu não sei, mas se não existia, passou a existir agora. Imagine eu, uma dama, deitada em uma cama estreita de hospital, com uma perna no norte e a outra no sul e lá... bem lá... tem um médico enfiando a sua cara barbada. Isso é o cúmulo! Se eu soubesse que seria assim, teria esperado mais dez anos. A bichinha já iria estar enrugada e eu mais sem vergonha. Mas não, o Oliver tinha que adiantar esse processo em quatro anos. Agora imagina essa cena, onde eu... euzinha estou segurando a mão do meu marido todinho branco feito um papel e fazendo caretas, como se ELE estivesse sentindo a minha dor. Eu queria ter uma arma daquelas que solta uma descarga elétrica, só pra fazer ele sofrer um pouquinho junto comigo. RA, rindo por dentro e gritando por fora!

- AAAAAAAH, NATÁLIA SAIA LOGO DAÍ, OU POREI VOCÊ DE CASTIGO POR UM MÊS! - grito apertando a mão do Oliver e fazendo mais força.

- Força, Flávia, você está quase lá. - O médico barbado pede. Isso é um incentivo? Queria que ele estivesse no meu lugar, para ele ver que esse incentivo é uma grande merda!

- AAAAAAAAAAH! - Mais um grito animalesco e um chorinho logo em seguida.

- Você conseguiu, meu amor! - Oliver diz emocionado. Quase sem forças e ainda ofegante, seguro firme o seu colarinho do meu marido e o puxo para mim.

- Se fizer outro bebê em mim, eu te mato, Oliver Borbolini! - rosno entre dentes e apago em seguida.

Continuar lendo

Outros livros de Nalva Martins

Ver Mais
Sob o Toque do Médico Mafioso

Sob o Toque do Médico Mafioso

Romance

5.0

LIVRO 1 - Sob o Toque do Médico Mafioso: Andreas Casteline é um médico brilhante - e o homem mais enigmático que alguém já ousou enfrentar. Confidente da temida Famiglia Vescari, conhecida como La Notte Rossa, ele domina com precisão cirúrgica tanto a medicina quanto os segredos da máfia. Frio, controlado e impenetrável, Andreas vive sob o peso de um passado que ninguém conhece. Por trás da serenidade impecável, existe uma dor antiga... e uma crueldade adormecida, pronta para despertar com um único erro. Giovanna Fontana é jovem, determinada e está prestes a se formar em medicina. Órfã desde cedo, dedicou toda a vida ao irmão - até o dia em que o perdeu de forma brutal. A dor se transforma em fúria, e a sede de vingança passa a ser o único remédio que ela conhece. Quando seus caminhos se cruzam, o destino costura o improvável: dois mundos opostos, duas almas marcadas e uma atração que desafia a razão. Entre o perigo e o desejo, Andreas e Giovanna descobrem que o amor pode ser tão letal quanto a vingança. Porque até o coração mais frio pode sangrar... quando o amor decide atacar. * LIVRO 2 - O Toque da Fera: Leônidas Constantino é um homem forjado pela dor. CEO temido, implacável e solitário, carrega no rosto uma cicatriz que não apenas desfigura sua pele, mas mantém viva a lembrança de uma traição que o destruiu. Desde então, ninguém é autorizado a encará-lo. Olhares são proibidos. Desobediência é punida. O medo é a sua armadura. Virna Casteline é tudo o que ele não esperava. Filha de um médico ligado à máfia, ela cresceu cercada de segredos, mas escolheu trilhar o próprio caminho. Tornou-se uma advogada brilhante, determinada e orgulhosa de sua independência. Ao aceitar trabalhar para Constantino, Virna não imagina que está entrando no território de um homem quebrado... nem que sua presença mudará tudo. O que Constantino não sabe é que a jovem que insiste em enfrentá-lo, que não desvia o rosto e não se intimida com sua ferocidade, guarda uma verdade que muda as regras do jogo: Virna é cega. Quando ele descobre sua fragilidade, algo inesperado desperta. O homem que vive nas sombras passa a observá-la em silêncio, tornando-se seu protetor invisível. Sempre à espreita. Sempre vigilante. Sempre lutando contra um sentimento que ele acredita não merecer. Mas o amor não pede permissão. E quando Virna toca o rosto de Constantino - não com medo, mas com ternura -, a fera percebe que, pela primeira vez, alguém o enxerga além das cicatrizes. Entre segredos, perigos, proteção obsessiva e um desejo impossível de controlar, nasce uma paixão intensa, proibida e arrebatadora. Porque às vezes... não é preciso enxergar para amar. E nem toda fera quer ser salva - algumas só precisam ser tocadas.

Você deve gostar

Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

PageProfit Studio
5.0

"Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele." Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis. Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas. Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda. Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito. Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona: ☽ Aquela noite não foi um acidente; ☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro; ☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la. Pena que ela estava cansada de ser controlada. *** O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa. "Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha." Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você." "Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora."

De Bolsa de Sangue a Rainha Bilionária

De Bolsa de Sangue a Rainha Bilionária

Maria
5.0

Passei quatro horas em pé, fatiando trufas negras importadas para o nosso jantar de aniversário de casamento. Mas o Barro não apareceu. O meu celular vibrou no balcão, iluminando a cozinha escura. Não era um "parabéns". Era uma ordem seca do meu marido: "A Safira desmaiou. Vá para o hospital. Precisamos do seu sangue agora." Logo em seguida, a própria Safira mandou uma foto. A mão do meu marido segurando a dela com uma ternura que ele nunca teve comigo. Minha sogra entrou na cozinha, torceu o nariz para o Bife Wellington que preparei e riu na minha cara. "Você ainda está contando datas? Ele não vem comer esse lixo. Ele está com quem importa. Agora vá aspirar o tapete antes de sair." Naquele momento, o amor cego que senti por três anos morreu. Percebi que eu nunca fui a esposa dele. Eu era apenas um recipiente biológico, mantida por perto apenas porque meu sangue Rh-negativo raro era o único compatível com a "frágil" amante dele. Tirei o avental e o joguei no lixo. Subi as escadas, tirei a aliança barata que ele comprou numa loja de departamento e assinei os papéis do divórcio. Quando saí para a rua fria, o Barro me ligou, provavelmente para gritar pelo meu atraso na transfusão. Bloqueiei o número. Parei sob a luz do poste e liguei para o meu pai, o bilionário dono do Grupo Rocha, para quem eu não ligava há anos. "Sou eu," sussurrei, vendo o comboio de seis Maybachs blindados virar a esquina para me buscar. "Inicie a extração. Eles vão pagar por cada gota."

Capítulo
Ler agora
Baixar livro
O Chef 2 O Chef 2 Nalva Martins Romance
“Uma comédia pra lá de romântica! No livro 2 dessa trilogia, vocês vão dar boas risadas com uma Flávia completamente grávida, um tio Oliver e o papai Adonis se mordendo de ciúmes de uma fadinha adolescente e na descoberta do primeiro amor e um romance dominante entre a policial Simone e o nosso semi vilão Petrus. Ah! E não podemos nos esquecer o Adam, a final, esse vilão implacável ainda não pagou as suas dívidas com a Agnes e Adonis. Boas risadas. Novos suspiros apaixonados. Novos amores. Muita ação. Eu já falei muitas risadas? O Chef 2 espera por você aqui na plataforma.”
1

Capítulo 1 Sinopse

26/02/2022

2

Capítulo 2 1

26/02/2022

3

Capítulo 3 2

26/02/2022

4

Capítulo 4 3

26/02/2022

5

Capítulo 5 4

26/02/2022

6

Capítulo 6 5

26/02/2022

7

Capítulo 7 6

26/02/2022

8

Capítulo 8 7

26/02/2022

9

Capítulo 9 8

26/02/2022

10

Capítulo 10 9

26/02/2022

11

Capítulo 11 10

26/02/2022

12

Capítulo 12 11

26/02/2022

13

Capítulo 13 12

26/02/2022

14

Capítulo 14 13

26/02/2022

15

Capítulo 15 Bônus

26/02/2022

16

Capítulo 16 14

26/02/2022

17

Capítulo 17 15

26/02/2022

18

Capítulo 18 16

26/02/2022

19

Capítulo 19 Bônus - 2

26/02/2022

20

Capítulo 20 17

26/02/2022

21

Capítulo 21 18

26/02/2022

22

Capítulo 22 19

26/02/2022

23

Capítulo 23 20

26/02/2022

24

Capítulo 24 21

27/02/2022

25

Capítulo 25 Bônus -3

27/02/2022

26

Capítulo 26 22

27/02/2022

27

Capítulo 27 23

27/02/2022

28

Capítulo 28 24

27/02/2022

29

Capítulo 29 25

27/02/2022

30

Capítulo 30 Bônus - 4

27/02/2022

31

Capítulo 31 26

27/02/2022

32

Capítulo 32 27

27/02/2022

33

Capítulo 33 28

27/02/2022

34

Capítulo 34 29

27/02/2022

35

Capítulo 35 30

27/02/2022

36

Capítulo 36 Bônus - 5

01/03/2022

37

Capítulo 37 31

01/03/2022

38

Capítulo 38 32

01/03/2022

39

Capítulo 39 33

01/03/2022

40

Capítulo 40 34

01/03/2022