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A NOIVA FORÇADA DO CEO
DUOLOGIA NOIVAS RELUTANTES
Para melhor entendimento, convido você para ler também o livro 1
A NOIVA ERRADA DO CEO
São livros que podem ser lidos separadamente.
Capítulo 1
Isabella Maziero
Assim que Isabella pisou na cidade, as nuvens também pareciam chorar como ela. Gotas caíam incessantemente, refletindo sua tristeza e desespero. O ar estava pesado com a umidade, e a dor da perda parecia penetrar até os ossos. Descendo do trem, ela apanhou um ônibus e foi direto para onde o corpo da irmã estava, temendo não chegar a tempo de se despedir de Paola, sua irmã mais nova.
A imagem da irmã, uma vez radiante e bela, agora se apresentava pálida e mórbida, com traços de sofrimento evidentes em seu rosto. Isabella, ao encarar Paolla, não conseguiu conter as lágrimas que inundaram seus olhos. Em um misto de dor e arrependimento, ela se aproximou da irmã e, com a voz embargada, pediu perdão por não ter sido capaz de salvá-la, por tê-la deixado à mercê daquele ambiente sombrio e assustador. Entre soluços e suspiros entrecortados, Isabella se despediu de Paolla, sabendo que aquele momento marcava o fim de sua convivência e que nunca mais teria a oportunidade de vê-la novamente.
O corpo de Paola foi para o cemitério, e Isabella pegou um ônibus para fazer o percurso, já que ninguém da família estava ali para acompanhar a irmã. Somente o carro da funerária. Cada quilômetro percorrido até o cemitério, era uma lembrança dolorosa de como Isabella queria ter salvo Paola para que a irmã não tivesse esse fim. A mãe e o tio sempre viveram uma vida boa com o dinheiro da herança dos avós de Isabella, mas aquele dinheiro acabou mais rápido do que Isabella poderia imaginar. Agora, ali estava ela novamente, frente a frente com a mãe que, anos atrás, desejava casá-la por dinheiro.
Assim que Isabella chegou ao cemitério, não apenas a mãe a olhou, mas todos ao redor. O tio estreitou os olhos, questionando sua presença com o olhar. A atmosfera estava carregada de tensão e julgamento.
— Sua irmã se foi. — A mãe de Isabella declarou, com uma voz fria e distante.
Isabella sentiu um nó na garganta, mas conseguiu responder, sua voz embargada pela dor:
— Queria tanto que Paola tivesse tido outro fim, mamãe.
A mãe suspirou, os olhos cansados e amargos.
— Eu também, mas ela não me ouviu. Sua irmã ficou louca depois daquela criança.
Isabella sentiu um aperto no coração ao lembrar do sofrimento de Paola.
— Qualquer mãe sentiria falta do filho que se foi.
A mãe a cortou, impaciente.
— Ela deveria ter procurado um casamento melhor e não ter ficado com aquelas loucuras. Agora todos nós estamos perdidos.
Enquanto a mãe falava, Isabella percebeu que seus olhos se desviavam para um homem que havia acabado de chegar. Ele vestia um terno negro impecável, óculos escuros apesar do tempo nublado, e tinha os cabelos bem penteados. Cada detalhe de sua aparência gritava luxo, exatamente como a mãe de Isabella gostava. No entanto, o rosto dela não expressava alegria, mas sim um desejo desesperado de desaparecer. Quem era aquele homem?
Quando o caixão de Paola começou a descer, Isabella não conseguiu se conter. A irmã agora estava perto do seu bebê, as duas estariam lado a lado, no descanso eterno. As lágrimas vieram em um fluxo incontrolável, e ela chorou desesperadamente. A única pessoa que ela deveria ter salvado daquela loucura toda, ela não conseguiu. Sentia-se completamente falha, esmagada pela perda e pela culpa.
Isabella observou o caixão sumir na terra, seu coração quebrado em mil pedaços. As palavras da mãe e a presença do estranho homem que a observava, permaneciam em sua mente, aumentando ainda mais sua sensação de claustrofobia. Até os olhos dos dois se encontraram.
— Você é irmã de Paola? - ele se aproxima - Fui eu quem te ligou.
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