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A Casa Dos Desprezados

A Casa Dos Desprezados

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Capítulo 1 Prelúdio

Palavras: 1215    |    Lançado em: 15/05/2021

hacoalho bem dado. Sua face ainda doía por causa do tapa que havia levado, os

os gritos incessantes, decidiu andar por aí sem

ois isso significava noites passando frio no convento onde não era permitido a lareira continuar acesa depois de

a maior parte do ano solitário e longe da sua casa, mas neste dia c

continuava a recebe-lo ali pelos laços de sangue e nada mais. Mesmo que não quises

Phillip partisse – quase tudo estava no nome

s sabendo que seu pai não nutria nenhum tipo de sentimento positivo par

do pai – que o recebia sempre a contragosto – para voltar para o conv

o e então assumiria. Na verdade, tal coisa fora comprada pelo pai, que não queria saber do filho mais novo. Dar a ele uma vida na q

ward soubera que o inferno,

as ele sabia que ainda tinha tempo para caminhar sem a noi

ns metros dali. Quando era criança, Edward gostava de sentar-se sobre as pedras e assist

por, colocar as ideias no lugar e decidir o que fazer em relação ao seu constante desentendimento com o

a uma má ideia. Lá, pelo menos,

cachoeira. Paralisou seu corpo por um instante surpreso. Nunca vira ningué

m criados t

. Quis dar meia volta e ir para o castelo, mas

um grande tronco e mirou sua vi

Eles tomavam banho juntos, seus cor

atura alta e seus braços estavam em volta da moça. Ela, uma garota mais baixa, de

rd não soube dizer o po

ncantador. A pele brilhava tanto

morava num convento de meninos e lá havia apenas freiras bem velhas. Também não fora levado para

ninguém – pelo menos era isso o que ele havia ouvido

ntos a sério mesmo que quas

obertas de um adolescente porque não conseguia entender o que estava acontecendo. Ele só s

ertir na cachoeira. Suas bocas estavam juntas num beijo quente, suas mão

a sensação de ter alguém em seus braços entregue a uma paixão c

ambos caminhavam na água. Foram até uma das

conseguia imaginar. O corpo de uma mulher era muito diferente de um ho

e quase estremecer - desejando tocá-lo uma única vez. Achou que aquela cena daria um quadro erótico perfeito.

pescoço. Arrancava suspiros lentos dela,

u lugar. Parecia que suas pernas haviam congelado

a que os dois estavam fazendo amor, e queri

eria tirar os olhos daquela cena, muito menos daquel

vesse um lampejo estranho: de repente, vira a si mesmo no rosto do homem. Ele um po

estar enlouquecendo. Afinal, sabia que aquilo era impossível. Não

tin

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A Casa Dos Desprezados
“Como deveria se sentir um filho que não encontra seu lugar no seio de sua família? Aurora Rose perdeu a mãe quando tinha menos de dois anos de idade e se viu sendo criada por uma madrasta quase imediatamente após sua partida. Contudo, mesmo às vistas do pai, Aurora era maltratada constantemente e perdera destaque na família após a chegada de sua belíssima irmã mais nova, Marianne. Quando completou quinze anos o Barão das Rosas também veio a perecer, e as coisas não podiam ficar piores. Sua vida fora ruindo a ponto de ser tratada feito criada em sua própria casa. A sua única salvação era seu irmão mais velho e herdeiro do título. Sebastian Rose era um homem que a amava, e a protegia do seu jeito. Edward Thompson era igualmente menosprezado por sua família, e principalmente seu pai. Sendo o segundo filho do duque de Alexandria, teve seu caminho traçado no Clero contra a sua vontade após a morte de sua mãe - a única pessoa que realmente o amava. Edward e Aurora tem muito em comum: ambos foram desprezados e reduzidos a "meras pessoas que vieram ao mundo inutilmente" por quem deveria amá-los sob qualquer circunstância. Ela sempre soube que nunca conseguiria um noivo adequado, pois não era tão bela quanto a irmã e - em sua cabeça - noventa por cento das moças de Londres. A sua existência estava fadada ao fracasso de uma solteirona sem atrativos. Ele sempre soube que tudo o que faria em sua vida seria ministrar cultos em devoção a um deus e uma religião que, no fundo do seu coração, nunca conseguiu importar. Ela nunca achara que seria desejada. Ele só conseguia pensar nela de uma maneira totalmente proibida e vulgar, mesmo sabendo que a penitência para isso seria a morte em pecado.”