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CEO militar

Capítulo 5 Fiel

Palavras: 1397    |    Lançado em: 23/04/2024

ai ser impactante demais para alguém tão bonito quanto você. - Você usa - eu aponto. Sua expressão deixa claro que ela acha que estou brincando. Quero colocá-la na copiadora e provar meu

ais do que conversar. Ela dá um passo para trás e faz um aceno exagerado. - Se eu não te encontrar aqui em uma hora é porque estou me escondendo em algum canto chorando! Divirta-se! Um rato de academia marombado a ouve enquanto passa e oferece um sorriso escroto. - Você é nova aqui? Posso te ajudar com as máquinas, se quiser. Meu nome é Kevin. Eu trabalho aqui. Seus olhos se arregalam, e ela parece petrificada. - Oh, não, obrigada, Kevin - ela diz com firmeza e rapidez antes de se virar e começar a correr na direção oposta. Kevin olha para mim em busca de uma explicação, mas o máximo que encontra é uma cara feia. Hoje à noite, Sam optou por uma aula de ginástica comandada por uma professora corajosa de cabelo rosa. Por uma hora, eu treino nas máquinas enquanto olho de canto de olho para ela dentro da sala perto dos fundos da academia. As paredes são feitas de vidro. Há uma dúzia de outras mulheres dançando, dando chutes e se movendo ao lado dela, mas Sam está perto do fundo, de modo que é fácil observá-la através do vidro enquanto tenta desesperadamente acompanhar tudo. Ela realmente não é tão ruim. O que falta em força fıśica, Sam compensa em entusiasmo, e seu rabo de cavalo vermelho está balançando descontroladamente. Eu termino em uma máquina e passo uma toalha na testa enquanto a professora inicia uma série de alongamentos. Sam dá um passo com as pernas abertas e se inclina para a frente, a fim de se abaixar e tocar o chão. Sua bunda fica em destaque na calça de ioga mais apertada que ela tem. Preciso enfiar a toalha na boca e morder. A máquina de bıćeps mais próxima manteve uma fila constante na última hora. Está enferrujada e velha e, no entanto, todo mundo quer fazer uma série nela. Tem um cara agora que nem tá fingindo direito que está treinando. Não há pesos, ele está apenas puxando a corda frouxa enquanto olha para Sam, boquiaberto. Eu quero torcer o pescoço dele. A cabeça de Sam aparece entre suas pernas enquanto ela se alonga, e quando me vê olhando, sorri e acena com entusiasmo. - Oi! - ela murmura. Os caras pairando perto da máquina de bıćeps olham na minha direção, e quando Sam se vira, eu os dispenso com um gesto. Eles saem correndo como baratas quando se acende a luz. Estou no meio de uma série no leg press quando ela vem me encontrar mais tarde. Estou com os fones de ouvido e não noto até que ela para bem aqui, a a

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“podemos não sair vivos desta vez. Explosões ressoam no céu e nas minhas calças. Estou encharcada de suor. Ian, de inıćio, estava vestindo uniforme camulado, mas eu o arranquei com os dentes. E por isso que sei que estou sonhando - minha boca não é tão hábil assim. Na vida real, eu quebraria um dente no zıṕer dele. O despertador berra outra advertência. Minha mente despertando grita: Levanta ou vai se atrasar! Eu me envio mais ainda sob as cobertas, e meu inconsciente vence. Ian dos Sonhos me joga por cima do ombro, como se estivesse tentando ganhar uma Medalha de Honra, e então caıḿos em um beliche de metal. Outra indicação de que isso é um sonho é o fato de que a parte carnuda da minha bunda bate na quina do beliche, mas não dói. Ele se esfrega em mim e balança a cama. Eu arranho suas costas. - Nós vamos ser pegos, soldado - eu gemo. Sua boca cobre a minha, e ele me lembra: - Aqui é uma zona de guerra; podemos fazer quanto barulho quisermos. Uma saraivada de tiros de metralhadora soa do lado de fora. Botas pesadas fazem barulho rumo à porta trancada. - Rápido, precisamos fazer uma barricada! - eu imploro. - Mas como? Não há nada de útil aqui, apenas aquele chicote de couro e meus coturnos que vão até os joelhos! Ele me puxa contra a porta, e nós nos olhamos. A solução de repente se torna clara: teremos de usar nossos corpos como um bloqueio sexy. - Ok, toda vez que eles chutarem a porta, eu vou entrar em você, entendeu? No três: um, dois... Assim que meu sonho chega à parte boa, meu celular começa a tocar "Islands in the Stream", de Kenny Rogers e Dolly Parton. O country pop dos anos 80 soa no volume máximo. Ouço sintetizadores. Eu gemo e me forço a abrir os olhos. Ian mudou meu toque novamente. Ele faz isso algumas vezes por mês. A anterior era outra música boba de dois velhos malucos. Pego o celular e o puxo para baixo das cobertas comigo. - Tá, tá - eu respondo. - Já tomei banho e estou passando da porta. - Você ainda está na cama. A voz profunda e rouca de Ian dizendo a palavra "cama" faz com que coisas engraçadas aconteçam no meu estômago. Ian dos Sonhos está se misturando com o Ian da vida real. Um deles é um tenente bonitão com braços de aço. O outro é meu melhor amigo, cujos braços são feitos de um metal que nunca tive o prazer de sentir. - Dolly Parton desta vez? Sério? - pergunto. - Ela é um tesouro nacional, assim como você. - Como você arruma essas músicas? - Eu tenho uma playlist no celular. Por que você está respirando com tanta dificuldade? Parece que você daria conta de embaçar um espelho. Ai, meu Deus. Eu me sento e me livro dos resquıćios do sonho. - Adormeci vendo as reprises de M*A*S*H novamente. - Você sabe que há outros programas para ver, não sabe?! - Sim, sei, só que ainda não encontrei um homem que me excite como Hawkeye. - Você sabe que Alan Alda está na casa dos 80, certo? - Ele provavelmente ainda tá com tudo em cima. - Se você diz, Hot Lips... Eu gemo. Assim como acontecia com a Major Houlihan, esse apelido me irrita... um pouco. Afasto os cobertores e planto os pés no chão. - Quanto tempo eu tenho? - O primeiro sinal toca em trinta minutos. - Parece que vou ter que pular aquela corrida matinal de mais de dez quilômetros que estava pretendendo fazer. Ele ri. - Arram. Começo a vasculhar o armário, procurando um vestido e um cardigã que estejam limpos. Os requisitos de vestimenta dos funcionários da nossa escola me obrigam a me vestir como a versão feminina do sr. Rogers. Hoje, meu vestido de verão é vermelho-cereja, e meu cardigã é rosa-claro, apropriado para o primeiro dia de fevereiro. - Alguma chance de você ter enchido uma garrafa térmica extra com café antes de sair de casa? - pergunto, esperançosa. - Vou deixar na sua mesa. Meu coração palpita de gratidão. - Quer saber, eu estava errada - eu provoco, fazendo um tom afetado e apaixonado”
1 Capítulo 1 Quero isso2 Capítulo 2 Fios de cabelo 3 Capítulo 3 Muito perto 4 Capítulo 4 Verão passado 5 Capítulo 5 Fiel 6 Capítulo 6 Lembrar de tudo 7 Capítulo 7 Comprometido 8 Capítulo 8 Quatro ursos9 Capítulo 9 Equilíbrio10 Capítulo 10 Provocante 11 Capítulo 11 Icônico 12 Capítulo 12 Lubrificante 13 Capítulo 13 Me tocando 14 Capítulo 14 Intimidador15 Capítulo 15 Confusão